O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A divisa norte-americana terminou os últimos cinco dias com valorização de 0,34% — um movimento que segue os juros nos EUA
O dólar voltou a beliscar os R$ 5 na semana, um nível psicológico importante para o mercado de câmbio — e tudo por conta do Federal Reserve (Fed).
O banco central norte-americano tem sido o vilão de tudo o que acontece nos mercados aqui e lá fora e não é de hoje.
O gatilho da alta do dólar dessa vez foi a inflação, cujos dados divulgados nesta semana nos EUA fizeram os investidores recalibrarem as apostas sobre a queda nos juros por lá.
O dólar começou a semana tocando, na máxima do dia, o nível psicológico de R$ 5,00. Mas passou a cair em seguida com relatos de entrada de fluxo comercial, desmonte parcial de posições defensivas e movimentos pontuais de realização de lucros.
A moeda norte-americana ainda ameaçou zerar a queda após falas do presidente Lula sobre a Petrobras em entrevista ao SBT. O petista afirmou que a estatal “não deve apenas pensar nos acionistas e sim em investimento e nos 200 milhões de brasileiros".
Com mínima a R$ 4,9730, o dólar à vista fechou a sessão de segunda-feira (11), cotado a R$ 4,9784, em baixa de 0,05%.
Leia Também
Já a terça-feira (12) foi marcada por instabilidade e troca de sinais, fazendo com que a moeda norte-americana perdesse força em meio a novas máximas do Ibovespa e encerrasse a sessão em queda de 0,07%, a R$ 4,9748.
A leitura do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos EUA em fevereiro ratificou a percepção de que o Fed vai esperar até junho para iniciar o processo de corte de juros.
Na quarta-feira (13), o mercado de câmbio operou em marcha lenta. Com oscilação de pouco mais de dois centavos de real entre a mínima (R$ 4,9643) e a máxima (R$ 4,9880) e algumas trocas de sinal, o dólar terminou cotado a R$ 4,9762, em alta de 0,03%.
O resultado acima do esperado da inflação ao produtor nos EUA aumentou a probabilidade de um ciclo menor de queda de juros pelo Fed neste ano e levou a nova rodada de alta dos yields (rendimento) dos Treasurys, castigando divisas emergentes.
Com máxima a R$ 4,9940, o dólar à vista encerrou a sessão de quinta-feira (14) em alta de 0,22%, a R$ 4,9870.
Na sexta-feira (15), a moeda norte-americana beliscou os R$ 5,00 em um dia marcado pela valorização exterior e pelo avanço dos yields dos Treasurys. Além da série de indicadores de inflação nos EUA — que alimentaram uma postura defensiva — eventos no Brasil também alimentaram a busca por dólar.
O temor de que o governo Lula aumente gastos públicos para recuperar a popularidade e a questão dos dividendos da Petrobras acabaram aumentando a demanda por proteção na moeda norte-americana.
Na semana que vem, o mercado de câmbio deve continuar sendo determinado pelo futuro da política monetária nos EUA.
Isso porque que a próxima semana será marcada pela decisão de política monetária do Fed, na chamada Super Quarta — quando o BC brasileiro também anuncia sua decisão sobre os juros após o fechamento dos mercados.
Lá, a expectativa é de que o Fed mantenha a taxa de juros no patamar atual — de 5,25% a 5,50% ao ano. Por aqui, o Copom deve promover mais um corte de 0,50 ponto percentual na taxa de Selic.
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo