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Nos EUA, aumentam as apostas por um corte de juros maior; por aqui, inflação persistente sinaliza aumento das taxa Selic
A primeira semana de setembro não foi das melhores para o Ibovespa. De largada, o índice registrou queda acumulada de 1,05% — mas a abertura do “round 2” deste mês mostra sinais de que as coisas podem melhorar.
Para os próximos dias, os investidores devem acompanhar os números de inflação — medidos pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) — dos Estados Unidos, enquanto crescem as apostas por um corte de juros maior no país.
Segundo dados do CME Group, a probabilidade de um corte de 50 pontos-base já na próxima reunião chegou a saltar brevemente acima dos 50% após os números do payroll da semana passada, mas voltou à casa dos 27% nos dias seguintes.
Por falar em inflação e Banco Central, também serão divulgados os números do IPCA de agosto na próxima terça-feira (10). Na contramão do que acontece nos EUA, por aqui crescem as apostas de que a autoridade monetária eleve os juros básicos.
Isso porque a inflação segue persistentemente perto do teto da meta de 4,5%, o que poderia exigir do BC uma postura mais agressiva contra o aumento de preços.
Saiba o que esperar da semana com a agenda dos próximos dias aqui no Seu Dinheiro.
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Além disso, o governo federal continua na tentativa de apagar os incêndios herdados da semana anterior após a queda do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida.
Já nesta segunda-feira, de olho nos mercados, os futuros de Nova York tentam reverter as perdas da semana anterior e sobem nas primeiras horas da manhã. Da mesma forma, as bolsas na Europa também avançam após a abertura.
Quem destoa é a Ásia, que encerrou o dia em queda, acompanhando a divulgação dos dados regionais.
Na China, o CPI avançou à taxa anual de 0,6% em agosto, contra as projeções de 0,8%.
Apesar de o controle da inflação ser lido como um dado positivo, analistas avaliam que essa queda se deve à desaceleração da economia e uma menor demanda do país, além de um reflexo da persistente crise do setor imobiliário.
Ainda na Ásia, o PIB do Japão cresceu 2,9% no trimestre em termos anualizados, em comparação com a estimativa preliminar de crescimento de 3,1%.
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