O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As estimativas para a Selic subiram com a expectativa de juro elevado por mais tempo e por previsão de Roberto Campos Neto de que afrouxamento pode diminuir já na próxima reunião do Copom
A inflação persistente nos Estados Unidos e o risco geopolítico decorrente da guerra em curso no Oriente Médio têm pesado sobre as previsões para os juros americanos e adiado a expectativa do mercado – e do próprio Federal Reserve – para o início do período de cortes das taxas por lá.
Mas a força da economia americana e do dólar não se relacionam apenas com os juros altos nos EUA, mas também por aqui. Quanto mais o Fed demorar para iniciar o afrouxamento monetário, menor o espaço para o nosso próprio Banco Central baixar a Selic.
Esse freio internacional, em conjunto com as incertezas fiscais e um risco de pressão inflacionária por aqui – decorrente justamente do dólar mais forte – têm feito com que o mercado local revise para cima as suas projeções para a Selic no fim do ano e também ao final do ciclo de quedas.
Se há cerca de um mês as instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, esperavam uma Selic em 9,00% ao fim de 2024 e 8,50% no final do ciclo de cortes, na última edição da publicação, essas estimativas subiram para 9,50% e 9,00%, respectivamente. Mas já há no mercado quem enxergue Selic a 10,00% ou 9,75% ao fim do ciclo.
O fator determinante para a revisão para cima das projeções para a Selic terminal veio do próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto. Primeiro, a instituição sinalizou que só haveria mais um corte de 0,50 ponto percentual na Selic. Mais recentemente, porém, Campos Neto admitiu a possibilidade de reduzir o risco de cortes já na próxima reunião.
Então, agora que os juros no Brasil possivelmente não vão cair tanto quanto esperavam inicialmente os investidores, como ficam as perspectivas para os investimentos?
Leia Também
Para avaliar esse novo cenário, eu e Vinícius Pinheiro recebemos, nesta semana, Henrique Castiglione, sócio e CEO da EWZ Capital, assessoria de investimentos ligada ao banco BTG Pactual. Ele falou sobre renda fixa, ações e fundos imobiliários, além de escolher, é claro, seus touros e ursos da semana.
Este episódio do podcast Touros e Ursos tem oferecimento do BTG Pactual e pode ser acompanhado na íntegra neste link ou no tocador abaixo:
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana