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RESUMO DO DIA: A 'Super Quarta' chegou e trouxe o otimismo de volta aos mercados. Mesmo com a decisão dos juros inalterados, o Federal Reserve (Fed) deu uma festa para os investidores: o banco central norte-americano manteve a projeção de três cortes até o fim do ano.
Lá fora, as bolsas de Nova York deixaram o tom negativo e renovaram máximas. Em destaque, o S&P 500 renovou a máxima do fechamento ao ultrapassar os 5.200 pontos pela primeira vez na história.
Por aqui, a bolsa brasileira também aproveitou e voltou a rondar os 130 mil pontos. O Ibovespa fechou o pregão com alta de 1,25%, aos 129.124 pontos.
Já o dólar retornou ao nível abaixo de R$ 5. A moeda norte-americana terminou o dia a R$ 4,9744, com baixa de 1,10% no mercado à vista.
Apesar do dia agitado em Wall Street, os juros ainda estavam no foco dos investidores locais, que aguardavam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Se tudo seguir como o previsto, a taxa Selic deve cair de 11,25% para 10,75% ao ano. Mas isso só deve ser conhecido após o fechamento dos mercados. A grande expectativa é pelo comunicado, com sinais de quantos cortes na taxa de juros devem acontecer nas próximas reuniões do Copom.
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Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (20):
Engordando a lista de emissões de cotas de fundos imobiliários em março — que inclui uma oferta de R$ 2 bilhões do XP Malls (XPML11) —, o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) anunciou que pretende fazer uma captação quase bilionária na bolsa.
O FII de prédios corporativos e galpões logísticos aprovou uma operação de, inicialmente, R$ 914,99 milhões. Mas a cifra pode chegar à casa do bilhão caso o lote extra, de até R$ 228,7 milhões, entre em jogo.
O valor de emissão das cotas será de R$ 159,55, que corresponde ao valor patrimonial dos ativos — uma medida de "valor justo" para o portfólio — do fundo em 29 de fevereiro.
Mas o custo final da susbscrição será maior, de R$ 162,79, pois os investidores deverão arcar com uma taxa de distribuição de R$ 3,19 para cobrir os custos da oferta. Ainda assim, a cifra é cerca de 1,3% inferior à cotação do fundo imobiliário no mercado secundário nesta quarta-feira (20).
Na ponta positiva do Ibovespa, as ações da Braskem lideraram os ganhos desde a abertura das negociações.
Os papéis repercutiram a elevação da recomendação neutra para compra pelo Santander. O banco também subiu o preço-alvo de R$ 22,50 para R$ 27,00 — potencial valorização de 16,7% em relação ao fechamento da última terça-feira (19).
Os investidores também seguem na expectativa de que a Adnoc apresente ainda hoje uma proposta sobre a venda da fatia da Braskem na Novonor, que está em negociação desde o ano passado.
Na expectativa de corte na taxa Selic de 11,25% para 10,75% ao ano após a manutenção dos juros nos Estados Unidos, as ações cíclicas — que são mais sensíveis a fatores macroeconômicos — ganham fôlego, na esteira do alívio dos juros futuros.
Confira as maiores altas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 26,76 | 15,69% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 4,99 | 8,01% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 7,51 | 7,29% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 8,88 | 7,12% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 8,06 | 6,61% |
Na ponta negativa, as ações das petroleiras figuraram entre as maiores altas do Ibovespa, na esteira do petróleo.
Com o recuo menor que o esperado dos estoques da commodity nos Estados Unidos, os contratos mais líquidos do petróleo Brent recuaram 1,63%, a US$ 85,95 o barril.
Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 47,45 | -3,58% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 62,06 | -1,26% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 23,13 | -1,15% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,64 | -0,70% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 18,20 | -0,55% |
O Ibovespa fecha com alta de 1,25%, aos 129.124,83 pontos.
O principal índice da bolsa brasileira ganhou fôlego na esteira de Nova York após a decisão do Federal Reserve (Fed).
O Banco Central dos Estados Unidos decidiu pela manutenção dos juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano pela quinta vez consecutiva.
Além disso, o gráfico de pontos (dot plot) manteve a projeção de redução de 0,75 ponto percentual nos juros até o fim do ano, o que pode foi traduzido pelo mercado como três cortes de 0,25 ponto percentual.
Por aqui, o fechamento da curva de juros futuros (DIs) trouxe alívio para as ações cíclicas, com destaque para as companhias de varejo que figuraram como as maiores altas do Ibovespa.
Por aqui, os investidores aguardam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A expectativa é de corte de 0,5 ponto percentual, reduzindo a taxa Selic e 11,25% para 10,75% ao ano.
“Say Say Say” é um dos hits de Paul McCartney e Michael Jackson. No clipe, a dupla vende uma poção milagrosa para moradores de uma cidade. Nesta quarta-feira (20), o Federal Reserve (Fed) não precisou de nenhum exilir para que o S&P 500 batesse recorde — bastou o chefão do banco central norte-americano falar, falar, falar.
Claro que Jerome Powell não disse o que todo investidor quer saber: quando, afinal, os juros começarão a cair nos EUA? Mas não faltaram pistas para embalar os ganhos do mercado, lá fora e aqui.
Em Wall Street, as ações subiram com o S&P 500 ultrapassando o nível de 5.200 e atingindo uma nova máxima intradiária. O Dow Jones manteve o ritmo do índice mais amplo da bolsa de Nova York e também atingiu recorde, enquanto o Nasdaq deu passos para um fechamento nas máximas.
Ao mesmo tempo, o ouro subia mais de 1%, enquanto os yields (rendimentos) do títulos de dívida do governo norte-americano perdiam força.
O dólar encerrou a R$ 4,9744, com queda de 1,10%, no mercado à vista.
A moeda norte-americana perdeu força após o Federal Reserve (Fed) manter os juros inalterados na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano e seguir com a projeção de três cortes até o fim do ano.
O petróleo fechou em queda, após o recuo dos estoques da commodity nos Estados Unidos vir menor do que o esperado.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent terminaram o dia com baixa de 1,63%, com o barril a US$ 85,95, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos do petróleo WTI caíram 1,76%, a US$ 81,27 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Os estoques de petróleo nos Estados Unidos recuaram 1,952 milhão de barris, a 445,042 milhões de barris, na semana encerrada em 15 de março, segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do país. A expectativa era de queda menor, de aproximadamente 1,2 milhão de barris.
Com a perspectiva de corte nos juros nos Estados Unidos e alívio nos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro norte-americano, os juros futuros (DIs) operam em queda — o que também impulsa o Ibovespa após a decisão do Federal Reserve (Fed).
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 9,91% | 9,98% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 9,80% | 9,89% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,04% | 10,12% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,33% | 10,42% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,53% | 10,62% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 10,69% | 10,78% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 10,77% | 10,87% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 10,85% | 10,92% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 10,88% | 10,97% |
Com NY nas máximas, com destaque para o S&P 500 que ultrapassou os 5.200 pontos pela primeira vez na história, o Ibovespa retorna aos 129 mil pontos.
O índice sobe 1,16%, aos 129.005 pontos.
O S&P 500 renovou o recorde histórico ao ultrapassar os 5.200 pontos pela primeira vez na história.
O tom positivo repercute a previsão de três cortes de juros nos Estados Unidos até o fim do ano, o que levaria os juros da faixa de 5,25% a 5,50% ao ano para 4,50% a 4,75% ao ano.
Hoje, o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) manteve os juros inalterados para quinta vez consecutiva.
Em meio ao discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, as bolsas de Nova York renovam máximas intraday e o Ibovespa acompanha os ganhos.
O principal índice da bolsa brasileira sobe 1,01%, aos 128.815 pontos.
Já o dólar à vista cai quase 1%, a R$ 4,9836.
Em entrevista coletiva, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, afirmou que a inflação tem desacelerado, mas ainda segue acima da meta de 2%. "O caminho adiante ainda é incerto. [...] O progresso em andamento na inflação não é algo garantido."
Powell disse também que o mercado de trabalho segue robusto, mas caminha para maior equilíbrio.
Mais uma vez, o dirigente afirmou que os juros parecem estar em seu pico neste ciclo e que ainda é preciso mais confiança de que a inflação vai convergir para a meta de 2%. "Vamos reduzir ritmo da redução no balanço em breve; agiremos mais gradualmente."
Com a manutenção dos juros inalterados na faixa de 5,25% e 5,50% ao ano e a projeção de três cortes até o fim do ano, as apostas de redução dos juros nos Estados Unidos aumentaram.
Agora após a decisão, os traders veem 71,4% de chance de o banco central norte-americano cortar os juros, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group. Ontem (19), essa probabilidade era de 59,2%.
Em consequência, as apostas pela manutenção dos juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano recuaram de 40,9% (ontem) para 28,5% hoje.
O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, dançou o moonwalk nesta quarta-feira (20) para todo o mercado: manteve os juros inalterados — o que, para muitos, é um passo para trás na política monetária norte-americana — enquanto parece caminhar para frente com o otimismo sobre a inflação.
E, de fato, tudo o que os investidores esperam é que o banco central norte-americano tenha feito a dança popularizada por Michael Jackson: criado a ilusão de estar sendo puxado para trás e que o corte de juros virá em junho.
Até porque no encontro de hoje, os passos do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) já estavam coreografados: 99% dos investidores esperavam a manutenção dos juros na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, como, de fato, aconteceu.
A reação do mercado assim que a decisão saiu foi positiva — o comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) manteve a projeção de três cortes de juros este ano. A expectativa da maioria dos investidores é que essa previsão poderia cair para duas reduções em 2024.
Instantes após a decisão do Federal Reserve (Fed), as bolsas de Nova York inverteram sinal e operam em alta:
O Ibovespa acompanha e acelerou os ganhos com alta de 0,72%, aos 128.447 pontos.
Já o dólar aumentou as perdas e opera a R$ 4,9896, com baixa de 0,80%, no mercado à vista.
O Federal Reserve (Fed) manteve os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, o maior patamar em mais de 22 anos, pela quinta vez consecutiva.
Instantes antes da decisão do Federal Reserve (Fed), as bolsas de Nova York operam majoritariamente queda:
Os rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos também caem. Os juros projetados para a dívida de 10 anos recuam a 4,281%; já de 30 anos registram baixa a 4,430%.
O Ibovespa sobe 0,46%%, aos 128.113 pontos.
Já o dólar opera a R$ 4,9981, com baixa de 0,63%, no mercado à vista.
Os juros futuros (DIs) aliviam em toda a curva acompanhando os Treasurys.
A menos de meia hora da decisão do Federal Reserve (Fed) sobre os juros, as bolsas de Nova York voltaram a operar em campo negativo.
As bolsas europeias encerraram em tom misto, na expectativa da decisão sobre os juros nos Estados Unidos.
Na expectativa de corte na taxa Selic de 11,25% para 10,75% ao ano e manutenção dos juros nos Estados Unidos, as ações cíclicas — que são mais sensíveis a fatores macroeconômicos — ganham fôlego, na esteira do alívio dos juros futuros.
Em destaque, Casas Bahia (BHIA3) avança quase 6% e disputa a liderança do índice com Braskem (BRKM5).
Grupo Soma (SOMA3) e Lojas Renner (LREN3) operam entre as cinco maiores altas do Ibovespa com alta de quase 4% cada.
Confira as dez maiores altas do Ibovespa agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 25,16 | 8,78% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 8,00 | 5,82% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 1,75 | 4,17% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 7,27 | 3,86% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 16,03 | 3,54% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 61,67 | 3,47% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 4,78 | 3,46% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 8,57 | 3,38% |
| HYPE3 | Hypera ON | R$ 34,32 | 3,06% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,10 | 2,65% |
O Ibovespa voltou ao tom positivo com apoio das commodities metálicas e alívio dos juros futuros (DIs), além da virada das bolsas de Nova York para a alta.
Os mercados operam hoje mais voláteis antes das decisões sobre juros nos Estados Unidos e no Brasil.
Na ponta positiva, Braskem avança após o Santander elevar a recomendação da companhia para compra.
Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 25,55 | 10,46% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 8,03 | 6,22% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 4,87 | 5,41% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 16,09 | 3,93% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 7,20 | 2,86% |
Na ponta negativa, as ações ligadas ao petróleo se destacam, na esteira da queda de quase 2% da commodity após dados de estoques nos Estados Unidos.
Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 47,10 | -4,29% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 27,36 | -3,05% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 22,69 | -3,03% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 8,18 | -2,15% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 18,57 | -1,59% |
O Ibovespa recuperou as perdas com a melhora do humor em Wall Street há poucas horas da decisão sobre juros nos Estados Unidos.
O Federal Reserve (Fed) divulga a decisão às 15h (horário de Brasília).
Com a expectativa de que os juros devem permanecer na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano, os investidores aguardam o gráfico de pontos (dot plot) para calibrar as perspectivas sobre a trajetória dos juros adiante e confirmar (ou não) as apostas de três reduções até o fim do ano.
Sendo assim, as atenções ficam concentradas na entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell.
Por aqui, o Banco Central também decide sobre os juros. A expectativa é de uma nova redução de 0,50 ponto percentual, com corte da Selic de 11,25% para 10,75% ao ano. O mercado espera, com mais expectativa, a sinalização de um ou mais cortes no comunicado.
O Ibovespa opera em alta de 0,07%, aos 127.621 pontos.
O dólar perde força e opera a R$ 5,0061, com queda de 0,47%, no mercado à vista.
Os juros futuros (DIs) acompanham os rendimentos (yields) dos Treasurys e fecham em toda a curva.
O otimismo que tomou conta das ações da Braskem (BRKM5) nesta semana parece não estar preparado para desacelerar. Pelo contrário, aliás.
As ações disparavam 10,33% por volta das 12h05, negociadas a R$ 25,52, ampliando os ganhos dos últimos cinco dias para 22%. No ano, os papéis acumulam alta de 17%.
Os ganhos das ações no dia acompanham a notícia de que um bancão de investimentos elevou as apostas na Braskem após a divulgação do balanço da companhia no quarto trimestre de 2023.
O Santander elevou a recomendação das ações BRKM5 para “outperform” — equivalente a “compra” —, com preço-alvo de R$ 27 para o fim de 2024, implicando em um potencial de valorização de 16% em relação ao último fechamento.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent caem 1,68%, a US$ 85,91 o barril, em reação a novos dados de estoques do petróleo, além da volatilidade por conta da decisão sobre os juros no Federal Reserve (Fed).
Os estoques de petróleo nos Estados Unidos recuaram 1,952 milhão de barris, a 445,042 milhões de barris, na semana encerrada em 15 de março, segundo o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do país.
A expectativa era de queda menor, de aproximadamente 1,2 milhão de barris.
Figurando entre as mais negociadas da bolsa, as ações da Vivara (VIVA3) derreteram nesta segunda-feira (18), tendo no radar o anúncio “inesperado” de troca de CEO.
Os papéis da rede de joalherias tiveram um tombo de 14,03% no pregão, fechando o dia cotados a R$ 26,41 cada. A forte reação do mercado ocorre após a companhia informar na última sexta que Paulo Kruglensky renunciou ao cargo de CEO.
O analista Ruy Hungria, da Empiricus Research, conta o por que a volta de Kaufmann é motivo de preocupação e revela sua recomendação.
O Bradesco (BBDC4) optou por converter os créditos que tinha contra a Queiroz Galvão em cerca de 25,5% do capital acionário da Enauta (ENAT3).
A analista Larissa Quaresma comenta a notícia e da sua análise sobre a empresa e a ação.
Acompanhe:
As ações da Braskem (BRKM5) lideram os ganhos do Ibovespa desde a abertura das negociações.
Os papéis repercutem a elevação da recomendação neutra para compra pelo Santander. O banco também subiu o preço-alvo de R$ 22,50 para R$ 27,00 — potencial valorização de 16,7% em relação ao fechamento da última terça-feira (19).
Além disso, há a expectativa de que a Adnoc apresente ainda hoje uma proposta sobre a venda da fatia da Braskem na Novonor, que está em negociação desde o ano passado.
Segundo o Broadcast, uma reunião entre a Adnoc e a Novonor deve acontecer ainda nesta semana.
As ações da Minerva (BEEF3) sobem 0,99% no Ibovespa e figuram entre as maiores altas do índice.
Os papéis repercutem as novas habilitações para exportar carne bovina para a China. Segundo a companhia duas plantas produtivas na Colômbia foram aprovadas e devem começar a enviar carnes para a segunda maior economia do mundo.
Com as novas habilitações, a Minerva passar a ter 12 unidades produtivas voltadas à exportação para a China — sendo 5 plantas no Brasil, 4 plantas no Uruguai e 2 plantas na Colômbia.
Que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) vai cortar a taxa básica de juros brasileira, a Selic, em meio ponto percentual — para 10,75% ao ano — nesta quarta-feira (20), quase ninguém duvida. Afinal, o próprio BC sinalizou a redução em seu último comunicado e não deu sinais de ter mudado de ideia.
A verdadeira dúvida está no que os dirigentes do BC farão após o fim desta “Super Quarta”. “A coisa mais importante para o Brasil hoje é a letra ‘s’: se vai ter apenas mais um corte de 0,5 ponto percentual ou se serão sinalizados dois”, diz Luis Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset.
Vale relembrar que, desde que começou a cortar os juros, em agosto do ano passado, o Copom tem mantido um parágrafo nos comunicados que funciona como um “guidance” para calibrar as perspectivas do mercado: “em se confirmando o cenário esperado, os membros do Comitê anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões".
A questão é se essa frase permanecerá inalterada pela sexta vez consecutiva ou se sofrerá uma alteração para indicar que os dias de cortes de 0,5 p.p. estão chegando ao fim.
Negociadas fora do Ibovespa, as ações da Infracommerce (IFCM3) caem 15% e lideram as perdas da B3.
Os investidores repercutem os resultados do quarto trimestre de 2023. O prejuízo líquido foi de R$ 110,2 milhões, um aumento de 54,1% na comparação anual.
Na avaliação do Citi, apesar de uma melhora operacional, as despesas financeiras da Infracommerce "continuam se deteriorando".
No fim de fevereiro, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento sobre a revisão da vida toda de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a data para a retomada do processo era incerta. Agora é possível que os ministros voltem a julgá-lo hoje.
A retomada do julgamento entrou na pauta de julgamentos do STF desta quarta-feira (20). O início da sessão está previsto para as 14h.
Entretanto, não há garantia de que será analisado hoje. Processos que cobram medidas de combate a queimadas no Pantanal são os primeiros itens da pauta.
Na última vez em que a análise do processo foi postergada, o julgamento de ações sobre a política ambiental do governo de Jair Bolsonaro acabou tomando todo o tempo da sessão, o que forçou o adiamento.
Com pressão das bolsas de Nova York, o Ibovespa opera em leve queda de 0,01%, aos 127.521 pontos.
As ações das petroleiras operam em queda e figuram entre as maiores altas do Ibovespa, na esteira do petróleo.
Com a cautela antes da decisão sobre os juros nos Estados Unidos, os contratos mais líquidos do petróleo Brent recuam 1,42%, a US$ 86,12 o barril.
Confira o desempenho do setor no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 47,87 | -2,72% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 22,82 | -2,48% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 29,74 | -1,13% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 36,44 | -0,36% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 36,00 | -0,19% |
O desfile das maiores grifes de luxo da Europa na passarela dos mercados de ações internacionais causa calafrios nos estilistas financeiros na manhã desta quarta-feira (20) — e a culpa é de um alerta feito pela dona da Gucci.
O conglomerado francês Kering, detentor de marcas como Gucci, Balenciaga e Yves Saint Laurent, alertou mais cedo hoje que uma tendência “fora de moda” pode abalar o visual do balanço da holding no primeiro trimestre de 2024.
O resultado trimestral do grupo de luxo será publicado apenas em 23 de abril, após o fechamento dos negócios na Europa, mas a empresa já antecipou aos investidores um dos indicadores do balanço.
A companhia prevê uma queda de aproximadamente 10% nas receitas em relação aos três primeiros meses do ano passado, resultado de um recuo mais acentuado nas vendas da Gucci na região da Ásia.
As bolsas de Nova York abriram em queda, à espera da decisão do Federal Reserve (Fed).
Os investidores operam mais cautelosos na expectativa da coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell.
Além disso, o mercado de acompanhar o gráfico de pontos, a ser publicado junto ao comunicado, com as projeções sobre a política monetária nos Estados Unidos. Hoje, está em jogo a expectativa de três cortes nos juros até dezembro.
O Ibovespa opera em alta com apoio das commodities metálicas. Hoje, o minério de ferro fechou em alta, mais uma vez, após o Banco do Povo Chinês manter as taxas de empréstimos.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 24,64 | 6,53% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 7,76 | 2,65% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 7,24 | 2,55% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,09 | 2,32% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 7,15 | 2,14% |
E as maiores quedas do Ibovespa após a abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 48,32 | -1,81% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 23,15 | -1,07% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 31,24 | -1,05% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 27,93 | -1,03% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 8,28 | -0,96% |
O Ibovespa opera em alta de 0,14%, aos 127.721 pontos, após a abertura.
O principal índice da bolsa brasileira reagem aos balanços trimestrais, além da expectativa para a decisão dos Bancos Centrais no Brasil e nos Estados Unidos.
Faz pouco mais de um mês que o fundo imobiliário XP Malls (XPML11) encerrou uma emissão de cotas na qual levantou R$ 1 bilhão. Mas isso não impediu o FII de vir novamente a mercado em busca de uma cifra ainda maior, que pode até dobrar o valor da primeira captação.
O fundo publicou na última terça-feira (19) o anúncio de início de sua décima primeira emissão de cotas. O objetivo inicial é captar R$ 1,6 bilhão emitindo pouco mais de 14,28 milhões de novas cotas.
Mas, caso a demanda ultrapasse o previsto, um lote extra de até 25% do volume inicial pode entrar em jogo e elevar o valor da operação para R$ 2 bilhões.
Cada nova cota custará R$ 115,97, já considerando a taxa de distribuição. O valor é cerca de 0,19% inferior ao fechamento do FII na B3 ontem, último pregão antes do anúncio da oferta.
Os recibos de ações (ADRs) da Vale e Petrobras operam em alta no pré-mercado em NY, acompanhando o desempenho das commodities.
O mercado de commodities operam sem direção única.
O minério de ferro estendeu os ganhos da véspera após a China manter as taxas de juros de referência para empréstimos de 1 e 5 anos inalteradas.
A commodity fechou em alta de 1,23% em Dalian, na China, com a tonelada cotada a US$ 114,38.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent recuam 1,45%, a US$ 86,09, em meio à cautela antes da decisão sobre juros nos Estados Unidos.
A SUPER QUARTA CHEGOU… O QUE VAI MUDAR?
A atenção do mercado financeiro se concentra na reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve, iniciada ontem e com conclusão prevista para esta quarta-feira.
Prevê-se que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas pelo quinto encontro consecutivo, com olhos voltados para as projeções atualizadas no influente gráfico de pontos, que efetivamente orienta as expectativas de política monetária.
A previsão é que o gráfico revele que a média das expectativas dos membros do FOMC aponte para uma redução de 75 pontos-base nas taxas de juros ao longo do ano.
Dada a reação histórica de Jerome Powell aos indícios de enfraquecimento econômico, apesar da persistência de uma inflação elevada, não seria surpreendente uma postura mais flexível (dovish) por parte dele durante a coletiva de imprensa após a reunião.
Ademais, o Fed planeja dar início a discussões detalhadas sobre a gestão de seu balanço patrimonial, cujo foco será definir até que ponto pode ser diminuída sua carteira de ativos, atualmente avaliada em US$ 7,5 trilhões.
Os mercados na Ásia reagiram de forma estável hoje, seguindo a decisão do banco central chinês de manter suas taxas de juros estáveis.
Um ponto de destaque na região é a decisão do Japão de elevar suas taxas de juros pela primeira vez em 17 anos, encerrando assim um longo período de taxas negativas.
Contudo, a falta de firmeza nessa política de aperto monetário (e o fato de as taxas ainda estarem em níveis que estimulam a economia) levou o iene à sua menor cotação em quatro meses.
A leve recuperação observada hoje pouco fez para reverter a desvalorização recente do iene.
Na Europa e nos Estados Unidos, os mercados acionários e os contratos futuros iniciaram o dia em baixa, antecipando uma sessão desafiadora.
No setor de commodities, o petróleo Brent recua ligeiramente após ganhos recentes, sendo negociado próximo a US$ 87 por barril, enquanto o preço do minério de ferro registra uma modesta queda após uma recuperação notável desde o final de semana.
A ver…
00:56 — Espaço para a manutenção do forward guidance
Na sessão anterior à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), o Ibovespa apresentou um aumento de 0,45%, alcançando 127.528 pontos, movimento este alinhado aos avanços observados nos principais índices de Nova York.
Observou-se uma inversão de papéis entre Vale e Petrobras: a primeira beneficiou-se de um modesto crescimento no preço do minério de ferro, superando períodos anteriores de adversidade, enquanto a segunda não acompanhou a valorização do petróleo, influenciada em grande parte por turbulências políticas.
Recentemente, declarações do presidente Lula, comprometendo-se a reduzir os preços da gasolina, geraram preocupações no mercado, especialmente devido ao temor de maior intervenção política após a Petrobras optar por não distribuir dividendos extraordinários.
Com a gasolina sem reajustes há 151 dias e comentários recentes de Lula, estamos cada vez mais atentos à disparidade entre os preços internos e internacionais do combustível, com a Abicom apontando uma diferença de 19% em relação aos preços no Golfo do México para a gasolina, e de 13% para o diesel S10 (sem reajustes há 84 dias).
Contudo, o foco principal do dia não está diretamente relacionado à Petrobras, mas à reunião do Copom. Poucas dúvidas pairam sobre a decisão referente à taxa Selic, com o consenso apontando para uma redução de 50 pontos-base, fixando-a em 10,75% ao ano.
O questionamento principal gira em torno da comunicação do Banco Central, especialmente se continuará indicando futuros cortes de 50 pontos-base (teremos pelo menos mais um corte de 50 pontos em maio).
Enquanto alguns analistas esperam a eliminação dessa orientação futura, antecipando uma referência somente para a próxima reunião, outros preveem a manutenção dessa diretriz por mais duas sessões.
Acredito que a manutenção do indicativo para ajustes nas próximas duas reuniões é mais provável, seguida pela sugestão de que a orientação futura será abandonada subsequentemente, depois de junho (seria uma decisão mais ponderada).
Em síntese, entendo que o Copom realizará o corte de 50 pontos, sinalizará mais duas reduções dessa magnitude (maio e junho) e cessará orientações futuras mais distantes.
01:47 — E por falar no Diesel
Em uma entrevista, Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, anunciou planos para dialogar com o Senado sobre a possibilidade de incluir o Diesel R, um produto coprocessado da empresa, no âmbito do projeto de lei "Combustível do Futuro", que foi recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados.
Prates enfatiza que o objetivo principal na transição energética deve ser a redução de emissões, sem necessariamente excluir ou favorecer determinados grupos.
Ele reconhece o potencial do diesel desenvolvido no Brasil como uma alternativa escalável e acessível para países em desenvolvimento, posicionando-se como uma valiosa oferta ao Sul Global, em complemento aos veículos elétricos, que ainda apresentam custos elevados.
Contudo, o projeto "Combustível do Futuro" ainda não está pronto para ser votado no Senado. Até o momento, a proposta nem mesmo foi enviada para a Casa, permanecendo na Câmara para despacho.
Quando finalmente for encaminhada ao Senado, será direcionada à Comissão de Infraestrutura por Rodrigo Pacheco, presidente do Senado.
O relator da proposta solicitou uma análise técnica de ajustes de última hora, necessários para garantir a aprovação do texto, que procurou equilibrar as demandas tanto do setor agrícola quanto dos profissionais da área de energia.
Um dos principais pontos de controvérsia diz respeito à proporção de biodiesel a ser misturada ao diesel convencional, com o setor agrícola argumentando a favor de um percentual mais alto, em oposição aos representantes do setor de energia, que defendiam uma porcentagem menor.
A versão original do relatório propunha que essa mistura alcançasse 20% até 2030, enquanto atualmente está fixada em 14%.
