O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o aval do Banco Central para dispensar os intermediários, todos os produtos financeiros da companhia serão unificados em uma única marca
A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, quer dar adeus aos bancos e entrar de cabeça no segmento financeiro para começar a oferecer, sozinha, soluções como Pix parcelado e empréstimos.
A companhia anunciou nesta terça-feira (5) que vai pedir ao Banco Central o aval para atuar como Sociedade de Crédito Direto (SCD) — uma instituição autorizada a realizar operações de empréstimo e financiamento sem o intermédio de um banco tradicional.
A novidade foi apresentada pelo vice-presidente de estratégia e novos negócios, Ricardo Hobbes, durante o Vivo Day, reunião com investidores e analistas em São Paulo.
"Vamos solicitar licença de SCD ao Banco Central, o que vai nos dar mais flexibilidade na criação de produtos e reduzir a base de custos para servir ao cliente", afirmou.
“Estamos agora preparando a documentação, e os prazos são do Banco Central. Não é algo de curto prazo, isso pode demorar. Mas acredito que somos um candidato fácil para conseguir uma licença dessa natureza, pela robustez da empresa, pelas características da Vivo”, disse o CEO Christian Gebara.
A Telefônica quer aumentar sua prateleira de produtos financeiros — área que se tornou prioridade da dona da Vivo (VIVT3).
Leia Também
Inicialmente, a empresa passou a oferecer esses produtos através do Vivo Money, um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) que opera desde 2020 e que buscava conceder crédito a clientes das lojas físicas da Vivo de forma 100% digital.
No Vivo Money, a companhia montou uma carteira de R$ 358 milhões em empréstimos no fim de 2023, com mais de 55 mil contratações no ano, e receita de mais de R$ 100 milhões.
A companhia também vem realizando parcerias para ofertas de produtos e serviços de diferentes setores.
A Telefônica ultrapassou a marca de 500 mil seguros para smartphones e 241 mil cartões emitidos em parceria com o Itaú.
Com o sinal verde do Banco Central para se tornar uma SCD, tudo isso será unificado em uma única marca: o Vivo Pay.
"Vamos criar uma marca específica, Vivo Pay, com portfólio reunido de seguros e crédito", anunciou Hobbs, durante o evento.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas
Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes
Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda