O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os papéis da varejista lideram a ponta positiva do Ibovespa, com uma alta de 3% — um ganho que coloca os ativos no azul novamente no acumulado de 2024
O investidor que olhou para as ações da Lojas Renner (LREN3) no dia seguinte à divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2023 se deparou com um tombo de 8% — mudanças no quadro de executivos, os juros altos e a concorrência chinesa castigaram a varejista. Mas, como diz o ditado: nada como um dia após o outro.
Nesta terça-feira (2), os papéis da Lojas Renner lideram a ponta positiva do Ibovespa, com uma alta de cerca de 3% — um ganho que coloca os ativos no azul novamente no acumulado de 2024 (+0,35%). Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Os juros, embora estejam caindo, continuam em patamar elevado; a concorrência chinesa segue implacável; e os executivos dos tempos áureos da Renner não voltaram. Então o que mudou e anima os investidores?
Quem dá essa resposta é o Bank of America (BofA), que melhorou a recomendação para as ações LREN3 de venda para compra.
Além disso, o banco aumentou o preço-alvo de R$ 16,50 para R$ 21 — o que representa um potencial de valorização de 24,7% em relação ao último fechamento.
“2023 foi um ano de desafios, mas sem dúvida conseguimos garantir crescimento com muito mais rentabilidade para os próximos anos", disse o CEO da Renner, Fabio Adegas Faccio, um dia após a divulgação do balanço.
Leia Também
E parece que o BofA concorda com o executivo. Segundo o banco, a varejista tem recuperado as principais capacidades de subscrição de crédito.
O Bank of America cita em relatório uma nova equipe de crédito ao consumidor, que está fazendo progressos sólidos em termos de utilização de dados, algoritmos e reativação da principal clientela de crédito da empresa.
"A pressão das ofertas rivais de fintech podem estar diminuindo à medida que os emitentes se concentram na rentabilidade. Procuramos a combinação de uma melhor gestão de risco e subscrição incremental para impulsionar a rentabilidade e o crescimento nas mesmas lojas", diz o Bank of America em relatório.
Cálculos do banco mostram que os usuários do cartão Renner têm valores de transação 30% a 50% acima da média geral e com frequência de uso muito maior.
“Erros de crédito relativamente recentes parecem ser em grande parte responsáveis pela fraqueza das mesmas lojas. E embora procuremos considerações competitivas que possam restringir a penetração e a rentabilidade globais do crédito, também vemos uma melhoria acentuada em relação às perdas de 2023”, diz o BofA.
O Bank of America está otimista com a possibilidade de a Renner encarar de igual para igual a concorrência de Shein e outras gigantes chinesas.
Segundo o banco, simultaneamente às melhorias no crédito, as preocupações com o comércio eletrônico internacional começaram a desaparecer.
Dados do banco central mostram que o comércio eletrônico transfronteiriço geral aumentou apenas 2% em janeiro de 2024, contra uma estimativa de 145% no ano passado.
“Os desafios constitucionais baseados na isonomia e nos esforços contínuos de lobby também parecem suscetíveis de gerar impostos incrementais no comércio eletrônico transfronteiriço”, diz o BofA.
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou