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O Citi registrou um prejuízo de US$ 1,8 bilhão no quarto trimestre de 2023, pressionado por por encargos de US$ 3,8 bilhões
Se por aqui, o fim de semana mostra sinais de frente fria, no resto do globo, o “sextou” de hoje chega “carregado” de notícias negativas para milhares de funcionários do Citigroup (Citi). Depois de um prejuízo bilionário e um “quarto trimestre claramente decepcionante”, o banco anunciou que vai demitir 20 mil trabalhadores, de acordo com informações da Reuters.
A instituição pretende reduzir sua força de trabalho global — atualmente em torno de 239 mil pessoas — em cerca de 8% até 2026, segundo o diretor financeiro (CFO) do Citi, Mark Mason.
“O quarto trimestre foi claramente decepcionante. Sabemos que 2024 é crítico”, disse a CEO Jane Fraser, em teleconferência com analistas a qual a agência de notícias teve acesso.
Mas os cortes não param por aí. Além das demissões na própria equipe, o Citi pretende atingir um nível de 180 mil funcionários após a cisão e listagem de sua unidade mexicana Banamex — que resultarão na extinção de outros 40 mil empregos.
O Citi registrou um prejuízo de US$ 1,8 bilhão no quarto trimestre, segundo os documentos enviados à SEC, a xerife do mercado de capitais norte-americano.
A perda foi resultado de encargos de US$ 3,8 bilhões, que incluíam despesas de reorganização da companhia, uma reserva relacionada a desvalorizações cambiais e instabilidade na Argentina e na Rússia e um pagamento de US$ 1,7 bilhão para reabastecer um fundo de seguro de depósitos do governo.
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De acordo com o balanço, o banco espera reportar entre US$ 700 milhões e US$ 1 bilhão em encargos este ano relacionados a custos de indenizações e à reestruturação da companhia.
A expectativa é que, em duas semanas, o banco anuncie mais mudanças organizacionais, de acordo com um e-mail aos funcionários visto pela Reuters.
A CEO Jane Fraser afirmou no memorando interno que a simplificação da estrutura do Citi deve ser parcialmente concluída neste trimestre — resultando na economia de US$ 1 bilhão e eliminando cerca de 5 mil empregos, principalmente na área de gestão.
“Sempre que uma indústria ou empresa passa por este tipo de reduções, isso prejudica o moral”, disse o CFO da empresa. De acordo com o executivo, os cortes de pessoal não afetarão o crescimento da receita.
A receita do Citi recuou 3% no quarto trimestre em relação ao mesmo período de 2022, para US$ 17,4 bilhões no fim de dezembro.
A receita da divisão comercial caiu 19% na mesma base, para US$ 3,4 bilhões, pressionada pela diminuição nas receitas de renda fixa após a desaceleração das taxas de juros e dos mercados cambiais, além de perdas na Argentina.
Ao mesmo tempo, as receitas bancárias aumentaram 22%, para US$ 949 milhões, enquanto as receitas do banco nos EUA subiram 12%, para US$ 4,9 bilhões.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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