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O preço-alvo para PagBank é de US$ 15 — o que representa um potencial de valorização de 23,8% em relação ao último fechamento
Fundamentos melhores, receita acelerando 15% e lucro crescendo 33% no primeiro trimestre de 2024, na comparação anual, aumentaram a confiança do Goldman Sachs no PagBank (PAGS; PAGS34) — que vê uma oportunidade na ação, embora não seja a única.
Depois do Bradesco BBI, o banco norte-americano elevou a recomendação para as ações do PagBank de neutro para compra.
O preço-alvo para os papéis do PagBank é de US$ 15 — o que representa um potencial de valorização de 23,8% em relação ao último fechamento.
A ação do PagBank está barata. Segundo o Goldman, as ações negociadas em Nova York já desvalorizaram muito — acumulam 20% de perdas desde abril.
"Acreditamos que o mau desempenho do PagBank se deve principalmente às expectativas de taxas de juros mais altas no Brasil", diz o Goldman Sachs em relatório.
Atualmente, as ações do PagBank estão sendo negociadas abaixo da Cielo a 7,4 vezes a relação entre preço e lucro (P/E) para 2025.
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O banco não fez uma avaliação da Cielo devido à oferta pública de aquisição, uma operação que ainda não foi concluída.
Sobre a Stone (STNE; STOC31), o Goldman Sachs destaca que a ação também teve desempenho inferior e está sendo negociada a um múltiplo comparável de 7,8 vezes.
O banco manteve recomendação de compra para os papéis da Stone.
Já o preço-alvo foi rebaixado de US$ 21 para US$ 15 — o que ainda representa um potencial de valorização de 25,6% em relação ao último fechamento.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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