O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a administração da empresa, o último ano marcou o início de uma “jornada de recuperação”, mas ainda há desafios a enfrentar; confira os números
Os resultados financeiros da Alpargatas (ALPA4) mais uma vez deixaram a dona da Havaianas no chinelo.
Isso porque a companhia reportou mais um prejuízo no balanço do quarto trimestre de 2023, com as perdas líquidas chegando a R$ 1,6 bilhão entre outubro e dezembro — uma piora de 7.604% no comparativo anual e abaixo das expectativas dos analistas.
A companhia afirma que o resultado foi reflexo do impacto de baixas contábeis no valor das marcas Rothy’s e Ioasys, de R$ 1,08 bilhão e R$ 111 milhões, respectivamente.
Se desconsiderado o efeito dos “itens extraordinários” líquidos de imposto de renda, o lucro líquido normalizado seria de R$ 4,8 milhões.
Segundo a administração da empresa, o último ano marcou o início de uma “jornada de recuperação”, mas ainda há desafios a enfrentar, como a retomada de geração de caixa e controle da trajetória de elevação da alavancagem.
As ações ALPA4 abriram em alta no pregão desta quinta-feira, com recuo de 2,58% por volta das 10h40, a R$ 7,92. No ano, os papéis acumulam baixa de 21%.
Leia Também
O JP Morgan mantém uma visão neutra para a dona da Havaianas, sem preço-alvo estipulado para os papéis.
Para os analistas, apesar da reação negativa das ações na bolsa hoje, o desempenho é aliviado pela geração de fluxo de caixa positivo no último período e pelos comentários da administração de normalização dos estoques dos canais.
A receita líquida da Alpargatas (ALPA4) chegou a R$ 1 bilhão entre outubro e dezembro de 2023, equivalente a uma queda de 8,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e 6% abaixo das expectativas do JP Morgan.
Segundo a empresa, a receita menor foi o resultado do menor volume de vendas no período. No ano, o montante atingiu R$ 3,7 bilhões, recuo de 11% na base ano a ano.
Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português) desabou 2.645% frente a igual intervalo de 2022, para uma perda de R$ 1,19 bilhão no quarto trimestre do ano passado.
“Neste trimestre, apesar dos esforços da companhia em otimização operacional, simplificação de estruturas e contenção de despesas, o Ebitda consolidado foi severamente impactado pelos resultados operacionais da divisão internacional da Havaianas, além do impacto de write-off [baixa contábil]”, escreveu a Alpargatas.
As despesas operacionais da Alpargatas (ALPA4) cresceram 293,6% na base anual, para R$ 1,6 bilhão, reflexo do aumento de “itens extraordinários”, como os impairments dos investimentos feitos em Rothy’s e Ioasys e a baixa de intangível relacionada a sistemas.
Enquanto isso, a dívida líquida da companhia recuou 10% ante o quarto trimestre de 2022, para R$ 551,2 milhões.
Com isso, a alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda ajustado, ficou em 2,6 vezes, um avanço de 1,7 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2022.
Segundo a Alpargatas, ainda que o indicador esteja acima do padrão histórico da companhia, “ficou bem longe do cenário que teríamos” se a empresa não tivesse reajustado a estratégia para um foco em geração de caixa, com a suspensão de investimentos não essenciais, redução da produção e compra de matéria-prima e corte de despesas.
Em relação aos estoques, a dona da Havaianas atingiu o menor patamar desde o terceiro trimestre de 2021, em cerca de R$ 1 bilhão, enquanto reduziu o nível de investimento para um Capex de R$ 57 milhões.
“É fácil estimar, em uma conta simples, que a não implantação dessas três medidas combinadas poderia ter nos levado a um nível de alavancagem próximo a 6x.”
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas