Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Um significado para o CPI: Inflação ao consumidor dos EUA dá o tom com S&P-500 em nível recorde e Ibovespa em busca da nona alta seguida

Além da inflação ao consumidor norte-americano, investidor brasileiro também repercute vendas no varejo e regulamentação da reforma tributária

11 de julho de 2024
8:09
Bandeira dos EUA com cifrão em cima, representando oportunidade de ganhos com bolsa americana, juros
Imagem: Shutterstock

O brasileiro lê a sigla CPI e já imagina uma investigação em curso no Congresso. No mercado financeiro, porém, CPI tem outro significado — claro, quando não há uma Comissão Parlamentar de Inquérito relevante em ação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O CPI que interessa aos investidores nesta quinta-feira leva artigo masculino e refere-se às iniciais de consumer price index.

Por uma convenção questionável, a imprensa econômica brasileira usa CPI (“cipiái” para os íntimos) ao abordar os índices de preços ao consumidor de outros países, inclusive dos que não falam inglês.

De qualquer modo, não é essa a discussão que interessa. O fato é que o CPI foi visto por décadas como só mais um indicador, especialmente nas economias desenvolvidas.

Da pandemia para cá, essa situação mudou. A inflação disparou ao redor do mundo. Isso levou a um movimento de elevação das taxas de juros por todos os cantos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve elevou a taxa básica de juros ao nível mais elevado desde 2001 — e a mantém nesse patamar há mais de um ano.

Leia Também

Na terça e na quarta-feiras, porém, o presidente do Fed, Jerome Powell, sugeriu que o banco central norte-americano não precisa necessariamente esperar até que a inflação recue à meta de 2% ao ano para começar a cortar os juros.

A declaração animou os mercados financeiros. É por isso que hoje os investidores só querem saber do resultado do CPI de junho, com divulgação prevista para às 9h30.

O índice cheio está em desaceleração. A expectativa é de que a inflação acumulada em 12 meses nos EUA passe de 3,3% em maio para 3,1% em junho. Já a expectativa para os núcleos é de que se mantenham em 3,4%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mesmo horário sairão os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA. Qualquer surpresa para baixo tende a reforçar a percepção dos investidores de que o Fed finalmente tenha espaço para começar a cortar os juros em setembro.

Em Wall Street, o índice S&P-500 renovou ontem seu recorde histórico de fechamento.

O CPI norte-americano vem à tona em um momento no qual o Ibovespa acumula oito sessões seguidas em alta. De grão em grão, a bolsa brasileira já avançou 2,71% em julho. O dólar também perde força depois da escalada ocorrida entre o fim de junho e o começo deste mês.

Embora o CPI tenha mais força para definir o ritmo dos negócios hoje, os investidores brasileiros também precisam ficar de olho nos dados de vendas no varejo e na repercussão da regulamentação da reforma tributária na Câmara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aqui você confere os principais pontos decididos ontem.

O que você precisa saber hoje

ENTREVISTA EXCLUSIVA
BTLG11: gestor do fundo imobiliário queridinho dos analistas diz onde vê oportunidades e detalha estratégias de reciclagem e aquisições.
 Segundo um dos gestores do FII, Francisco Tavares Júnior, o tamanho da carteira tem ajudado em uma das principais estratégias para o fundo.

REPORTAGEM ESPECIAL
Cury (CURY3) mantém ações em forte alta, quebra recorde de vendas no segundo trimestre e diretor diz o que esperar para o balanço da construtora.
 Ronaldo Cury, diretor de Relações com Investidores da companhia, atribui as marcas históricas a três fatores principais.

UM BANCO, DOIS CEOs
Sob nova direção: quem é Alexandre Riccio, o executivo que vai comandar o Inter (INBR32) no Brasil.
 Até então vice-presidente sênior de retail banking, Riccio vai se tornar CEO no Brasil. João Menin segue como CEO global do banco digital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

INDEPENDÊNCIA EM XEQUE
A eleição nos EUA pode impedir o Fed de cortar os juros? O que esperar caso Trump volte à Casa Branca em novembro.
 A relação tumultuada do republicano com o Fed, particularmente com o atual presidente, Jerome Powell, deixa os investidores ao redor do mundo de cabelo em pé.

Uma boa quinta-feira para você!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A verdadeira diversificação nos FIIs, a proposta de cessar-fogo no Irã, e o que mais move as bolsas hoje

6 de abril de 2026 - 8:09

O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo

TRILHAS DE CARREIRA

Entre o que você faz e onde você está: quanto peso dar à cultura organizacional nas suas escolhas de carreira?

5 de abril de 2026 - 8:00

Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O poder elétrico na sua carteira, as novas ameaças de Trump, e o que mais move os mercados

2 de abril de 2026 - 8:30

Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Volta da inflação? Aprenda a falar a língua do determinismo estocástico 

1 de abril de 2026 - 19:45

Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O novo momento da Boa Safra (SOJA3), o fim da guerra no Irã e o que mais você precisa ler hoje

1 de abril de 2026 - 8:28

A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os terremotos nos mercados com a guerra, a reestruturação da Natura (NATU3) e o que mais mexe com seu bolso hoje

31 de março de 2026 - 8:37

Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Da escalada militar à inflação global: o preço da guerra entre EUA e Irã não é só o petróleo

31 de março de 2026 - 7:24

Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Uma nova estratégia para os juros, eleições presenciais, guerra no Oriente Médio e o que mais move os mercados hoje

30 de março de 2026 - 8:10

O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente

DÉCIMO ANDAR

As águas de março geraram oportunidades no setor imobiliário, mas ainda é preciso um bom guarda-chuva

29 de março de 2026 - 8:00

Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O melhor emprego do mundo: as dicas de um especialista para largar o CLT e tornar-se um nômade digital 

28 de março de 2026 - 9:02

Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle 

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O corte de dividendos na Equatorial (EQTL3), a guerra em Wall Street, e o que mais afeta seu bolso hoje

27 de março de 2026 - 8:17

A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira

SEXTOU COM O RUY

Nem todo cão é de guarda e nem toda elétrica é vaca. Por que o corte de dividendos da Equatorial (EQTL3) é um bom sinal?

27 de março de 2026 - 6:01

Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O sucesso dos brechós, prévia da inflação, o conflito no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

26 de março de 2026 - 8:17

Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Será que o Copom que era técnico virou político?

25 de março de 2026 - 20:00

Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As empresas nos botes de recuperação extrajudicial, a trégua na guerra do Oriente Médio, e o que mais move os mercados hoje

25 de março de 2026 - 8:00

Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como se proteger do cabo de guerra entre EUA e Irã, Copom e o que mais move a bolsa hoje

24 de março de 2026 - 8:10

Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Quando Ormuz trava, o mundo sente: como se proteger da alta das commodities e de um início de um novo ciclo

24 de março de 2026 - 7:25

O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O problema de R$ 17 bilhões do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3), o efeito da guerra nos mercados, e o que mais você precisa saber para começar a semana

23 de março de 2026 - 8:20

O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação vencedora no leilão de energia, troca no Santander (SANB11), e o que mais mexe com a bolsa hoje

20 de março de 2026 - 7:56

Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira

SEXTOU COM O RUY

Eneva (ENEV3) cumpre “profecia” de alta de 20% após leilão, mas o melhor ainda pode estar por vir

20 de março de 2026 - 6:03

Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia