O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mercado reagiu positivamente ao novo direcionamento da empresa para a safra 2024/25, divulgado semana passado, mas banco norte-americano traz contrapontos
O JP Morgan rebaixou a recomendação da SLC Agrícola (SLCE3) de compra para neutra, após uma boa performance da ação no pregão de sexta-feira (27), com alta acumulada de 4,7%.
O papel respondeu positivamente ao novo guidance da companhia, divulgado na quinta-feira (clique aqui para se aprofundar no assunto). Entre os destaques, estão a redução do custo de produção e um melhor aproveitamento das safras de soja.
LEIA TAMBÉM: Ibovespa em 155 mil pontos? BTG Pactual vê gatilho que pode “virar o jogo” para a bolsa brasileira até o final do ano; saiba mais
Se o mercado está otimista com a empresa e os prospectos são bons para os próximos meses, por que o banco norte-americano está rebaixando a recomendação?
"Embora apreciemos a forte execução, a estratégia de crescimento e a gestão de riscos da SLC, acreditamos que esses fatores já estão amplamente refletidos no preço atual das ações”, escrevem os analistas.
Nesse contexto, o JP Morgan aponta um preço-alvo para SLCE3 de R$ 23 para o final do ano que vem.
Leia Também
Os analistas também chamam a atenção para os riscos climáticos que ainda pressionam as margens da SLC Agrícola e de outras empresas agro brasileiras.
Vale lembrar que a safra 2023/24 sofreu bastante com os efeitos do fenômeno climático El Niño, que causa temperaturas mais altas e tempo mais seco.
No entanto, caso as chuvas sejam em linha com o esperado ou mesmo acima da média, os rendimentos da empresa podem aumentar. O cenário inverso, naturalmente, traz uma redução da lucratividade e dos rendimentos, afirma o banco.
Embora a ação possa ser beneficiada por uma alta do preço das commodities, principalmente do algodão, o JP Morgan não vê esse cenário se concretizando no momento.
Quanto aos dividendos, o banco norte-americano prevê um pagamento menos atrativo.
“Considerando o mercado de terras aquecido no Brasil, seria razoável para a SLC priorizar a expansão do Capex [investimentos] ao invés do pagamento de dividendos e da recompra de ações no curto prazo”, escrevem os analistas.
Em janeiro, fizemos uma entrevista com o CEO da empresa, Aurélio Pavinato, sobre suas estratégias para combater os efeitos climáticos e manter um bom pagamento de dividendos. Leia aqui.
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora