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Bank of America (BofA) reiterou a recomendação de compra para as ações da Cosan (CSAN3) e fixou o preço-alvo de R$ 32 para os papéis
Os acionistas da Cosan (CSAN3) têm um dia positivo no pregão desta quinta-feira (11), com o avanço das ações da companhia na bolsa brasileira após um relatório do Bank of America (BofA) rasgar elogios à holding de Rubens Ometto.
Os analistas do BofA mantiveram a recomendação de compra para as ações da Cosan (CSAN3) e fixaram o preço-alvo de R$ 32 para os papéis, equivalente a um potencial de valorização de 66% em relação ao último fechamento.
A visão mais construtiva para a companhia é explicada principalmente pelo impacto das quedas de juros e pelo valuation dos principais ativos da Cosan.
“A Cosan é uma empresa de portfólio com investimentos em ativos insubstituíveis, altamente sensível a taxas de juros mais baixas e com forte potencial de valorização para seus principais ativos”, afirma o BofA.
Aliás, o banco prevê um forte potencial de valorização e tem classificação de compra para as três empresas nas quais a Cosan investe: Raízen (RAIZ4), Rumo (RAIL3) e Vale (VALE3).
A instituição projeta uma alta potencial de 29% para as ações RAIZ4, além de valorização de 28% para RAIL3 e 32% para VALE3.
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Os papéis da Cosan subiam 0,62% na B3 por volta das 17h, negociados a R$ 19,34.
Na projeção do Bank of America, a Rumo e a Vale devem ser responsáveis pelos principais impulsos de lucros da Cosan (CSAN3) no curto prazo.
Os analistas acreditam que o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Rumo deve crescer 25% em 2024 com maiores rentabilidades devido à relação favorável de oferta e demanda para o transporte de grãos no Brasil.
Na Vale, os preços do minério de ferro devem permanecer elevados no primeiro trimestre deste ano e ajudar os números da empresa.
“A Cosan vem desfazendo parte da estrutura de derivativos utilizada para financiar a aquisição da participação de 4,9% na Vale, o que poderia aumentar a visibilidade do balanço patrimonial e dos dividendos, o que deve ser bem recebido pelos investidores.”
Além disso, o processo de eleição do CEO da Vale deve começar este mês, e o ex-CEO da Cosan, Luis Henrique Guimarães, é um potencial candidato à vaga. Caso Guimarães seja eleito, a expectativa é que a Cosan tenha um papel mais ativo na mineradora.
Já no médio prazo, os analistas enxergam três potenciais catalisadores para as ações da Cosan. O primeiro deles é o aumento da produção do negócio de etanol de segunda geração (E2G) da Raízen e a sustentabilidade de rendimentos muito mais elevados de cana-de-açúcar.
Segundo o BofA, os resultados de curto prazo da Raízen devem ser impactados negativamente pelos preços mais baixos do etanol e dos combustíveis, mas o Ebitda deve crescer em 2024 devido a melhores rendimentos de cana, maiores volumes de moagem e margens de distribuição de combustíveis mais estáveis.
O banco ainda destaca a expansão da Rumo em Mato Grosso e o aumento tarifário até 2028. Além disso, a potencial listagem na bolsa e um evento de liquidez das empresas privadas Compass e Moove poderia desbloquear valor para a Cosan (CSAN3).
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen