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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa dribla NY com recuperação de Petrobras (PETR4) e força de Vale (VALE3); dólar fecha próximo da estabilidade

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2 de abril de 2024
7:22 - atualizado às 21:14

RESUMO DO DIA: No segundo dia do mês, a bolsa brasileira ganhou uma 'forcinha' das commodities para tentar recuperar as perdas da sessão anterior — mas não foi suficiente para zerar a queda.

O Ibovespa terminou a sessão com alta de 0,44%, aos 127.548 pontos.

Já o dólar ficou enfraquecido diante de incertezas sobre a política monetária nos Estados Unidos em meio a uma bateria de indicadores. A moeda norte-americana fechou próximo da estabilidade, com queda de 0,02%, a R$ 5,0583 no mercado à vista.

Com apoio da alta de mais de 3% do minério de ferro, a Vale (VALE3) avançou pela quarta vez consecutiva. Já a Petrobras (PETR4) recuperou os R$ 500 bilhões em valor de mercado após 16 pregões, com o "empurrão" do petróleo.

No exterior, a volatilidade dominou os mercados. Na Europa, a inflação alemã desacelerou e atingiu o menor nível desde abril de 2021.

Nos Estados Unidos, o relatório Jolts apontou a abertura de empregos pouco acima do previsto. Os investidores agora aguardam o principal relatório de emprego do país, o payroll de março, que será divulgado na próxima sexta-feira (5).

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (2):

ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

Na ponta positiva do Ibovespa, as ações da Lojas Renner (LREN3) avançaram com a elevação de recomendação de neutra para compra pelo Bank of America (BofA).

O banco também elevou o preço-alvo de R$ 16,50 para R$ 21,00, o que representa uma potencial valorização de 24,7% em relação ao fechamento da última segunda-feira (1).

Petrobras (PETR3;PETR4) também se destacou ao recuperar o patamar de R$ 500 bilhões em valor de mercado, após 16 pregões. A estatal foi impulsionada pelo avanço do petróleo ao maior nível em cinco meses.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
LREN3Lojas Renner ONR$ 17,483,80%
EGIE3Engie ONR$ 40,542,76%
PETR3Petrobras ONR$ 39,612,72%
PETR4Petrobras PNR$ 38,622,58%
RAIL3Rumo ONR$ 22,522,13%

Na ponta negativa, PetroReconcavo recuou quase 10% e liderou as perdas desde a abertura das negociações. O movimento deve-se à suspensão das negociação de fusão com a 3R Petroleum, que haviam iniciado em fevereiro deste ano.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,07-9,02%
AZUL4Azul PNR$ 12,60-2,85%
VAMO3Vamos ONR$ 8,06-2,66%
YDUQ3Yduqs ONR$ 17,52-2,56%
CSNA3CSN ONR$ 15,33-2,48%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou em alta de 0,44%, aos 127.548,52 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira operou volátil na primeira parte da sessão, mas firmou alta na reta final do dia com apoio das commodities.

O minério de ferro avançou mais de 3%, enquanto o petróleo subiu 1% nos mercados internacionais. Em consequência, Vale (VALE3) engatou a quarta alta consecutiva e Petrobras (PETR4) recuperou a marca dos R$ 500 bilhões em valor de mercado.

Entre os destaques locais, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que vê disposição do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, em aprovar a regulamentação da Reforma Tributária ainda neste ano.

O chefe da pasta econômica disse que o governo encaminhará a matéria no próximo dia 15.

Segundo ele, "o reequilíbrio de contas públicas acontecerá em curto prazo". O ministro participou de evento do Bradesco BBI, em São Paulo (SP), nesta terça-feira (2).

FECHAMENTO EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o pregão em queda à medida que os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano avançaram ao longo do dia, ainda com incertezas sobre a política monetária e divulgação de novos dados econômicos.

As taxas projetadas para a dívida de 10 e 30 anos subiram aos maiores níveis desde novembro, com discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) no radar.

Hoje foi a vez do relatório Jolts, considerado uma prévia do relatório oficial de empregos não agrícolas do país, o payroll.

A abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos subiu de 8,748 milhões em janeiro a 8,756 milhões em fevereiro, segundo relatório Jolts divulgado pelo Departamento do Trabalho do país. Os analistas ouvidos pela FactSet previam abertura de 8,770 milhões de vagas do período.

As companhias de tecnologia Nvidia, Alphabet e Microsoft fecharam em baixa. Tesla, em destaque, recuou quase 5% em reação à prévia operacional do primeiro trimestre.

Confira como fecharam os índices em Nova York:

  • Dow Jones: -1,00%, aos 39.1700,24 pontos;
  • S&P 500: -0,72%, aos 5.205,81 pontos;
  • Nasdaq: -0,95%, aos 16.240,45 pontos.
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou a sessão a R$ 5,0583, com leve queda de 0,02%, no mercado à vista.

A moeda norte-americana perdeu força em meio à divulgação de dados econômicos nos Estados Unidos e na Europa. Em destaque, a libra atingiu as máximas do dia após a dados da indústria do Reino Unido virem mais fortes que o esperado.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

O petróleo terminou o dia em alta de quase 2% em reação à escalada dos conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia.

Ao final das negociações, rumores de que o México planeja reduzir exportações da commodity nos próximos meses também aceleraram os ganhos.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent terminaram a sessão com alta de 1,72%, a US$ 88,92 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos futuros do WTI avançaram 1,72%, a US$ 85,15 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

SEQUOIA (SEQL3) DESABA 15% E APAGA ALTA DE 2024

As ações da Sequoia Logística (SEQL3) começaram o ano a 100 por hora — ou melhor, 100%. Após anunciar uma limpeza das dívidas do balanço e a fusão com a Move3 na virada para 2024, a empresa mais que dobrou de valor na bolsa.

Mas a empolgação não durou muito tempo. No pregão desta terça-feira, as ações da companhia amargaram uma queda de mais de 12,8% na B3, a R$ 0,34, mas chegaram a cair mais de 15% nas mínimas*. Com o desempenho de hoje, os papéis apagaram toda a alta do ano e agora se encontram em patamares inferiores aos de dezembro.

Vale lembrar que a Sequoia enfrenta grandes oscilações por qualquer oscilação de preço, já que as ações são cotadas a centavos. E ontem a empresa anunciou uma novidade justamente para mudar essa situação.

Isso porque o grupo anunciou que vai promover um grupamento de ações. Desse modo, a companhia pretende combinar 20 papéis para formar 1. A proposta ainda precisa de aprovação em assembleia de acionistas que acontece no dia 29 de abril.

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JUROS FUTUROS EM ALTA

Os juros futuros (DIs) operam alta em toda a curva, na esteira do avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

Os investidores operam em meio a incertezas quanto à política monetária com a divulgação de novos dados econômicos. O mercado mantém a expectativa de início de cortes nos juros norte-americanos em junho.

Confira o desempenho dos DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/259,95%9,93%
DI1F26DI Jan/269,97%9,94%
DI1F27DI Jan/2710,26%10,21%
DI1F28DI Jan/2810,58%10,52%
DI1F29DI Jan/2910,81%10,74%
DI1F30DI Jan/3010,99%10,92%
DI1F31DI Jan/3111,08%11,01%
DI1F32DI Jan/3211,14%11,07%
DI1F33DI Jan/3311,18%11,12%
MERCADOS AGORA

Em meio à volatilidade dos mercados, o Ibovespa tem oscilado ao longo da sessão.

Há pouco, o principal índice da bolsa brasileira voltou aos 127 mil pontos e tenta sustentar alta, com apoio das commodities.

Lá fora, nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York operam em queda de mais de 1%, em reação às falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

O dólar reduziu as perdas e opera próximo da estabilidade, a R$ 5,0593. Na comparação com uma cesta de seis moedas globais como euro e libra, a moeda norte-americana recua 0,23%.

POR QUE LOJAS RENNER (LREN3) LIDERAM A PONTA POSITIVA DO IBOVESPA HOJE

O investidor que olhou para as ações da Lojas Renner (LREN3) no dia seguinte à divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2023 se deparou com um tombo de 8% — mudanças no quadro de executivos, os juros altos e a concorrência chinesa castigaram a varejista. Mas, como diz o ditado: nada como um dia após o outro. 

Nesta terça-feira (2), os papéis da Lojas Renner lideram a ponta positiva do Ibovespa, com uma alta de cerca de 3% — um ganho que coloca os ativos no azul novamente no acumulado de 2024 (+0,35%). Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados

Os juros, embora estejam caindo, continuam em patamar elevado; a concorrência chinesa segue implacável; e os executivos dos tempos áureos da Renner não voltaram. Então o que mudou e anima os investidores?

Quem dá essa resposta é o Bank of America (BofA), que melhorou a recomendação para as ações LREN3 de venda para compra

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PETRÓLEO SE APROXIMA DE US$ 90 O BARRIL E ATINGE MÁXIMA EM CINCO MESES

Os conflitos no Oriente Médio são um dos principais responsáveis pela volatilidade do petróleo nos últimos meses. A escalada das tensões geopolíticas, porém, ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (2). 

Em consequência, o barril da commodity atingiu o maior nível em cinco meses ao se aproximar do patamar de US$ 90. 

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent — referência mundial — com vencimento para junho operavam em alta de 1,69%, com o barril a US$ 88,22. Mais cedo, o barril chegou a ser cotado a US$ 89,08, na máxima intradiária.

Desde o início do ano, os futuros do Brent têm oscilado entre US$ 75 e US$ 85 o barril, com o risco geopolítico no radar. 

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Na ponta positiva do Ibovespa, as ações da Lojas Renner (LREN3) avançam com a elevação de recomendação de neutra para compra pelo Bank of America (BofA).

O banco também elevou o preço-alvo de R$ 16,50 para R$ 21,00, o que representa uma potencial valorização de 24,7% em relação ao fechamento da última segunda-feira (1).

3R Petroleum sobe com a eventual combinação de negócios com a Enauta e Petrobras acompanha a valorização do petróleo.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
LREN3Lojas Renner ONR$ 17,302,73%
RRRP33R Petroleum ONR$ 33,761,99%
PETR3Petrobras ONR$ 39,101,40%
EMBR3Embraer ONR$ 32,751,11%
EGIE3Engie ONR$ 39,861,04%

Na ponta negativa, PetroReconcavo recua mais de 6% e lidera as perdas da abertura com a suspensão das negociação de fusão com a 3R Petroleum, que haviam iniciado em fevereiro deste ano.

Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,69-6,35%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 6,60-4,90%
YDUQ3Yduqs ONR$ 17,22-4,23%
HAPV3Hapvida ONR$ 3,79-3,81%
CSNA3CSN ONR$ 15,23-3,12%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera instável. De um lado, as bolsas de Nova York pressionam com queda superior a 1% após o relatório Jolts, de dados de emprego, de fevereiro ficar acima do esperado.

Por outro lado, o forte avanço das commodities limitam as perdas do principal índice da bolsa brasileira.

O Ibovespa cai 0,25%, aos 126.673 pontos.

Já o dólar mantém queda desde o início do pregão e opera a R$ 5,0527 no mercado à vista. O movimento acontece após o Banco Central anunciar um leilão extra de até US$ 1 bilhão em swap cambial, o que significa a venda da moeda no mercado futuro.

Os juros futuros (DIs) avançam em toda a curva, estendendo os ganhos da véspera. A curva brasileira abre na esteira da alta nos rendimentos dos Treasurys, em meio à incerteza de juros elevados nos Estados Unidos com dados econômicos do país no radar.

BANCÃO MUDA A RECOMENDAÇÃO PARA A TENDA (TEND3): CHEGOU A HORA DE COMPRAR AS AÇÕES?

Em um dia no qual poucas ações do índice imobiliário da B3 registram alta, a Tenda (TEND3) se destaca nesta terça-feira (2). Por volta das 12h45, os papéis da construtora subiam 3,3%, cotados em R$ 12,75.

O avanço ocorre na esteira de uma novidade na avaliação da empresa por parte de analistas: o Santander elevou para compra recomendação para os papéis TEND3.

De acordo com o banco, as duas últimas novidades anunciadas para o Minha Casa Minha Vida  (MCMV) aumentaram a confiança no processo de turnaround — ou virada financeira — da companhia.

A primeira delas veio da Receita Federal, com a publicação no início do mês passado da instrução normativa para o Regime Especial de Tributação para Incorporações Imobiliárias do MCMV.

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AÇÕES DA TESLA SÃO ATROPELADAS EM NOVA YORK

Alguém anotou a placa do carro que atropelou as ações da Tesla nesta terça-feira (2)? A fabricante de veículos elétricos de Elon Musk apresentou os resultados operacionais do primeiro trimestre de 2024 e, apesar de o desempenho fraco não ser uma surpresa, a empresa está sendo punida pelo mercado — lá fora e aqui. 

Em Nova York, as ações da Tesla chegaram a cair 6,5%, acumulando uma perda de 33% no ano. Na B3, os papéis TSLA34 baixam cerca de 5% e amargam uma queda de 31% em 2024. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados

Segundo o ranking da Forbes, com a queda das ações da Tesla, a fortuna de Musk encolheu em US$ 5,8 bilhões, para US$ 189,4 bilhões.

As entregas da empresa de Musk caíram 8,5% entre janeiro e março deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior e cerca de 20% em relação ao quarto trimestre. 

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A PRIVATIZAÇÃO DA SABESP (SBSP3) VEM AÍ: OFERTA DE AÇÕES DEVE SAIR ENTRE O FIM DE MAIO E AGOSTO NA B3, DIZ CEO

A tão esperada oferta de ações que vai tirar o controle da Sabesp (SBSP3) das mãos do governo do Estado de São Paulo deve ter início em até dois meses — e quem diz isso é o CEO da companhia de saneamento paulista, André Salcedo.

“A gente poderia lançar uma oferta entre o final do mês de maio e o início de junho, podendo executar a oferta até agosto”, afirmou o presidente da empresa de saneamento, durante o Brazil Investment Forum, evento do Bradesco BBI.

Questionado sobre o tamanho da oferta de ações a ser lançada, o CEO da Sabesp afirmou que ainda não há definição. No mercado, porém, fala-se em uma operação entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões. 

Salcedo destacou que a companhia atualmente trabalha com os números que vêm sendo citados pelo governo, de que o Estado reduza a participação na Sabesp dos atuais 50,3% para algo entre 15% e 30%.

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FECHAMENTO NA EUROPA

Com o horário de verão em vigor na Europa, as bolsas fecham mais cedo em relação ao Brasil — às 12h30 (horário de Brasília).

Hoje, as principais bolsas europeias fecharam em queda, invertendo os ganhos da véspera, com a divulgação de novos dados de inflação.

Entre eles, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) desacelerou de 2,5% em fevereiro para 2,2% em março. A queda veio abaixo das expectativas do mercado, que projetava taxa de 2,3%.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • DAX (Frankfurt): -1,135, aos 18.283,13 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,22%, aos 7.935,09 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -0,925, aos 8.130,05 pontos.
GIRO DO MERCADO

No Giro do Mercado desta segunda-feira (4), a jornalista Paula Comassetto recebe o analista Ruy Hungria, da Empiricus Research, para comentar quais são as ações preferidas para investir em abril e buscar bons dividendos.

A Enauta Participações (ENAT3) apresentou uma proposta de fusão ao Conselho de Administração e aos acionistas da 3R Petroleum (RRRP3), conforme comunicado ao mercado na segunda-feira (1º).

A combinação dos negócios, segundo o documento, criaria uma das principais e mais diversificadas empresas independentes de petróleo e gás na América Latina.

A analista Larissa Quaresma, comenta a proposta e o potencial da nova empresa.

ACOMPANHE AO VIVO:

PETROBRAS (PETR4) RETOMA R$ 500 BI EM VALOR DE MERCADO

Com o avanço do petróleo ao maior nível em cinco meses, a Petrobras retomou o patamar de R$ 500 bilhões em valor de mercado há pouco.

O movimento acontece após 16 pregões. Vale lembrar que Petrobras tinha perdido valor de mercado com o anúncio do congelamento do pagamento dos dividendos extraordinários referentes ao quarto trimestre de 2023.

As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) sobem 1,92%, a R$ 39,30; enquanto os papéis preferenciais (PETR4) avançam 1,38%, a R$ 38,17.

GGRC11 ANUNCIA DIVIDENDO ERRADO COM VALOR DEZ VEZES MAIOR QUE O ESPERADO

Um engano nas casas decimais do informe sobre dividendos fez com que o GGR Covepi (GGRC11) pregasse por acidente uma "pegadinha" de 1º de abril nos investidores.

O fundo imobiliário anunciou ontem que pagaria proventos de R$ 0,9 por cota neste mês. O valor está em linha com as últimas distribuições e não causaria estranhamento a não ser por um detalhe: o GGR Covepi realizou um desdobramento de cotas no início do mês passado na proporção de 1:10.

Ou seja, cada cota do FII foi dividida em dez. Logo, os proventos também deveriam ter sido divididos pelo mesmo fator, resultando em R$ 0,09 por cota. Por isso, a informação de que seriam pagos R$ 0,90 pegou muita gente de surpresa.

Vale destacar que, um minuto antes de liberar o aviso aos cotistas, a administração do GGRC11 havia publicado um comunicado ao mercado com o valor correto. Mas o erro no documento não passou em branco e repercutiu em fóruns de investidores de fundos imobiliários.

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EMPREGO NOS EUA

A abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos subiu de 8,748 milhões em janeiro a 8,756 milhões em fevereiro, segundo relatório Jolts divulgado há pouco pelo Departamento doo Trabalho do país.

O avanço foi maior que o esperado. Os analistas ouvidos pela FactSet previam abertura de 8,770 milhões de vagas do período.

Os investidores acompanham uma bateria de dados de trabalho, com destaque para o payroll de março, que será divulgado na sexta-feira (5).

MARISA (AMAR3) CAI 2%

Negociadas fora do Ibovespa, as ações da Marisa (AMAR3) caem 2,70%, a R$ 1,80, na B3.

Os papéis reagem ao novo adiamento da divulgação dos resultados do quarto trimestre e consolidado de 2023. Agora, não há um nova data prevista.

De acordo com comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), eventos ocorridos ao longo de 2023 "adicionaram um volume considerável de novas informações e verificações que, por sua vez, atrasaram o cronograma de preparação das demonstrações financeiras auditadas".

BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam em queda após a abertura na expectativa por novos dados do mercado de trabalho, após resultados da indústria ficarem aquém do esperado.

O mercado também aguarda discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

Confira o desempenho dos índices em Wall Street agora:

  • S&P 500: -1,03%;
  • Dow Jones: -1,24%;
  • Nasdaq: -1,42%.
SOBE E DESCE DA ABERTURA

O Ibovespa tenta inverter o sinal com apoio das commodities e firmar alta.

Na ponta positiva, 3R Petroleum salta mais de 5% com a combinação de negócios com a Enauta, anunciado mais cedo.

Confira as maiores altas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
RRRP33R Petroleum ONR$ 34,865,32%
LREN3Lojas Renner ONR$ 17,232,32%
EMBR3Embraer ONR$ 32,851,42%
PRIO3PRIO ONR$ 49,031,32%
USIM5Usiminas PNAR$ 10,211,19%

Na ponta negativa, PetroReconcavo recua mais de 6% e lidera as perdas da abertura com a suspensão das negociação de fusão com a 3R Petroleum, que haviam iniciado em fevereiro deste ano.

Confira as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,62-6,65%
UGPA3Ultrapar ONR$ 27,35-2,77%
CSNA3CSN ONR$ 15,30-2,67%
CYRE3Cyrela ONR$ 23,85-2,45%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 6,77-2,45%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda de 0,05%, aos 126.931 pontos após a abertura.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Petrobras e Vale operam em alta no pré-mercado em Nova York.

Os ADRs acompanham o tom positivo das commodities, a despeito da cautela dos mercados à espera de novos dados nos Estados Unidos e do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

  • Petrobras (PBR): +1,45%, a US$ 15,44
  • Vale (VALE): +0,58%, a US$ 12,18
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities operam em alta nesta terça-feira (2).

O minério de ferro fechou em alta de 3,09%, com a tonelada cotada a US$ 106,21, em Dalian, na China.

Os contratos futuros do petróleo Brent sobem 1,34%, a US$ 88,59 o barril.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

A TESE DE UM PRIMEIRO CORTE EM JULHO GANHOU FORÇA

Na segunda-feira, o índice ISM Manufacturing dos EUA trouxe uma pausa na sequência de contração do índice que perdurava por 16 meses, sinalizando uma persistente robustez na economia americana, mesmo diante das elevadas taxas de juros.

Esse desempenho pode ser interpretado como um fator positivo para o mercado acionário, claro, visto que sugere um possível estímulo ao crescimento dos lucros corporativos.

Contudo, há o risco de que essa força econômica continue pressionando a inflação para cima, o que poderia levar a Federal Reserve a adotar uma postura mais cautelosa quanto à redução das taxas de juros, um movimento amplamente antecipado pelo mercado.

Como resultado, a surpresa positiva do indicador contribuiu para um aumento na pressão sobre os juros globais, fortalecendo o dólar e exercendo uma influência negativa nas bolsas ao redor do mundo. Para esta terça-feira, o destaque fica por conta do relatório JOLTS sobre empregos nos EUA.

Enquanto isso, os mercados globais exibem uma tendência mista nesta terça-feira, refletindo o recuo observado em Wall Street na sessão anterior.

Os mercados europeus mostram-se indecisos, com um viés majoritariamente positivo, em contraste com a queda dos índices americanos na manhã de hoje.

No cenário das commodities, o petróleo registra nova alta, ultrapassando US$ 89 por barril no contrato do tipo Brent.

Esse avanço foi motivado por um ataque aéreo israelense a um complexo da embaixada iraniana na Síria, que resultou na morte de várias pessoas, incluindo um destacado comandante militar.

A escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio realça as preocupações com o suprimento de petróleo, impulsionando os preços para os níveis mais altos dos últimos cinco meses.

Além disso, o minério de ferro também apresenta alta, refletindo o aquecimento da atividade econômica global, conforme indicado pelos últimos dados dos EUA e da China.

A ver…

00:56 — Imbróglio político

O Ibovespa acompanhou a tendência negativa dos mercados globais ao abrir o mês em queda, reagindo aos indicadores que apontam para uma economia americana ainda em ritmo acelerado. Diante desse cenário, houve alta do dólar e dos juros.

Em meio a esse contexto, o Banco Central do Brasil anunciou uma operação extraordinária de swap cambial, além do leilão regular, visando estabilizar a moeda nacional.

Esta intervenção, que não ocorria há mais de um ano, visa a manutenção da estabilidade cambial, mas pode gerar um aumento na volatilidade do mercado no curto prazo por conta da percepção, sobretudo em um ano marcado pela expectativa de mudança na liderança do BC, com Gabriel Galípolo como potencial sucessor de Roberto Campos Neto, além de Marcelo Kayath e Paulo Picchetti como outros possíveis candidatos.

Paralelamente, em Brasília, o foco dos parlamentares na primeira semana de abril está voltado para consolidar filiações partidárias visando as eleições municipais deste ano, com o prazo final para novas filiações se encerrando em 6 de abril.

Dado o envolvimento de muitos congressistas nas estratégias partidárias estaduais, optou-se por sessões semipresenciais no Congresso, o que deve limitar o avanço de pautas legislativas nesta semana.

Essa pausa nas atividades legislativas ocorre em um momento crítico para o governo, que se depara com a necessidade de encontrar medidas adicionais de arrecadação para cumprir a meta fiscal estipulada para 2025, em um cenário onde as estratégias atuais parecem insuficientes para tal fim, contribuindo para a tensão fiscal no curto prazo. O horizonte permanece nebuloso.

01:42 — Economia aquecida

Nos Estados Unidos, o primeiro dia do novo mês e trimestre não foi muito favorável para as ações. Apesar de um início de pregão próximo da estabilidade, os principais índices acabaram fechando em queda.

O S&P 500, por exemplo, teve uma leve retração de 0,2%. Este ajuste, embora modesto, reflete a reação do mercado a um indicador de atividade industrial mais robusto do que o antecipado.

O ISM Manufacturing, um dos principais indicadores antecedentes da economia americana, superou as expectativas para março, evidenciando a força da economia.

Como resultado, o mercado ajustou as expectativas, diminuindo a probabilidade de um corte de 25 pontos-base na taxa de juros pelo Federal Reserve em junho.

Para o dia de hoje, os olhos estão voltados para o relatório JOLTS, que deve apontar 8,7 milhões de vagas disponíveis no final de fevereiro, indicando uma leve redução em relação a janeiro.

Isso reflete uma proporção de 1,4 vagas por desempregado, uma diminuição desde o ápice registrado em março de 2022. Outro dado aguardado é o das encomendas às fábricas de fevereiro.

Estes indicadores, no entanto, servem como prelúdio para o relatório ADP sobre emprego privado de março, na quarta-feira, e o relatório de empregos não agrícolas (payroll), na sexta-feira.

Números superiores aos esperados poderiam levar o mercado a ajustar ainda mais as expectativas quanto à política monetária do Fed, adiando a perspectiva de redução dos juros.

02:38 — O rombo fiscal

Ken Griffin, o fundador da Citadel, compartilhou sua perspectiva de crescimento econômico moderado para os próximos trimestres em uma carta recente aos seus investidores.

No entanto, ele destacou uma questão particularmente alarmante: o crescente endividamento dos Estados Unidos. Griffin apontou para projeções do Congressional Budget Office, que indicam que os gastos líquidos com juros nos EUA devem alcançar 3,1% do PIB em 2023.

A preocupação com os padrões de gastos do governo americano é válida, já que nos últimos cinco meses os gastos chegaram a US$ 2,7 trilhões, marcando um aumento de 9% em comparação ao ano passado.

Estima-se que os gastos governamentais possam escalar para cerca de US$ 6,7 trilhões no ano fiscal de 2024, culminando em um incremento da dívida nacional americana de US$ 1 trilhão a cada 100 dias.

Isso posicionaria a dívida em US$ 35 trilhões em maio de 2024, atingindo US$ 37 trilhões até as eleições nos EUA e possivelmente US$ 40 trilhões na segunda metade de 2025.

Paralelamente, uma análise da Bloomberg concluiu que, após um milhão de simulações sobre as perspectivas de dívida dos EUA, em 88% dos cenários a trajetória da dívida é insustentável.

É realmente preciso que nos preocupemos com isso, principalmente diante da ausência de propostas concretas dos políticos para enfrentar este desafio.

03:25 — A força da imigração

O mercado espera um crescimento de 2,2% para a economia dos EUA este ano, uma cifra significativamente superior à previsão de setembro.

Essa revisão para cima também reduziu as expectativas de uma recessão nos próximos 12 meses para menos de 35%, o valor mais baixo desde julho de 2022 e bem abaixo dos 55% vistos em setembro.

Um fator notavelmente impactante nesse cenário otimista é o vigor do mercado de trabalho, em parte alimentado por um componente crucial: a imigração.

A discussão em torno da imigração está se tornando cada vez mais central, com muitos observadores do mercado considerando-a uma verdadeira alavanca de mudança, pelo menos no momento presente.

O aumento da população imigrante está sendo apontado por uma parcela crescente do mercado como o motor por trás da força do mercado de trabalho, mesmo em meio a um ciclo de política monetária restritiva por parte do Fed.

Essa onda migratória representa uma alteração estrutural profunda não só para os Estados Unidos mas com efeitos potenciais sobre a economia mundial.

Para ilustrar a magnitude dessa transformação, o Congressional Budget Office revisou suas projeções econômicas para incluir estimativas atualizadas sobre imigração, prevendo que este fator contribuirá com um acréscimo de US$ 7 trilhões ao PIB americano na próxima década.

É uma transformação estrutural duradoura, uma nova fase na economia.

04:19 — E o preço do cacau continua subindo

A crise atual no setor de chocolate é uma das mais graves que já enfrentou, com a demanda por chocolate excedendo significativamente a oferta de cacau disponível.

Isso provocou um aumento acentuado nos preços do cacau, o que, sem dúvida, resultará em preços mais elevados para os produtos de chocolate em supermercados ao redor do mundo.

Recentemente, o preço do cacau no mercado futuro atingiu um pico histórico, ultrapassando US$ 10.175,00 por tonelada métrica, marcando um aumento de 250% em um ano.

Esse aumento forçou os principais processadores africanos de cacau, responsáveis por converter o cacau bruto em produtos utilizáveis pelas indústrias de chocolate e outros setores, a cortar a produção devido à incapacidade de adquirir os grãos a preços acessíveis.

A razão para os preços elevados do cacau está na geografia e na ecologia de sua produção. Os cacaueiros só florescem em uma estreita zona ao redor do equador, e é por isso que quatro países da África Ocidental — Costa do Marfim, Gana, Camarões e Nigéria — são responsáveis por quase 75% do cacau fornecido ao mundo, com a Costa do Marfim sozinha produzindo quase metade do cacau global.

No entanto, as colheitas recentes foram severamente afetadas por condições climáticas adversas, doenças nas plantações e a falta de investimento em novas árvores por décadas, levando a uma significativa queda na produção.

Como resultado, esta temporada de cacau enfrentará uma escassez estimada em 374 mil toneladas, um agravamento significativo em comparação ao déficit de 74 mil toneladas da temporada anterior.

O custo do chocolate deverá permanecer elevado por algum tempo.

CPI DA ALEMANHA ABAIXO DO ESPERADO

Dados da inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha desacelerou de 2,5% em fevereiro para 2,2% em março.

A queda veio abaixo das expectativas do mercado, que projetava taxa de 2,3%.

BB E BRADESCO TOPAM PAGAR MAIS PARA FECHAR CAPITAL DA CIELO (CIEL3)

Um grupo de acionistas minoritários da Cielo (CIEL3) convenceu o Bradesco e o Banco do Brasil a pagar um pouco mais para fechar o capital da empresa de maquininhas de cartão.

Donas de 7% das ações da Cielo, as gestoras Encore, Clave, XP Gestão, AZ Quest, Vinland e Absolute se comprometeram a apoiar a oferta pública de aquisição (OPA).

Para tal, propuseram um aumento no preço por ação de R$ 5,35 para R$ 5,60 — ou seja 4,67% acima da oferta original. No pregão de ontem da B3, os papéis da Cielo (CIEL3) fecharam a R$ 5,42.

Bradesco e BB toparam o novo valor, que avalia a Cielo como um todo em R$ 15,2 bilhões. Mas com a condição de que os acionistas minoritários não aprovem um novo laudo de avaliação das ações na assembleia que acontece nesta terça-feira (2), às 10 horas.

Leia mais.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre a sessão de hoje em alta de 0,07%, aos 127.590 pontos.

O índice vai na contramão do tom negativo em Wall Street, puxado pelas expectativas sobre falas de dirigentes do Federal Reserve em eventos durante o dia.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista iniciou sessão desta terça-feira em queda de 0,63%, aos R$ 5,0271.

BOLETIM FOCUS

Inflação

  • IPCA 2024: manteve em 3,75% (=)
  • IPCA 2025: manteve em 3,51% (=)

Atividade econômica

  • PIB 2024: saiu de 1,85% para 1,89% (↑)
  • PIB 2025: manteve em 2,00% (=)

Câmbio

  • Dólar 2024: manteve em R$ 4,95% (=)
  • Dólar 2025: manteve em R$ 5,00 (=)

Taxa de juros

  • Selic 2024: manteve em 9,00% (=)
  • Selic 2025: manteve em 8,50% (=)
WALL STREET EM QUEDA EM MEIO A ESPERA POR FALAS DO FED

Os índices futuros de Wall Street iniciaram o pregão desta terça-feira em queda.

O tom negativo acompanha a cautela dos investidores enquanto aguardam falas de uma série de dirigentes do Federal Reserve em eventos durante o dia.

Além disso, será divulgado ainda hoje dados sobre o mercado de trabalho dos EUA e encomendas à indústria.

Confira os índices de NY agora:

  • S&P 500 futuro: -0,24%
  • Dow Jones futuro: -0,35%
  • Nasdaq futuro: -0,33%
BOLSAS NA ZONA DO EURO SOBEM NO 2º TRIMESTRE

Os principais índices da Europa iniciaram o segundo trimestre em alta. 

No retorno do feriado prolongado da Páscoa, os índices abriram em alta.

A divulgação do PMI industrial do Reino Unido animou os investidores. O indicador subiu para 50,3 em março, acima do que era esperado.

Foram divulgados também os dados dos PMIs industriais da zona do euro, que caiu a 46,1 no último mês, mas superou as expectativas.

Agora, investidores aguardam dados da CPI da Alemanha, com expectativa de alta de desaceleração.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -0,18%
  • CAC 40 (Paris): +0,03%
  • FTSE 100 (Londres): +0,31%
  • Euro Stoxx 600: +0,09%
BOLSAS NA ÁSIA SEM DIREÇÃO ÚNICA

Os índices da Ásia encerraram a sessão desta terça-feira (2) em tons mistos.

Em Hong Kong, a bolsa fechou em alta em meio ao entusiasmo com a Xiomi, que estreiou no mercado de veículos elétricos.

Já no Japão e na Coreia do Sul, os índices foram impulsionados por ações ligadas a chips e encerraram o pregão com ganhos marginais.

As bolsas chinesas encerraram ciclo de três altas seguidas e fecharam o dia em queda. A preocupação com a crise do mercado imobiliário pesou nos negócios da China continental.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: -0,08%
  • Tóquio: +0,06
  • Hong Kong: +2,36%
  • Kospi: +0,20%
  • Taiwan: -0,36%
COMO FECHOU O IBOVESPA ONTEM

O retorno da Páscoa não foi doce para o principal índice da B3.

No pregão da última segunda-feira, o Ibovespa não conseguiu manter os 127 mil pontos. Mesmo com o avanço do minério de ferro na China, o índice caiu 0,87%, aos 126.990 pontos.

O tom negativo foi puxado por Wall Street, que também encerrou a sessão em queda.

Já o dólar voltou a ganhar força, ampliando os ganhos acima dos R$ 5 e no maior nível desde 30 de outubro de 2023.

A moeda norte-americana encerrou o dia a R$ 5,0591 com alta de 0,87% no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados na segunda-feira (1).

ENAUTA PROPÕE COMBINAÇÃO DOS NEGÓCIOS COM A 3R, QUE DESCARTA NEGOCIAÇÕES COM PETRORECONCAVO

O Conselho de Administração da Enauta (ENAT3) aprovou na noite da última segunda-feira (1º) a apresentação de uma proposta para fusão com a 3R Petroleum (RRRP3). A combinação dos negócios das companhias acontece em um momento de recuperação dos preços do petróleo

Em comunicado enviado ao mercado na manhã desta terça-feira (2), a Enauta afirma que a produção potencial combinada com a 3R pode superar os 100 mil barris de óleo equivalentes. Além disso, as reservas operadas seriam superiores a 700 milhões de barris em portfólio. 

Do outro lado, a 3R informou o recebimento da proposta. De imediato, o Conselho da empresa afirmou que suspendeu momentaneamente os esforços para combinação de negócios com a PetroReconcavo (RECV3)

Ainda de acordo com a proposta da Enauta, a negociação será feita via troca de ações entre as empresas, sem necessidade de carve-outs, waiver fees e restruturação de garantias.

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IA ESTÁ SUGANDO RECURSOS DAS BOLSAS, INCLUSIVE DO IBOVESPA

O começo do ano foi desafiador para os investimentos no Brasil. O Ibovespa teve um recuo de 4,5% nos primeiros três meses, contrastando com o avanço dos índices americanos, que bateram recordes graças ao impulso de gigantes tecnológicas como Microsoft e Nvidia.

É curioso perceber que, no passado, o apelo dos mercados emergentes residia na promessa de crescimento acelerado, acima de mercados maduros, e oportunidades inéditas de negócios.

Atualmente, porém, o epicentro desse dinamismo é a terra do Tio Sam, lar das "Magnificent 7" – Nvidia, Apple, Microsoft, Amazon, Meta, Alphabet e Tesla –, que redefine as fronteiras da inovação, especialmente em inteligência artificial.

Em outras palavras, com a IA e outras tecnologias revolucionárias concentradas nas mãos de potências desenvolvidas, surge o questionamento sobre o real valor de aportar em mercados emergentes.

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SD ENTREVISTA: FELIPE THUT, BRADESCO BBI

Felipe Thut encara um jejum que está perto de completar três anos na bolsa brasileira. Ainda era 2021 quando o diretor do Bradesco BBI levou uma empresa a abrir o capital em uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3 pela última vez.

A expectativa de o regime forçado terminar no primeiro trimestre deste ano acabou não se confirmando depois que a Oceânica adiou os planos.

Mas o diretor do Bradesco BBI — que entre outras atividades é responsável por coordenar ofertas de ações na bolsa — não jogou a toalha. Pelo contrário, ele ainda espera que aconteçam entre cinco e dez IPOs na B3 em 2024.

A maior parte dessas operações deve vir só no segundo semestre. “Mas ainda acho que a gente tem a possibilidade de ver um IPO na janela de junho”, disse Thut, em entrevista ao Seu Dinheiro.

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