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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

DESTAQUES DA BOLSA

Alpargatas (ALPA4) no chinelo: dona da Havaianas reporta prejuízo bilionário no 4T23; ação acumula queda de mais de 20% em 2024

Segundo a administração da empresa, o último ano marcou o início de uma “jornada de recuperação”, mas ainda há desafios a enfrentar; confira os números

Camille Lima
Camille Lima
8 de fevereiro de 2024
11:05 - atualizado às 11:07
Alpargatas (ALPA4), dona da Havaianas
Alpargatas (ALPA4), dona da Havaianas - Imagem: Reprodução / Dall-E / ChatGPT

Os resultados financeiros da Alpargatas (ALPA4) mais uma vez deixaram a dona da Havaianas no chinelo.

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Isso porque a companhia reportou mais um prejuízo no balanço do quarto trimestre de 2023, com as perdas líquidas chegando a R$ 1,6 bilhão entre outubro e dezembro — uma piora de 7.604% no comparativo anual e abaixo das expectativas dos analistas.

A companhia afirma que o resultado foi reflexo do impacto de baixas contábeis no valor das marcas Rothy’s e Ioasys, de R$ 1,08 bilhão e R$ 111 milhões, respectivamente.

Se desconsiderado o efeito dos “itens extraordinários” líquidos de imposto de renda, o lucro líquido normalizado seria de R$ 4,8 milhões.

Segundo a administração da empresa, o último ano marcou o início de uma “jornada de recuperação”, mas ainda há desafios a enfrentar, como a retomada de geração de caixa e controle da trajetória de elevação da alavancagem.

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As ações ALPA4 abriram em alta no pregão desta quinta-feira, com recuo de 2,58% por volta das 10h40, a R$ 7,92. No ano, os papéis acumulam baixa de 21%.

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O JP Morgan mantém uma visão neutra para a dona da Havaianas, sem preço-alvo estipulado para os papéis.

Para os analistas, apesar da reação negativa das ações na bolsa hoje, o desempenho é aliviado pela geração de fluxo de caixa positivo no último período e pelos comentários da administração de normalização dos estoques dos canais.

Outros números do balanço da Alpargatas (ALPA4)

A receita líquida da Alpargatas (ALPA4) chegou a R$ 1 bilhão entre outubro e dezembro de 2023, equivalente a uma queda de 8,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e 6% abaixo das expectativas do JP Morgan.

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Segundo a empresa, a receita menor foi o resultado do menor volume de vendas no período. No ano, o montante atingiu R$ 3,7 bilhões, recuo de 11% na base ano a ano.

Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português) desabou 2.645% frente a igual intervalo de 2022, para uma perda de R$ 1,19 bilhão no quarto trimestre do ano passado.

“Neste trimestre, apesar dos esforços da companhia em otimização operacional, simplificação de estruturas e contenção de despesas, o Ebitda consolidado foi severamente impactado pelos resultados operacionais da divisão internacional da Havaianas, além do impacto de write-off [baixa contábil]”, escreveu a Alpargatas.

VEJA TAMBÉM: ONDE INVESTIR EM FEVEREIRO: AÇÕES, DIVIDENDOS, FIIS, BDRS E CRIPTOMOEDAS - MELHORES INVESTIMENTOS

Nova estratégia da Alpargatas (ALPA4)

As despesas operacionais da Alpargatas (ALPA4) cresceram 293,6% na base anual, para R$ 1,6 bilhão, reflexo do aumento de “itens extraordinários”, como os impairments dos investimentos feitos em Rothy’s e Ioasys e a baixa de intangível relacionada a sistemas.

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Enquanto isso, a dívida líquida da companhia recuou 10% ante o quarto trimestre de 2022, para R$ 551,2 milhões. 

Com isso, a alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda ajustado, ficou em 2,6 vezes, um avanço de 1,7 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2022.

Segundo a Alpargatas, ainda que o indicador esteja acima do padrão histórico da companhia, “ficou bem longe do cenário que teríamos” se a empresa não tivesse reajustado a estratégia para um foco em geração de caixa, com a suspensão de investimentos não essenciais, redução da produção e compra de matéria-prima e corte de despesas.

Em relação aos estoques, a dona da Havaianas atingiu o menor patamar desde o terceiro trimestre de 2021, em cerca de R$ 1 bilhão, enquanto reduziu o nível de investimento para um Capex de R$ 57 milhões.

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“É fácil estimar, em uma conta simples, que a não implantação dessas três medidas combinadas poderia ter nos levado a um nível de alavancagem próximo a 6x.”

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