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Petróleo tem forte queda nos mercados internacionais, o que tende a pesar sobre as ações da Petrobras; investidores aguardam relatório de produção da Vale
Às vezes fica a impressão de que o brasileiro está proibido de ter um dia de sossego. O mesmo vale para o mercado financeiro local.
O Ibovespa começou a semana em alta consistente, com o dólar e as taxas projetadas dos juros em queda.
Os investidores repercutiram notícia segundo a qual o governo federal estaria preparando um anúncio de medidas de contenção de gastos para depois do segundo turno das eleições municipais.
Somaram-se a isso falas públicas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do próximo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre perspectivas para a inflação e o crescimento econômico.
No entanto, essa melhora pode ser pontual.
Leia Também
Hoje, o MSCI Brazil, principal ETF da bolsa brasileira negociado no exterior, amanheceu em queda de 1%.
Grande parte desse movimento se deve à forte queda do petróleo nos mercados internacionais nesta terça-feira. Isso tende a pesar sobre as ações da Petrobras.
A commodity reage a mais um corte nas projeções de demanda da AIE para 2024 e à notícia de que Israel teria prometido aos EUA que não atacaria instalações de petróleo e nucleares do Irã.
Em meio à ausência de indicadores econômicos relevantes para hoje, os investidores passarão o dia na expectativa em relação ao relatório trimestral de produção da Vale.
Enquanto isso, Wall Street volta do feriado com mais resultados trimestrais de bancos neste início de temporada de balanços.
‘RALI DE NATAL’ DOS FIIs
A TAXA FAVORITA DO BRASILEIRO
O retorno de 1% ao mês voltou ao Tesouro Direto: títulos públicos prefixados voltam a pagar mais de 12,7% ao ano com alta dos juros. Títulos indexados à inflação negociados no Tesouro Direto também estão pagando mais com avanço nos juros futuros.
O QUE VEM POR AÍ…
Petrobras (PETR4) vai liberar mais dividendos? Por que a notícia de redução de investimento pode ser ruim para o governo, mas é boa para os investidores. Outra notícia positiva veio de um executivo da petroleira, que confirmou que a estatal está revendo o caixa mínimo de US$ 8 bilhões no próximo plano estratégico 2025-29
SEM M&A À VISTA
A Suzano (SUZB3) ainda pode partir para uma grande aquisição? O BTG acha improvável — e diz o que fazer com as ações agora. Apesar de nenhum crescimento inorgânico relevante no radar dos analistas, o banco continua animado com as ações SUZB3.
RISCO FISCAL
O “moody” de Rogério Xavier sobre o Brasil: “eu tenho dado downgrade a cada notícia”. Na avaliação do sócio-fundador da SPX, gastos parafiscais de R$ 100 bilhões sustentam PIB acima do esperado, mas fazem dívida correr o risco de “explodir”.
ORÁCULO DE OMAHA
Warren Buffett aumenta a aposta e já detém 32% desta empresa “impopular” em Wall Street. Após se desfazer de bilhões de dólares em ações de companhias como o Bank of America e a Apple, Warren Buffett comprou 3,6 milhões de ações no setor de mídia.
MUITO ALÉM DA CÓPIA
Louis Vuitton, Gucci, Dior: como a China pode destruir o mercado de luxo — e não é só com réplicas mais baratas. As ações das grandes marcas de luxo estão passando por uma montanha-russa este ano e a segunda maior economia do mundo tem muito a ver com isso.
APOSTAS ONLINE
“Caça às bets” não é só no Brasil: Reino Unido estuda novos impostos para empresas do setor de apostas e cassinos online. Medidas incluem dobrar alguns dos impostos cobrados de cassinos online e casas de apostas, como o imposto geral de apostas de 15% sobre os lucros.
ITAÚ MACRO VISION 2024
“Os seres humanos não vão competir com a Inteligência Artificial, mas sim com outros seres humanos que usam a IA”, diz executivo do alto escalão da Amazon. Evento realizado pelo Itaú BBA uniu nomes de alto calibre para falar sobre a aplicação de IA nas empresas; veja os destaques.
MACROECONOMIA EM FOCO
Brasil com grau de investimento, mais uma revisão positiva do PIB e inflação dentro da meta? Tudo isso é possível, segundo Haddad. O ministro da Fazenda admitiu em evento nesta segunda-feira (14) que o governo pode revisar mais uma vez neste ano a projeção para o Produto Interno Bruto de 2024.
MACRO VISION 2024
Harmonia com Haddad, meta de inflação e desafios do BC: as primeiras declarações públicas de Gabriel Galípolo como sucessor de Campos Neto. Galípolo, que teve seu nome aprovado pelo Senado Federal na semana passada para assumir o Banco Central, participou do Itaú BBA Macro Vision.
ATACAREJO EM ALTA
Assaí (ASAI3) sobe quase 5% após receber luz verde da Receita Federal que “libera” mais de R$ 1 bilhão em bens da rede. A decisão da Receita Federal vem à tona quase quatro anos depois da cisão das operações do GPA e do Assaí.
OTIMISMO COM CAUTELA
O que a Opep prevê para o PIB e a produção de petróleo no Brasil. Opep mantém projeções otimistas para o país, mas alerta para alguns gatilhos negativos, como inflação e aumento nos custos da produção offshore.
DEVO, NÃO NEGO…
Sequoia (SEQL3) anuncia recuperação extrajudicial para renegociar dívidas de R$ 295 milhões, mas com bancos e debêntures de fora. O plano da Sequoia inclui a conversão e reperfilamento de créditos decorrentes de contratos com fornecedores, prestadores de serviços e locadores de armazéns.
SEM ZEBRA DESTA VEZ
Por que alguns países são mais ricos do que outros? Uma das respostas a essa pergunta acaba de render um Prêmio Nobel. Cotado há anos entre os favoritos para o Nobel de Economia, o turco Daron Acemoglu é um dos vencedores do prêmio em 2024.
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
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Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
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