O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Se a economia chinesa sofre, nós necessariamente compartilhamos dessa desgraça?
Entre uma e outra divulgação de inflação nos EUA, sentimo-nos à deriva.
A despeito de alguns momentos pontuais de refresco, o mercado brasileiro vai mal neste início de 2024.
Não terrivelmente mal, mas pior do que os pares emergentes, e pior do que se poderia esperar dele.
Parte disso tem a ver com uma certa ressaca após o rali de fim de ano, outra parte tem a ver com declarações infelizes do Governo Lula, mas a parte que nos interessa aqui diz respeito à China.
Seria o Brasil um quintal da China?
Ou seja, se a economia chinesa sofre, nós necessariamente compartilhamos dessa desgraça?
Leia Também
De fato, a intimidade entre as partes aumentou exponencialmente desde os anos 2000.
Expandimos as nossas exportações de um nível de USD 20 bi para outro próximo a USD 170 bi em 25 anos, e boa parte disso se deve ao grande salto chinês.
Ainda assim, desconfio que os downsides associados à China nos são limitados.
Primeiro porque o contexto por lá parece remeter menos ao estouro catastrófico de uma bolha e mais à transição gradual para um estado estacionário.
Nessa nova normal, ainda que o crescimento chinês desacelere para a banda de 3% a 5% ao ano, seu metabolismo basal continuaria sendo gigantesco.
Em paralelo, temos a ascensão da Índia.
É difícil imaginar um cenário no qual o crescimento indiano não vá beneficiar o quantum e os termos de troca brasileiros, mesmo que por vias indiretas.
Estamos falando de um catch-up do PIB da Índia em relação à China da ordem de USD 4 tri para USD 18 tri - o que é simplesmente brutal.

Por fim, e a despeito de taxas de fertilidade em queda no mundo todo, ainda temos diante de nós a perspectiva adicional de 2 bilhões de população nos próximos 50 anos.
Dois bilhões de bocas que consomem commodities agrícolas, petróleo, minério de ferro e jatos da Embraer.
A ideia de ser um quintal da China pode soar pejorativa quando o momentum chinês não colabora, mas a ideia de ser um quintal do mundo não me parece tão ruim.
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país