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As chamadas solid-state battery são consideradas a nova fronteira da tecnologia, ao menos no ramo de capacitância
A fabricante japonesa de peças eletrônicas Tokyo Denki Kagaku, mais conhecida como TDK, anunciou na segunda-feira (17) que desenvolveu “com sucesso” uma nova tecnologia para melhorar as baterias dos dispositivos vestíveis, os chamados wearable devices, como smartwatches, fones sem fio e aparelhos auditivos.
Atualmente, pelo tamanho e capacidade de bateria, esses dispositivos têm uma vida útil bastante curta, sendo necessário carregá-los com frequência quase diária.
Agora, a TDK afirma que conseguiu criar um material para as chamadas baterias de estado sólido, que aumentaria a densidade de energia em 100 vezes. Em outras palavras, isso representa um aumento da energia armazenada por bateria.
Esse pode ser um salto de qualidade para os produtos da Apple — tanto wearables quanto, em última instância, smartphones —, tendo em vista que a TDK é uma das fornecedoras da empresa de Tim Cook — e que recebe duras críticas (e memes) sobre a durabilidade da bateria de seus aparelhos.
As chamadas solid-state battery são consideradas a nova fronteira da tecnologia, ao menos no ramo do armazenamento de energia.
Especialistas acreditam que elas têm potencial de competir com as atuais baterias de íon-lítio, não apenas no quesito armazenamento de energia, mas também com um carregamento mais rápido.
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Contudo, sempre que o assunto envolve baterias, há uma preocupação com a combustão de elementos. Inclusive, as companhias aéreas proíbem que sejam despachados os chamados power banks, os carregadores portáteis.
Mas a TDK garante que o uso de eletrólitos sólidos à base de óxido tornam as novas baterias "extremamente seguras".
Por fim, o tamanho menor da bateria e sua maior capacitância — isto é, a capacidade de um dispositivo armazenar carga elétrica — significa que ela pode contribuir para dispositivos cada vez menores e com tempo de operação mais longo.
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