O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidores temem pouso forçado da economia dos EUA enquanto repercutem resultados trimestrais ruins das big techs
A aversão ao risco dá o tom dos mercados financeiros na manhã desta sexta-feira. As bolsas de valores da Ásia fecharam em forte queda, as da Europa abriram em baixa e os índices futuros de Wall Street indicam um pontapé inicial em vermelho vivo.
Esse cenário tende a complicar a vida do Ibovespa hoje.
Na véspera, a bolsa brasileira até começou bem o primeiro pregão de agosto. Ao longo do dia, porém, a repercussão de uma série de indicadores sobre a economia norte-americana azedou o clima em Wall Street e o Ibovespa não aguentou tanta pressão.
O principal índice de ações do Brasil fechou em queda de 0,20%. Ainda assim, o recuo foi bem menor do que em Nova York.
Os mercados globais reagem a dados de atividade econômica que apontam para uma forte desaceleração nos Estados Unidos.
Essa leitura alimenta temores de que o desaquecimento buscado pelo Federal Reserve por meio de uma política monetária restritiva seja bem menos suave do que o esperado.
Leia Também
Isso aumenta o interesse dos investidores pelos números do payroll de julho. A expectativa é de que o relatório mensal sobre o mercado de trabalho dos EUA mostre perda de fôlego na geração de emprego.
Mas não é só.
Os investidores também reagem negativamente aos resultados das big techs no segundo trimestre de 2024.
As ações da Amazon caíam mais de 8% no pré-mercado. Já os papéis da Intel derretem 20% depois de a fabricante de chips ter anunciado a suspensão dos dividendos em um momento de perda de receita e prejuízo.
GANHANDO TERRITÓRIO
Mercado Livre (MELI34) dobra lucro, sobe sarrafo de novo e deve seguir atropelando Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3). Sequência de resultados fortes, mesmo em cenário desfavorável para o varejo, abre caminho para empresa argentina ganhar ainda mais espaço no Brasil.
DE MALAS PRONTAS?
A América Latina ficou pequena para o Nubank (ROXO34)? Analistas apontam os próximos destinos para o banco digital expandir os negócios. Goldman Sachs avalia que existem hoje oito potenciais destinos para o banco digital — e um caminho alternativo mais arriscado.
ESTÁ VALENDO!
Seu carrinho na Shein já está mais caro: compras de até US$ 50 feitas pela internet começam a pagar 20% de tarifa. Os produtos com valores entre US$ 50,01 e US$ 3 mil terão taxação de 60%, com uma dedução fixa de US$ 20 no valor total do imposto.
SEXTOU COM O RUY
Ação com lucro sem sustos e ótimos dividendos? Sim, ela existe e deveria estar na sua carteira. Na visão do colunista Ruy Hungria, a fase pesada de capex dessa empresa ficou para trás – o que, combinado com a redução do endividamento, deve culminar em um aumento na distribuição aos acionistas neste e nos próximos anos.
Uma boa sexta-feira e um excelente fim de semana para você!
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais