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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Vale (VALE3) e Gol (GOLL4) dão susto, mas Ibovespa sustenta os 128 mil pontos; dólar cai após PIB dos EUA

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25 de janeiro de 2024
7:23 - atualizado às 18:37

RESUMO DO DIA: As 'surpresas' positivas dos indicadores dos Estados Unidos e o avanço de quase 3% do petróleo sustentaram o tom positivo da bolsa brasileira na tentativa de recuperar as perdas da véspera.

O Ibovespa terminou o pregão em alta de 0,28%, aos 128.168 pontos. Já o dólar recuou 0,19% e fechou cotado a R$ 4,9229 no mercado à vista.

Com os investidores à espera do IPCA-15 de janeiro, o noticiário corporativo foi responsável pela movimentação na B3. A Vale (VALE3) foi condenada a pagar uma indenização de quase R$ 48 bilhões pela tragédia em Mariana (MG), ocorrida em novembro de 2025, em conjunto com a BHP e a Samarco.

A Gol (GOLL4) informou o início da recuperação judicial da companhia nos Estados Unidos.

Lá fora, os destaques do dia foram os indicadores nos Estados Unidos. A economia norte-americana cresceu 3,3% no quarto trimestre de 2023, acima do esperado.

Além disso, o índice de gastos com consumo pessoal (PCE), referência de inflação do Federal Reserve (Fed), desacelerou entre setembro e dezembro do ano passado. Os indicadores foram acompanhados pelo relatório semanal de auxílio-desemprego, também melhor que o esperado.

Com isso, o mercado aumentou as apostas de primeiro corte nos juros na maior economia do mundo em maio. Também voltou a precificar redução de 0,75 ponto percentual ao longo de 2024, com faixa de juros terminal entre 3,75% a 4,00% ao ano.

Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter os juros inalterados pela terceira vez consecutiva e deixou aberta a porta para um possível afrouxamento monetário a partir de junho.

Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (25):

SER SÓCIO DE WARREN BUFFETT AINDA VALE A PENA MESMO COM AS AÇÕES NAS ALTURAS

Considerado um dos investidores mais bem sucedidos da história e detentor da sétima maior fortuna do planeta, Warren Buffett conseguiu levar sua empresa de investimentos Berkshire Hathaway às alturas neste ano.

As ações classe B da holding do Oráculo de Omaha fecharam o pregão da última quarta-feira (24) a US$ 376,59, no maior patamar na história da companhia — equivalente a uma valorização total de 1.531% desde 1996 e de 88% nos últimos cinco anos.

Ou seja: considerando o recorde de valorização, ainda vale a pena ser sócio do conglomerado de Warren Buffett?

Na visão do UBS, apesar do nível elevado dos papéis na bolsa de valores de Nova York (NYSE), ainda há espaço para investidores lucrarem com as ações — e é hora de colocar os papéis na carteira.

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MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa acompanhou o tom positivo das bolsas de Nova York e terminou o pregão em leve alta, aos 128 mil pontos.

Na ponta positiva, as ações mais sensíveis aos juros, como as do setor de varejo, ganharam fôlego com alívio em toda a curva de juros futuros (DIs), na esteira dos rendimentos dos Treasurys após o PIB do quarto trimestre dos Estados Unidos.

A companhia aérea Azul (AZUL4) avançou com o anúncio de que o governo criará um fundo de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões para financiar a aviação civil, além de estudos para baratear os preços do querosene.

Por fim, Petrobras (PETR4) bateu novo recorde e atingiu R$ 525 bilhões em valor de mercado na B3, com a recuperação do petróleo Brent — que retomou a cotação de US$ 80 o barril. No final do pregão, a estatal informou incêndio na Refinaria de Abreu e Lima, no Pernambuco, com quatro vítimas.

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,077,81%
AZUL4Azul PNR$ 14,076,03%
ASAI3Assaí ONR$ 14,004,87%
PETR3Petrobras ONR$ 41,064,64%
PETR4Petrobras PNR$ 39,283,70%

Na ponta negativa, Gol (GOLL4) e Vale (VALE3) foram os destaques.

A Gol entrou em recuperação judicial nos Estados Unidos. Segundo comunicado enviado ao mercado nesta quinta-feira (25), a companhia aérea e suas subsidiárias entraram com um pedido de Chapter 11 no Tribunal de Falências dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York.

Vale (VALE3) iniciou o dia em tom negativo em meio a rumores de interferência do governo no comando da ex-estatal e após a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann defender a indicação de Guido Mantega à presidência da mineradora.

Na reta final do pregão acentuou as perdas com a condenação da mineradora pela tragédia em Mariana (MG) pela Justiça Federal. A ex-estatal, a BHP e a Samarco terão que pagar uma indenização de R$ 47,6 bilhões.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
YDUQ3Yduqs ONR$ 19,52-4,41%
GOLL4Gol PNR$ 6,44-3,16%
PCAR3GPA ONR$ 4,10-2,61%
VALE3Vale ONR$ 68,36-2,20%
HYPE3Hypera ONR$ 31,59-1,92%
VALE, SAMARCO E BHP SÃO CONDENADAS A PAGAR R$ 47,6 BILHÕES EM INDENIZAÇÃO POR TRAGÉDIA DE MARIANA (MG)

A Justiça Federal de Minas Gerais condenou a Vale (VALE3), a Samarco e a BHP a pagarem uma indenização de R$ 47,6 bilhões por danos morais coletivos, "em razão da violação de direitos humanos das comunidades atingidas" pelo rompimento da barragem de Fundão, no município mineiro de Mariana, em 5 de novembro de 2015.

A barragem era operada pela Samarco, uma joint-venture controlada pela Vale e a mineradora anglo-australiana BHP Billiton. O desastre, considerado a maior tragédia ambiental da história do país, matou 19 pessoas e despejou 62 milhões de metros cúbicos de lama, contaminando a bacia hidrográfica do Rio Doce.

Em sua decisão, o juiz federal substituto Vinicius Cobucci, da 4ª Vara Federal Cível e Agrária de Belo Horizonte, determinou que a indenização bilionária deverá ser corrigida desde a data do rompimento da barragem, há nove anos, o que significa que o valor poderá ser bem maior. Ainda cabe recurso da decisão.

"O valor foi fixado tomando como parâmetro o valor dos gastos já admitidos pelas sociedades em ações de reparação e compensação. O STJ e STF têm julgados em que a equivalência do dano material causado serviu como parâmetro para a indenização do dano moral coletivo", esclareceu o magistrado em sua decisão.

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FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,28%, aos 128.168,73 pontos.

Com a agenda esvaziada por mais um dia, as atenções dos investidores ficaram concentradas na divulgação de dados nos Estados Unidos e decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

Mas, não significa que ausência de destaques locais. Vale (VALE3) foi um dos principais temas do dia na B3 com a cautela de interferência do governo no comando da ex-estatal e condenação da mineradora pela Justiça pela tragédia em Mariana (MG), em novembro de 2015.

Além disso, a companhia aérea Gol (GOLL4) informou o início da recuperação judicial nos Estados Unidos.

Lá fora, a economia norte-americana cresceu 3,3% no quarto trimestre de 2023, acima do esperado. A inflação, medida pelo PCE, também apontou desaceleração entre setembro e dezembro.

Com isso, o mercado aumentou as apostas de primeiro corte nos juros na maior economia do mundo em maio. Também voltou a precificar redução de 0,75 ponto percentual ao longo de 2024, com faixa de juros terminal entre 3,75% a 4,00% ao ano.

Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter os juros inalterados pela terceira vez consecutiva, com a sinalização de possível afrouxamento monetário no segundo semestre deste ano.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York terminaram o dia em tom positivo com dados econômicos.

  • Dow Jones: +0,64%, aos 38.049,13 pontos;
  • S&P 500: +0,53%, aos 4.894,16 pontos;
  • Nasdaq: +0,18%, aos 15.510,50 pontos.

Os ganhos do índice Nasdaq foram limitados pela queda de mais de 12% das ações da Tesla.

A economia dos Estados Unidos cresceu 3,3% no quarto trimestre na base anual, informou o Departamento do Comércio do país, em primeira leitura. O dado veio mais forte que o esperado: os analistas previam alta de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) no período entre setembro e dezembro.

No acumulado do ano de 2023, o PIB norte-americano cresceu 2,5%, maior que o avanço de 1,9% em 2022.

Já o índice de gastos para despesas com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) recuou de 2,6% no terceiro trimestre para 1,7% no quarto trimestre nos Estados Unidos na base anual.

O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, subiu 2% entre setembro e dezembro de 2023, também na base anual. O dado ficou estável em relação ao trimestre anterior.

Vale lembrar que o PCE é a medida de inflação de referência para o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Por fim, o número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiram 25 mil na semana encerrada no dia 20 de janeiro, a 214 mil, segundo o Departamento do Trabalho.

As solicitações vieram acima dos 200 mil esperados pelos analistas ouvidos pela FactSet.

VALE (VALE3) CAI 3%

Além da cautela com eventual interferência do governo no comando da Vale (VALE3), a companhia acelerou as perdas no Ibovespa nos últimos minutos e recua mais de 3%.

Os papéis reagem à condenação da mineradora pela tragédia em Mariana (MG) pela Justiça Federal. A ex-estatal, a BHP e a Samarco terão que pagar uma indenização de R$ 47,6 bilhões.

GOL (GOLL4) ENTRA COM PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL NOS EUA

Confirmando os boatos que corriam pelo mercado nos últimos dias, a Gol (GOLL4) pediu recuperação judicial nos Estados Unidos e pode fazer o mesmo por aqui.

Segundo comunicado enviado ao mercado nesta quinta-feira (25), a companhia e suas subsidiárias entraram apenas com um pedido de Chapter 11 no Tribunal de Falências dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York.

"O Chapter 11 é um processo legal dos Estados Unidos utilizado pelas empresas para levantar capital, reestruturar as finanças e fortalecer operações comerciais no longo prazo, enquanto continuam a operar normalmente", explica a empresa.

O pedido de ajuda judicial na gringa levou as ações da companhia a zerarem a alta que registravam na bolsa brasileira e terminarem o pregão no campo negativo hoje. Os papéis fecharam em queda de 3,1%, cotados a R$ 6,44.

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GOL (GOLL4) ZERA GANHOS

Na reta final do pregão, as ações da Gol (GOLL4) zeraram os ganhos há pouco e entraram em leilão com a notícia de início de recuperação judicial da companhia nos Estados Unidos.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar comercial encerrou as negociações no mercado à vista com queda de 0,19%, a R$ 4,9229.

A moeda norte-americana perdeu força com o crescimento da economia dos Estados Unidos acima do esperado para o quarto trimestre.

O forte avanço do petróleo no mercado internacional também pressionou o desempenho do dólar hoje, em dia de agenda local mais esvaziada.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquido do petróleo encerram o dia em alta de cerca e 3% em meio a novos dados econômicos nos Estados Unidos e as tensões concentradas no conflito do Mar Vermelho, com novas investidas do país governado por Joe Biden contra o grupo Houthis, do Iêmen.

Os futuros do Brent para março, que são referência para o mercado mundial, fecharam com avanço de 2,93%, a US$ 81,96 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI para o mesmo mês, que são referência para o mercado norte-americano, registraram alta de 3,02%, a US$ 77,36 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).

AÇÕES DE COMPANHIAS AÉREAS SOBEM NA B3 APÓS ANÚNCIO DO GOVERNO

Com o dia nublado em São Paulo e alertas de fortes chuvas em vários estados no Brasil, o tempo não está para voo nesta quinta-feira (25). Mas, somente nos aeroportos. Na B3, as companhias aéreas operam em condições de "céu azul".

Por volta das 16h30 (horário de Brasília), os papéis da Azul (AZUL4) registravam ganhos de 5,35%, a R$ 13.98. Já as ações da Gol (GOLL4) tinham alta de 3,01%, a R$ 6,85 — mas zeraram os ganhos com a notícia de início de recuperação judicial nos Estados Unidos.

Além da fraqueza do dólar em relação ao real — o que já é atrativo, em parte, para os viajantes na temporada de férias e também para os custos das aéreas —, os investidores reagem a novos incentivos do governo ao setor.

Hoje, o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que o governo criará um fundo, de cerca de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões, para financiar a aviação civil. A formatação e o valor exato, segundo ele, são discutidos com o Ministério da Fazenda e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES).

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa sustenta alta aos 128 mil pontos, com apoio do desempenho de Nova York e forte avanço do petróleo.

As ações mais sensíveis aos juros, como as do setor de varejo, operam em alta e lideram os ganhos do Ibovespa com alívio em toda a curva de juros futuros (DIs).

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,077,81%
CVCB3CVC ONR$ 3,345,70%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 9,165,29%
AZUL4Azul PNR$ 13,955,12%
ASAI3Assaí ONR$ 14,004,87%

Na ponta negativa, Bradespar recua na esteira da cautela com Vale (VALE3), em meio a rumores de interferência do governo no comando da ex-estatal e após a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann defender a indicação de Guido Mantega à presidência da mineradora.

E as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 4,13-1,90%
BRAP4Bradespar PNR$ 23,00-1,63%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 6,63-1,49%
VALE3Vale ONR$ 68,88-1,46%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 33,85-1,14%
PETRÓLEO ACELERA ALTA E SOBE 2%

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent aceleraram alta e sobem acima de 2%, com o barril no nível de US$ 80 — rondando os maior nível desde o fim de novembro de 2023.

A commodity é impulsionada por notícias de que os Estados Unidos devem continuar a ofensiva contra o grupo Houthis, do Iêmen.

PETROBRAS (PETR4) PODE PAGAR ATÉ US$ 27,2 BI EM DIVIDENDOS, DIZ BTG

Os investidores voltaram a ter arrepios com a Petrobras (PETR4) recentemente após o anúncio da retomada dos investimentos em projetos problemáticos como a Refinaria Abreu e Lima — com direito a discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Mas nem mesmo uma maior intervenção do governo deve impedir a estatal de se manter como uma das maiores pagadoras de dividendos da bolsa.

A visão é do BTG Pactual, que atualizou as projeções para as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) em um relatório publicado nesta quinta-feira (25).

Os analistas do banco fizeram as contas de quanto a companhia poderá pagar de dividendos até o fim deste ano, incluindo eventuais dividendos extraordinários. E os números impressionam.

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MERCADOS AGORA

As bolsas operam em tom positivo nesta quinta-feira (25).

Em Nova York, o avanço deve-se ao crescimento da economia dos Estados Unidos acima do esperado para o quarto trimestre de 2023. Confira:

  • Dow Jones: +0,01%;
  • S&P 500: +0,25%;
  • Nasdaq: +0,21%.

Por lá, os dados reforçaram as expectativas de início de corte dos juros a partir de maio. O mercado agora projeta cerca de 0,75 ponto percentual, levando os juros à faixa de 3,75% a 4,00% no fim de 2024.

Por aqui, o Ibovespa sobe 0,36%, aos 128.280 pontos acompanhando o desempenho de NY e commodities, principalmente com o avanço de Petrobras (PETR4). Já as ações da Vale (VALE3) limitam os ganhos em meio a rumores de indicação do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, para a presidência da mineradora.

O dólar opera próximo da estabilidade, mas com viés de queda, a R$ 4,93.

SLC AGRÍCOLA (SLCE3) SOBE NA B3

As ações da SLC Agrícola (SLCE3) operam em alta superior a 1% com revisões positivas de bancos sobre a companhia.

O Santander iniciou a cobertura da empresa com recomendação de compra e preço-alvo de R4 23, o que representa uma valorização de 20% em relação ao fechamento da última quarta-feira (24).

Para o banco, a queda de 15% no preços das ações da companhia nos últimos seis meses é "excessiva" e há a expectativa de que a companhia aumente a produtividade, com a expansão da área de plantio e custos estáveis em meio ao cenário da La Niña neste ano.

O analista Guilherme Palhares, que assina o relatório, afirma que os riscos para a safra 2023/2024, como área de plantação reduzida, dificuldades na produção e queda nos preços em declínio, já estão refletidos no preço atual da ação.

O Bank of America elevou a recomendação de venda para neutra dos papéis, acompanhada da elevação de preço-alvo de R$ 18 para R$ 22. Para o banco, "agora há um risco negativo limitado para aqueles com base numa época de colheita mais suave nas últimas semanas".

Além disso, a aquisição de 5% das ações pela família Scheffer, conhecida por investimentos diretamente em terras agrícolas, na semana passada pelo valor de cerca de R$ 440 milhões., também é avaliada como positiva para o BofA.

Há pouco, os papéis SLCE3 registravam alta de 1,26%, a R$ 19,36.

FECHAMENTO DA EUROPA

As principais bolsas da Europa encerram o pregão em tom positivo, com os investidores digerindo a decisão do Banco Central Europeu (BCE) em manter os juros inalterados pela terceira vez consecutivo. A instituição também sinalizou que a política monetária deve seguir mais restritiva por algum tempo.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que os juros poderão ser cotadas a partir de julho, no verão local.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • FTSE 100 (Londres): +0,03%, aos 7.529,73 pontos;
  • CAC 40 (Paris): +0,11%, aos 7.464,20 pontos;
  • DAX (Frankfurt): +0,10%, aos 16.906,92 pontos;
  • Stoxx 600: +0,29%, aos 478,48 pontos.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa sustenta os 128 ml pontos com apoio das commodities e avanço de Wall Street após dados nos Estados Unidos, entre eles o crescimento da economia acima do esperado para o quarto trimestre.

Na ponta positiva, Magazine Luiza lidera os ganhos com alta acima de 5% com o alívio nos juros futuros (DIs) e na véspera da prévia oficial de inflação (IPCA-15).

Cyrela também é destaque na ponta positiva do Ibovespa após o Citi elevar preço-alvo para as ações da incorporadora de R$ 26 para R$ 29, o que representa potencial valorização de 29,8% em relação ao fechamento anterior.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,035,73%
CYRE3Cyrela ONR$ 23,173,72%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,043,53%
CVCB3CVC ONR$ 3,273,48%
AZUL4Azul PNR$ 13,733,47%

Na ponta positiva, CSN Mineração ignora o desempenho do minério de ferro e devolve os ganhos da véspera, quando avançou com anúncio de novos estímulos na China.

Bradespar recua na esteira da cautela com Vale (VALE3), em meio a rumores de interferência do governo no comando da ex-estatal e após a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann defender a indicação de Guido Mantega à presidência da mineradora.

Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
CMIN3CSN Mineração ONR$ 6,63-1,49%
YDUQ3Yduqs ONR$ 20,17-1,22%
BRAP4Bradespar PNR$ 23,10-1,20%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 40,10-1,11%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 25,71-1,08%
FUNDOS IMOBILIÁRIOS: VENDA NÃO VAI PARA FRENTE, MAS ESTE FII ANDA PREVÊ PAGAR DIVIDENDOS DE R$ 1 POR COTA

Pouco menos dois meses após anunciar que venderia um imóvel com lucro milionário que poderia aumentar a distribuição de dividendos, o fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) informou que o negócio não foi para a frente.

Segundo comunicado divulgado na última quarta-feira (24), as negociações para a alienação do Planalto Paulista — edifício localizado na cidade de São Paulo e atualmente locado para a Caixa Econômica Federal — foram encerradas por "questões comerciais comuns a negociações imobiliárias desta natureza".

Vale relembrar que o FII assinou no final de novembro uma proposta vinculante para vender o ativo por R$ 8 milhões para um comprador anônimo. A cifra era 87,9% superior ao custo de aquisição e implicava em um lucro de cerca de R$ 3,3 milhões, ou R$ 0,29 por cota.

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Na época a Rio Bravo, gestora do fundo, afirmou que, se a transação fosse concluída ainda no semestre passado, o lucro impactaria positivamente a distribuição de rendimentos, fazendo com que os dividendos superassem o guidance projetado de R$ 1 por cota.

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TENDA (TEND3) AVANÇA

Os papéis da Tenda (TEND3) operam em alta de 3,24%, a R$ 10,20.

Os papéis da construtora são beneficiados pela elevação de recomendação de neutra para compra pelo Citi.

Na avaliação do banco, a ação "está muito barata para não comprar", em meio à recuperação e amadurecimento da companhia em um ano promissor para o programa Minha Casa, Minha Vida.

O Citi elevou o preço-alvo de R$ 12 para R$ 14, o que representa uma potencial valorização de 41,7% em relação ao fechamento da última quarta-feira (24).

VALE (VALE3) NAS MÍNIMAS

As ações da Vale (VALE3) renovaram mínimas há pouco após a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann defender a indicação do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega na presidência da mineradora, via rede social X (antigo Twitter).

Desde ontem (24), os investidores operam mais cautelosos com a ex-estatal em meio a rumores de que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, telefonou a acionistas da companhia, em nome de Lula, para pedir Mantega na presidência da Vale.

No Ibovespa hoje, as ações VALE3 caem 0,73%, a R$ 69,39.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa sustenta os 128 mil pontos, com apoio de Nova York após dados mais fortes que o esperado nos Estados Unidos.

O índice sobe 0,38%, aos 128.231 pontos.

O dólar à vista opera em queda, a R$ 4,91.

Os juros futuros (DIs) acompanham o alívio nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano após dados.

Por aqui, a agenda é esvaziada e os investidores concentram as atenções no exterior, à espera da prévia oficial da inflação (IPCA-15) que será divulgada amanhã (26).

Nos Estados Unidos, as bolsas ganharam fôlego após dados mais fortes que o esperado, entre eles o PIB que cresceu 3,3% no quarto trimestre e o PCE apontando a continuidade do processo de desaceleração da inflação.

Com a leitura dos dados, o mercado elevou as chances de início de cortes nos juros pelo Fed em maio.

Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu pela manutenção dos juros pela terceira vez consecutiva.

FUNDOS IMOBILIÁRIOS ANUNCIAM AMORTIZAÇÃO DE COTAS

Quem investe em fundos imobiliários empresta seu dinheiro para formar um "condomínio" de cotistas cujos recursos unidos comprarão participações em ativos. Em troca, o investidor costuma receber dividendos frutos da locação ou venda dos ativos.

Mas, em algumas ocasiões, os responsáveis pela administração do FII podem optar por fazer uma transferência direta do patrimônio para os cotistas, a chamada amortização parcial de cotas. E dois fundos da B3 anunciaram que farão essa operação.

O primeiro é o BTG Pactual Terras Agrícolas (BTRA11), que devolverá um montante total de R$ 5 milhões para os investidores daqui a exatamente um mês, em 25 de fevereiro.

A soma equivale a R$ 1,49 por cota e cairá na conta de quem estava na base do fundo na última quarta-feira (24). Segundo o último informe mensal, o BTRA11 tinha pouco mais de 21 mil cotistas no final do mês.

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DÓLAR NAS MÍNIMAS

O dólar renovou a mínima intradiária há pouco com queda de 0,45% no mercado à vista, R$ 4,9098.

TURQUIA SOBE JUROS A 45% AO ANO — E NO BRASIL UM DIA FOI ASSIM

Roberto Campos Neto talvez ainda nem sonhasse em presidir o Banco Central (BC) quando o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a Taxa Selic a 45% ao ano.

Aconteceu em março de 1999, quando o Copom — na época sob o comando de Arminio Fraga — subiu os juros de 39% para 45% ao ano.

Vinte e cinco anos depois, a lembrança vem à tona com a notícia de que a Turquia vive um drama semelhante.

Na tentativa de domar a inflação galopante, o BC do país elevou sua taxa básica de juros de 42,5% a 45% ao ano.

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GIRO DO MERCADO

A temporada de resultados do quarto trimestre de 2023 está chegando e com ela, o balanço financeiro de empresas grandiosas da bolsa, como Magazine Luiza (MGLU3), Itaú Unibanco (ITUB4), Vale (VALE3), 3R Petroleum (RRRP3) e muitas outras.

Os analistas da Empiricus Research, Larissa Quaresma e Fernando Ferrer, se reúnem com a jornalista Paula Comassetto para comentar as perspectivas para o 4T23, com destaque para o setor financeiro, varejo, mineração e óleo e gás.

E ainda, será que vem alguma surpresa em forma de dividendos para o bolso dos investidores? Isso você confere na live completa, é só assistir o vídeo acima.

Acompanhe:

JUROS FUTUROS EM ALÍVIO

Com a perda de força dos rendimentos dos Treasurys após dados nos Estados Unidos, entre eles o PIB e inflação, os juros futuros (DIs) estendem o alívio da véspera em toda a curva brasileira.

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,04%10,06%
DI1F26DI Jan/269,72%9,75%
DI1F27DI Jan/279,88%9,93%
DI1F28DI Jan/2810,15%10,18%
DI1F29DI Jan/2910,32%10,35%
DI1F30DI Jan/3010,47%10,49%
ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York iniciaram o pregão em tom positivo, com os investidores digerindo dados econômicos do país divulgados mais cedo.

Em destaque, o PIB cresceu 3,3% no quarto trimestre, acima do esperado pelo mercado. Em 2023, a economia norte-americana cresceu 2,5%, na primeira leitura. O dado de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), o PCE, também desacelerou entre setembro e dezembro na comparação com o trimestre anterior.

Confira o desempenho dos índices após a abertura:

  • Dow Jones: +0,32%;
  • S&P 500: +0,42%;
  • Nasdaq: +0,49%.
FALA, LAGARDE

Após decidir pela manutenção dos juros pela terceira vez consecutiva na zona do euro, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que o processo de desaceleração está ocorrendo, com menores riscos ao crescimento econômico.

Lagarde disse que a a atividade econômica na zona do euro deve ficar estagnada no quarto trimestre de 2023 e os indicadores recentes sugerem uma fraqueza.

Contudo, os riscos geopolíticos, principalmente no Oriente Médio, ainda podem afetar negativamente a Europa, além de ser um fator de eventual aceleração da inflação.

REAÇÃO AOS DADOS NOS EUA

Após dados melhores que o esperado pelo mercado, os índices futuros de Nova York ganharam força e o Ibovespa renovou a máxima intradiária.

  • Dow Jones futuro: +0,09%;
  • S&P futuro: +0,24%;
  • Nasdaq futuro: +0,35%
  • Ibovespa: +0,54%, aos 128.508,17 pontos.

Os rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, aceleraram queda após dados. Os juros projetados para a dívida de 10 anos recuam a 4,14%, enquanto os juros projetados para 30 anos caem a 4,369%.

O dólar também perdeu força. O indicador DXY, que compara a moeda norte-americana a uma cesta de seis moedas globais como euro e libra, recua 0,05%, aos 103.180 pontos.

Na comparação com o real, o dólar bateu a mínima após os dados, com recuo de 0,34%, a R$ 4,9151.

MERCADO DE TRABALHO NOS EUA

O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiram 25 mil na semana encerrada no dia 20 de janeiro, a 214 mil, segundo o Departamento do Trabalho.

As solicitações vieram acima dos 200 mil esperados pelos analistas ouvidos pela FactSet.

INFLAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS

O índice de preços para o consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) recuou de 2,6% no terceiro trimestre para 1,7% no quarto trimestre nos Estados Unidos na base anual.

O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, subiu 2% entre setembro e dezembro de 2023, também na base anual. O dado ficou estável em relação ao trimestre anterior.

Vale lembrar que o PCE é a medida de inflação de referência para o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

PIB DOS EUA

A economia dos Estados Unidos cresceu 3,3% no quarto trimestre na base anual, informou há pouco o Departamento do Comércio do país. O dado veio mais forte que o esperado: os analistas previam alta de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) no período entre setembro e dezembro.

No acumulado do ano de 2023, o PIB norte-americano cresceu 2,5%, maior que o avanço de 1,9% em 2022.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O Ibovespa sustenta alta após a abertura, impulsionado pela valorização das ações da Petrobras (PETR3 e PETR4), mas limitado pelo recuo dos papéis da Vale.

As empresas aéreas são destaque no campo positivo após o governo anunciar que criará um fundo de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões para financiar a aviação civil.

De acordo com informação do ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o país ainda trabalha para baixar o preço do querosene usado em aviões.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
AZUL4Azul PNR$ 13,431,21%          13,39          13,50
GOLL4Gol PNR$ 6,731,20%            6,72            6,76
PETR3Petrobras ONR$ 39,661,07%          39,63          39,69
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,941,04%            1,92            1,94
MULT3Multiplan ONR$ 27,641,02%          27,63          27,77

Por sua vez, as ações da MRV lideram a ponta negativa do Ibovespa após o Citi rebaixar a recomendação para os papéis de "compra" para "neutra", com grandes cortes nas estimativas, dadas as despesas financeiras mais altas do que o esperado e a exposição a riscos de inadimplência.

Os papéis da Vale (VALE3) também operam no campo negativo hoje, ainda sentindo o peso das notícias sobre a pressão do governo Lula para colocar o ex-ministro Guido Mantega no comando da mineradora.

Veja as maiores quedas após a abertura do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
MRVE3MRV ONR$ 7,91-1,49%            7,78            7,93
IRBR3IRB Brasil ONR$ 39,95-1,48%          39,83          40,41
ALPA4Alpargatas PNR$ 8,44-1,17%            8,44            8,55
LREN3Lojas Renner ONR$ 15,66-0,89%          15,64          15,80
YDUQ3Yduqs ONR$ 20,24-0,88%          20,18          20,41
POLÍTICA MONETÁRIA EUROPEIA

O Banco Central Europeu (BCE) afirmou que os juros ficarão em níveis restritivos "pelo tempo que for necessário", uma vez que a "tendência de queda da inflação subjacente continua".

"Vamos seguir dependendo de dados para definir tempo de restrição", destacou.

A instituição anunciou a manutenção da taxa de refinanciamento em 4,5%. O BCE ainda manteve a taxa de empréstimos em 4,75% e a taxa de depósitos em 4%.

As bolsas de valores da Europa ampliaram as perdas nesta manhã. Confira:

  • FTSE 100 (Londres): -0,18%
  • CAC 40 (Paris): -0,45%
  • DAX (Frankfurt): -0,47%
DÓLAR BUSCA FÔLEGO

O dólar reduziu as perdas nesta manhã e chegou a exibir temporariamente um viés de alta no mercado à vista.

A moeda norte-americana atingiu a máxima intradiária de R$ 4,9335, um avanço de 0,03%.

ABERTURA DO IBOVESPA 

O Ibovespa saiu dos leilões de abertura em leve alta de 0,15%, aos 127.814 pontos.

O principal índice de ações da B3 acompanha os movimentos do exterior nesta manhã, com um aumento da cautela dos investidores enquanto aguardam a divulgação de dados macroeconômicos lá fora.

A agenda reserva a publicação dos números trimestrais do PIB e PCE nos Estados Unidos, além da decisão de juros do Banco Central Europeu.

ADRS DE VALE E PETROBRAS 

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam no campo positivo no pré-mercado em Nova York, acompanhando o impulso das commodities hoje. 

  • Petrobras (PBR): +1,07%, a US$ 16,06;
  • Vale (VALE): +0,21%, a US$ 14,21. 
MERCADO DE COMMODITIES 

O petróleo avança hoje. Por volta das 9h40, os contratos futuros do Brent, considerado referência no mercado internacional, para março subiam 0,90%, negociados a US$ 80,76 o barril.

Já o WTI para março avançava 75,91 no mesmo horário, a US$ 1,09% o barril.

Por sua vez, o contrato mais negociado do minério de ferro em Dalian, para maio de 2024, fechou a sessão em alta de 1,6%, a US$ 137,96.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS 

Bom dia, pessoal.

Ontem, o entusiasmo inicial no Ocidente, provocado pela decisão da China de impulsionar sua economia através da redução da reserva compulsória dos bancos, teve vida curta.

A mudança na atmosfera global ocorreu quando dados nos EUA revelaram a maior expansão da atividade empresarial dos últimos sete meses. Este avanço levou os analistas a revisarem para cima as previsões de crescimento para os Estados Unidos.

Curiosamente, o que parece ser uma notícia positiva acabou gerando efeitos adversos no mercado. A reação foi a percepção de que o aumento da atividade poderia fortalecer a pressão inflacionária, diminuindo as chances de relaxamento dos juros.

Contudo, a expectativa de redução das taxas de juros ainda se mantém para este ano. Essa reação do mercado parece ser mais uma manifestação da ansiedade de curto prazo, típica de um mercado excessivamente focado em negociações imediatas e menos baseado em análises sensatas.

Paralelamente, o setor de tecnologia continua a apresentar um ciclo muito positivo. A Microsoft chegou ao valor de mercado de US$ 3 trilhões, impulsionada pelo otimismo com os lucros advindos da inteligência artificial, por mais que a Apple permaneça como a empresa pública de maior valor. A Netflix e a IBM também registraram boas performances, muito em virtude de seus resultados.

Os mercados asiáticos fecharam em alta nesta quinta-feira, ainda reagindo positivamente aos estímulos adicionais anunciados pelo governo chinês.

Na Europa, os mercados abriram em alta, com as atenções voltadas para a decisão de política monetária da Zona do Euro e para os dados do PIB americano do último trimestre.

As commodities também registram alta nesta manhã, o que pode ser favorável para os ativos brasileiros, que tendem a se beneficiar das tendências e notícias internacionais.

A ver…

00:59 — Lobby automotivo, Abreu e Lima, programa industrial e Mantega na Vale: está pegando mal demais…

No mercado brasileiro, o Ibovespa ultrapassou a marca de 129 mil pontos ontem, impulsionado pelo corte do depósito compulsório na China, beneficiando especialmente as ações de empresas de mineração e siderurgia, que têm grande peso no índice.

No entanto, as influências do cenário internacional, como as mencionadas anteriormente, junto a algumas notícias domésticas, alteraram o curso do dia.

Notícias recentes vindas de Brasília não têm sido muito animadoras. Iniciamos com a abertura do governo ao lobby do setor automobilístico, avançamos para os novos investimentos na Refinaria de Abreu e Lima e, não menos importante, o recente programa de estímulo à indústria proposto pelo governo, que já foi bastante discutido esta semana.

Para agravar, surgiram novamente informações ligadas ao ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, cuja presença o governo parece querer na Vale de qualquer forma.

Os próximos dias serão cruciais para entender se a incessante tentativa de Lula de colocar Mantega na mineradora terá êxito, seja como presidente executivo (improvável), presidente do conselho de administração (improvável) ou membro do conselho (possível).

A situação é tão peculiar que Mantega já adquiriu o apelido de "o inelegível" dentro da empresa.

Pessoalmente, eu hesitaria em entrar em um ambiente onde claramente não sou bem-vindo (como é o caso de Mantega aqui). Contudo, para algumas pessoas, mais vale o tamanho da cadeira.

De qualquer forma, o excesso de notícias controversas está fazendo o mercado relembrar um período petista associado a resultados econômicos negativos, contrariando as percepções recentes derivadas do trabalho de Haddad.

Por enquanto, parece haver mais especulação do que fatos concretos (mais ruídos do que sinais), mas o ambiente está longe de ser otimista.

01:48 — E as empresas de tecnologia continuam subindo… Com exceção da Tesla…

Nos Estados Unidos, ontem foi um dia de resultados mistos para os principais índices do mercado.

O destaque continua sendo o S&P 500, que alcançou novos recordes pelo quarto dia seguido, algo que não ocorria desde 2021, quando a inflação era considerada passageira e as taxas de juro estavam praticamente em zero.

A razão para esses recordes recentes? Os resultados das empresas têm sido o principal motor do mercado, mais até que os indicadores econômicos, apesar de uma série de dados econômicos superando as expectativas (a recuperação econômica se mostra forte, sustentada por um ambiente financeiro mais flexível).

No entanto, esse otimismo pode ser abalado hoje, após a Tesla revelar que seus lucros do quarto trimestre ficaram abaixo do esperado por Wall Street.

As ações da Tesla caíram até 5% nas negociações após o fechamento do mercado e continuam em queda nesta manhã.

Além disso, ainda temos várias empresas para acompanhar, incluindo American Airlines, Blackstone, Intel, NextEra Energy, Northrop Grumman, Sherwin-Williams, Southwest Airlines, T-Mobile, Union Pacific e Visa.

E é importante lembrar: esta temporada de resultados ainda está apenas começando.

02:32 — Mas e o PIB?

Nos Estados Unidos, o foco está na iminente divulgação da primeira estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2023 pelo Bureau of Economic Analysis.

As expectativas do mercado estão alinhadas com um crescimento sazonalmente ajustado e anualizado de cerca de 2%, uma desaceleração em comparação com o impressionante crescimento de 4,9% registrado no terceiro trimestre.

Contudo, algumas previsões, como as do Federal Reserve de Atlanta, sugerem um cenário um pouco mais otimista, com crescimento de aproximadamente 2,4%.

Dada a confiabilidade do Fed de Atlanta em suas previsões passadas, existe a possibilidade de uma surpresa positiva no consenso do mercado.

Embora o robusto crescimento de quase 5% observado no trimestre anterior possa não se repetir, a economia dos EUA ainda mostra sinais de vigor (destaque para o setor de serviços).

Recentemente, temos observado uma notável discrepância entre os dados "soft" (indicadores qualitativos e antecedentes) e os dados "hard" (estatísticas oficiais).

Os indicadores "soft" apontam para uma conjuntura econômica mais desafiadora, mas a realidade, impulsionada por uma política fiscal expansionista e condições financeiras favoráveis, tem mostrado uma expansão econômica muito mais robusta.

Embora as taxas de juros mais altas possam representar um aperto monetário, os gastos governamentais e a liquidez remanescente nas mãos da população, um legado das medidas de estímulo durante a pandemia, têm atuado como contrapesos.

O dado de hoje antecede o PCE, medidor favorito de inflação do Fed. Adicionalmente, o resultado do indicador terá um papel importante em ajustar as expectativas dos investidores para a próxima reunião do Federal Reserve, agendada para os dias 30 e 31 de janeiro.

03:26 — A decisão europeia

As bolsas de valores europeias apresentam um desempenho ruim nesta manhã, reagindo a uma combinação de relatórios empresariais e indicadores econômicos que têm aumentado a postura cautelosa dos investidores.

A atenção está voltada principalmente para a iminente decisão do Banco Central Europeu (BCE) sobre as taxas de juros, esperada para esta quinta-feira.

Prevê-se que o BCE mantenha as taxas de empréstimo estáveis pela terceira vez consecutiva, ao mesmo tempo em que se esforça para persuadir os mercados de que cortes nas taxas de juros ainda não estão no horizonte próximo (será que aguenta?).

Assim como ocorreu com o Federal Reserve, parece que o BCE atingiu o pico do ciclo atual de elevação das taxas de juros, mantendo a taxa de depósito em 4%.

A duração dessa estabilidade nas taxas é um assunto de crescente debate e interesse, especialmente após declarações da presidente do BCE, Christine Lagarde, e de outros membros do banco, indicando que uma redução nas taxas durante o verão deste ano é uma possibilidade considerável.

Este prognóstico ganha força diante dos últimos dados da Zona do Euro, que apontam para uma nova contração na atividade do setor privado em janeiro, sinalizando possíveis mudanças na política monetária em breve.

04:11 — Mais conclusões de Davos, na semana passada: América Latina e países do Golfo

Prosseguindo com as análises que iniciei ontem, durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, realizado na semana passada na Suíça, dois outros tópicos emergiram como particularmente relevantes.

O primeiro deles se refere à América Latina, que foi vista sob uma luz positiva pelos participantes. Há um consenso entre as lideranças de que a região, que inclui o Brasil, ocupa uma posição vantajosa no cenário global atual. Isso se deve a uma série de fatores:

i) Capacidade de produção alimentar, onde a América Latina se destaca como o maior exportador global de alimentos, com amplo potencial para aumentar tanto a produção quanto a produtividade;

ii) Recursos energéticos, sendo a região um exportador líquido de energia tradicional, com expectativas de crescente importância na exportação de gás natural e petróleo até 2035;

iii) Abundância de recursos minerais, incluindo a posição de liderança mundial na produção de cobre e o terceiro lugar em minério de ferro, além de reservas significativas de lítio;

iv) Uma posição predominantemente neutra em relação aos conflitos geopolíticos.

O segundo tópico de interesse é o Oriente Médio, que se destacou em Davos ao apresentar estratégias bem definidas para atrair co-investimentos e expertise, visando preparar a região para uma era pós-petróleo.

As oportunidades parecem ser amplas, abarcando diversos setores.

O Oriente Médio está atraindo atenção tanto de países do Sul Global — um termo que substituiu a noção de "mercados emergentes", refletindo uma abordagem mais geopolítica — quanto das principais economias ocidentais, motivadas pelos progressos notáveis na região, apesar dos recentes conflitos.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS 

Os juros futuros (DIs) abriram em queda em toda a curva, com os papéis de curto prazo mais pressionados.

Os DIs acompanham o recuo dos rendimentos dos Treasurys em Nova York e do dólar no mercado à vista. 

Confira como abriram os DIs nesta quinta-feira (25): 

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,05%10,04%10,05%10,05%10,06%
DI1F26DI Jan/269,72%9,72%9,76%9,76%9,75%
DI1F27DI Jan/279,89%9,88%9,90%9,90%9,93%
DI1F28DI Jan/2810,15%10,14%10,16%10,15%10,18%
DI1F29DI Jan/2910,32%10,32%10,34%10,33%10,35%
DI1F30DI Jan/3010,47%10,47%10,47%10,47%10,49%
DI1F31DI Jan/3110,56%10,56%10,57%10,57%10,58%
DI1F32DI Jan/3210,59%10,59%10,60%10,59%10,61%
DI1F33DI Jan/3310,67%10,66%10,72%10,72%10,67%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar começou o dia em leve queda de 0,06%, negociado a R$ 4,9293 no mercado à vista.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro iniciou a sessão em alta de 0,27%, aos 128.650 pontos.

Sem muitos indicadores por aqui, o principal índice de ações da B3 acompanha os movimentos do exterior nesta manhã.

Lá fora, o mercado aguarda a divulgação dos números trimestrais do PIB e PCE dos Estados Unidos, além da decisão de política monetária do Banco Central Europeu.

O RESGATE AO MERCADO IMOBILIÁRIO NA CHINA

A China anunciou novas medidas de ajuda ao mercado imobiliário asiático.

O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) definiu regras para empréstimos operacionais direcionados ao setor imobiliário.

A orientação do BC chinês é que bancos comerciais "fortaleçam a gestão de todo o processo de aprovação, emissão e recuperação de empréstimos" para garantir a segurança dos fundos de crédito e diversificação dos riscos.

O principal objetivo é aumentar o acesso das construtoras e incorporadoras a empréstimos garantidos com imóveis comerciais. "Os bancos devem promover o desenvolvimento estável e saudável do mercado imobiliário", afirmou o PBoC.

A nova regulação do PBoC detalha termos, cotas e padrões que devem ser atendidos para a concessão do crédito.

Esta categoria de empréstimos imobiliários operacionais poderá ser utilizada somente para manter, renovar, redecorar ou atender a outras necessidades da propriedade utilizada como garantia para o fornecimento de crédito.

Ou seja, não serão permitidos empréstimos para compra de propriedades, terras e novos projetos de construção.

Caberá aos bancos chineses determinar o montante a ser emprestado com base em fatores como condições operacionais e o valor avaliado das propriedades usadas como colaterais, embora o empréstimo não possa ultrapassar 70% do valor avaliado, ressalta o PBoC.

Além disso, os bancos devem monitorar índices de solvência, status de crédito e métodos de garantia do credor durante todo o processo, para evitar que os valores sejam desviados ou que a empresa não cumpra obrigações de pagamento.

Com a nova medida, as incorporadoras de alta qualidade conseguem obter mais liquidez, com um rating menor de risco.

Segundo análise da Ajax Asset, como 10% dos imóveis da China são comerciais, parte dos incorporadores podem aumentar seu financiamento em cerca de 10%.

LIRA TURCA EM QUEDA

A lira turca se enfraqueceu em relação ao dólar após a decisão de política monetária do Banco Central da Turquia.

O BC elevou a taxa básica de juros em 2,5 pontos percentuais, para 45%, mas também sinalizou o fim do aperto monetário.

Por volta das 08h08, o dólar avançava a 30,28 liras turcas. Antes do anúncio, a moeda norte-americana era também negociada em torno de 30,25 liras.

PETRÓLEO EM ALTA

O petróleo opera em alta nesta quinta-feira, de olho na crise no Mar Vermelho e nos estímulos econômicos da China.

Por volta das 08h07, os contratos futuros do Brent, considerado referência no mercado internacional, para março subiam 1,32%, negociados a US$ 81,10 o barril.

No mesmo horário, o WTI para março atingiu o maior nível desde o começo de dezembro, a US$ 76,08 o barril, equivalente a um avanço de 1,32%.

REAÇÃO AOS BALANÇOS: TESLA DESABA 8% NO PRÉ-MERCADO, ENQUANTO IBM SOBE

Depois de entregar um desempenho abaixo do esperado pelos analistas no balanço do último trimestre, a Tesla opera em forte queda no pré-mercado em Wall Street.

Por volta das 7h40, as ações da fabricante de carros elétricos de Elon Musk recuavam 7,90%, a US$ 191,42.

Enquanto isso, os papéis do IBM aproveitam a manhã para ampliar os ganhos após o resultado financeiro do quarto trimestre, com alta de 7,72% no mesmo horário, a US$ 187,36.

A empresa de tecnologia superou as expectativas e registrou um lucro líquido de US$ 3,29 bilhões no quarto trimestre, um avanço de 21% em relação ao mesmo período de 2022.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta quinta-feira.

Os ganhos na região foram impulsionados pelas medidas de estímulo à economia anunciadas nos últimos dias pelo governo da China.

A bolsa de Xangai liderou os ganhos com uma alta de 3,03% hoje.

A bolsa de Hong Kong também manteve o desempenho robusto e subiu 1,96%.

Em Taiwan, a bolsa local avançou 0,71%.

Já as bolsas de Tóquio e Seul tiveram altas bem mais modestas, ambas marcando coincidentemente um avanço de 0,03%.

BOLSAS DA EUROPA ABREM EM BAIXA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quinta-feira.

Apesar do sinal vermelho, as oscilações são bastante estreitas.

Os investidores da região estão à espera da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

A expectativa é de que o BCE mantenha os juros inalterados na zona do euro pela terceira reunião seguida.

O mercado também monitora os números trimestrais do PIB e da inflação de gastos com consumo pessoal nos Estados Unidos.

Veja o desempenho dos mercados europeus por volta das 07h30:

  • FTSE 100 (Londres): -0,12%
  • CAC 40 (Paris): -0,24%
  • DAX (Frankfurt): -0,37%
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram no azul nesta quinta-feira.

Apesar do tom positivo, as oscilações são bastante discretas.

Isso porque os investidores estão à espera dos números trimestrais do PIB e do PCE nos EUA.

No pré-mercado, os investidores reagem positivamente ao resultado trimestral da IBM e negativamente ao da Tesla.

A temporada de balanços por lá prossegue hoje com American Airlines, Intel e Visa.

Confira como andam os futuros de Wall Street às 07h10:

  • Dow Jones: +0,21%
  • S&P 500: +0,04%
  • Nasdaq: +0,02%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou o pregão da última quarta-feira (24) em queda de 0,35%, aos 127.815,70 pontos.

Por sua vez, o dólar caiu 0,47% no mercado à vista e terminou o dia a R$ 4,9321.

Confira o que movimentou os mercados ontem.

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