02:31 — O Show de Powell
Nos Estados Unidos, a preocupação dos investidores com as taxas de juros e a política monetária parece ter sido colocada de lado durante o pregão de ontem.
À véspera do encerramento da reunião do Federal Reserve, que incluirá hoje o anúncio de novas diretrizes para 2024, o S&P 500 atingiu um nível recorde.
Esse fenômeno caracteriza 2024: apesar da aceitação de um Fed potencialmente mais rígido, o mercado de ações persiste em sua trajetória ascendente.
Esse comportamento pode ser atribuído a uma alteração na narrativa dominante, agora centrada na superação de um "pouso suave" e na transição para uma nova fase do ciclo econômico, estimulada por dinâmicas como investimentos em tecnologia, mudanças no padrão de consumo, realocação de cadeias produtivas ("nearshoring" e "friendshoring") e novos gastos do governo.
Embora esse panorama ofereça uma perspectiva otimista, não se pode negar a importância crítica da decisão do Fed hoje para os mercados globais.
A expectativa geral é que as taxas de juros permaneçam inalteradas nesta ocasião, direcionando a atenção para o Resumo das Projeções Econômicas do Fed, com especial interesse no cronograma dos possíveis cortes de taxas em 2024.
Desde junho de 2023, o Fed tem mantido sua meta para a taxa de fundos federais entre 5,25% e 5,5%, embora as projeções para o futuro das taxas de juros tenham variado significativamente conforme os novos dados econômicos são divulgados.
Além das projeções econômicas e da coletiva de Powell, qualquer indicação do Fed sobre o enfraquecimento de seu programa de aperto quantitativo ou sobre a redução de ativos em seu balanço poderia agitar os mercados.
A redução no ritmo do chamado QT, que exerce um efeito contracionista na economia similar aos aumentos de taxa, poderia, por si só, impulsionar o mercado de ações, mesmo sem a implementação de cortes nas taxas.
03:25 — Biden concorda com Trump
O presidente Joe Biden expressou que a U.S. Steel, uma empresa do setor industrial americano com mais de um século de história, deve permanecer em mãos americanas e ser operada por trabalhadores americanos filiados a sindicatos.
Essa posição foi destacada em meio a sua campanha presidencial, num contexto em que a proposta de aquisição da U.S. Steel pela Nippon Steel Corp, no valor de US$ 14 bilhões, levantou questionamentos.
Apesar de um encontro entre o sindicato United Steelworkers e representantes da Nippon Steel ter ocorrido este mês, as negociações não avançaram significativamente.
Com a politização do tema, não seria surpreendente que candidatos eleitorais utilizassem a situação em suas campanhas.
A Nippon Steel, por sua vez, comprometeu-se a preservar a identidade da U.S. Steel, mantendo sua sede em Pittsburgh e aproximadamente mil empregos atuais, além de respeitar os acordos existentes com o United Steelworkers, com planos de aumentar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, assim como expandir a produção.
A Câmara de Comércio Americana alertou que a interferência de Biden no acordo poderia comprometer os investimentos estrangeiros nos Estados Unidos, incentivar retaliações de outros países contra empresas americanas no exterior e potencialmente deteriorar as relações diplomáticas entre EUA e Japão.
Biden, conhecido por seu forte apoio ao movimento sindical, adota uma postura reminiscente da de Donald Trump em 2016, quando este enfatizou a revitalização da indústria nacional.
Atualmente, o Comitê de Investimento Estrangeiro nos Estados Unidos está revisando o acordo, que a Nippon Steel espera concluir entre o segundo e o terceiro trimestre do ano. Biden também estendeu um convite ao primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, para uma reunião na Casa Branca em 10 de abril.
04:12 — Taxa mantida
O Banco Popular da China decidiu manter estáveis as taxas de juros preferenciais para empréstimos de um e cinco anos em 3,45% e 3,95%, respectivamente.
A taxa para empréstimos de um ano serve como base para a maior parte dos financiamentos residenciais e empresariais, enquanto a taxa de cinco anos é utilizada principalmente para empréstimos hipotecários.
Esta decisão seguiu a divulgação de dados econômicos encorajadores no último fim de semana, que impulsionaram o preço do minério de ferro.
É importante notar que o mercado de ações chinês teve uma recuperação notável no último mês, após Pequim introduzir estímulos econômicos moderados e adotar uma postura rigorosa contra a venda a descoberto.
A melhoria nos indicadores econômicos também tem contribuído para este cenário. No entanto, o ponto frágil do mercado chinês permanece sendo seu setor imobiliário.
Esta situação de relativa estabilidade financeira na China pode enfrentar desafios em breve, dado que mais de 23 construtoras ou empresas afiliadas estão à beira de receber ordens de liquidação em Hong Kong, iniciadas por credores desde o começo da crise imobiliária.
Uma possível onda de liquidações poderia desestabilizar, especialmente, os investidores internacionais, e incentivar aqueles que recentemente lucraram com a recuperação do mercado de ações chinês a retirar seus investimentos.
Até o momento, cinco dessas empresas já receberam ordens de fechamento, deixando o futuro de muitas outras ainda incerto. O China Evergrande Group figura entre as afetadas.
Por outro lado, se a crise imobiliária se estabilizar ou até mesmo começar a mostrar sinais de melhora, isso poderia impulsionar ainda mais a recuperação econômica do país.
Os juros futuros (DIs) operam com viés de queda em toda a curva, acompanhando o alívio nos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
Os investidores aguardam as decisões sobre os juros no Brasil e nos Estados Unidos.
Confira como abriram os DIs hoje:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 9,97% | 9,98% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 9,88% | 9,89% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,13% | 10,12% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,40% | 10,42% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,62% | 10,62% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 10,79% | 10,78% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 10,86% | 10,87% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 10,93% | 10,92% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 10,97% | 10,97% |
O dólar abre a R$ 5,0316 no mercado à vista, com alta de 0,04% em relação ao fechamento anterior.
Na expectativa pelas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, o Ibovespa futuro abre em queda de 0,10%, aos 128.450 pontos.
Lá fora, o Federal Reserve (Fed) deve manter os juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano. A "surpresa" ficará por conta da entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell, logo após a comunicação da decisão.
Por aqui, a expectativa é de que o Banco Central continue o ciclo de cortes e reduza a Selic de 11,25% para 10,75% ao ano. As atenções se concentram no comunicado do Copom, com a sinalização de um ou mais cortes adiante.
No meio de uma crise de governança sobre a escolha do futuro CEO, a Vale (VALE3) voltou a ter problemas na Justiça com o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG). E desta vez bem longe do local da tragédia ambiental.
Isso porque a Justiça da Holanda decidiu pelo bloqueio de ações da subsidiária local da mineradora, em garantia do valor aproximado de 920 milhões de euros (aproximadamente R$ 5 bilhões).
A concessão da tutela contra a Vale ocorreu em antecipação a uma futura ação judicial de pessoas que alegam terem sido afetadas pelo rompimento da barragem de Fundão, em novembro de 2015.
O bloqueio das ações não representa uma avaliação quanto ao mérito, seja processual ou material, de acordo com a mineradora. A Vale controla a Samarco ao lado da anglo-australiana BHP.
O Ibovespa chega à Super Quarta em busca de recuperar os 128 mil pontos.
No entanto, com as bolsas internacionais aguardando a decisão do Fed em leve queda, o mercado brasileiro de ações deve encontrar dificuldades antes do anúncio, previsto para as 15h.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,45%, fechando em 127.528 pontos.
O dólar, por sua vez, subiu 0,08%, cotado a R$ 5,0297.
A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada na noite de ontem, mostra que a reprovação do governo Lula subiu de 52% para 64% entre os participantes do mercado brasileiro.
A aversão a Fernado Haddad, por outro lado, diminuiu: a reprovação do ministro da Fazenda caiu de 24% para 12%, enquanto sua aprovação subiu de 43% para 50%.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também está em alta com o mercado. A visão favorável sobre sua atuação na condução da política monetária brasileira subiu de 85% para 94%.
A pesquisa também repercutiu os últimos movimentos do noticiário corporativo: para 97% dos respondentes, a retenção de dividendos da Petrobras (PETR4) é um erro.
Como a decisão é considerada fruto da pressão da União, metade do mercado apontou o intervencionismo como o maior risco no governo Lula.
Enquanto os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em alta, as bolsas da Europa exibem sinais mistos nesta 'Super Quarta'.
O mau desempenho do setor de luxo, que é puxado por temores ligados à Kering, afeta os índices de Paris e Londres. As ações da holding francesa chegaram a cair 14% após a companhia reportar uma queda na receita do primeiro trimestre de 2024 provocada pelo recuo nas vendas da Gucci na Ásia e no Pacífico.
O tombo respinga em outros nomes do segmento de luxo francês, como a LVMH, dona da Louis Vuitton e a Christian Dior, além da Burberry, que é negociada em Londres.
Em meio a esse cenário, o CAC 40, índice que reúne as 40 maiores empresas francesas, recuava 0,68% por volta das 07h25 no horário de Brasília, enquanto o FTSE 100, de Londres, caía 0,17%. Frankfurt, por outro lado, subia 0,12% no mesmo horário.
Além do baque no mercado da alta cultura, as bolsas repercutem também as últimas falas da presidente do Banco Central Europeu (BCE). Em dia de decisão de política monetária nos EUA, Christine Lagarde declarou que ainda é preciso "avançar no processo de desinflação" do bloco antes de novos afrouxamentos.
"Mesmo após primeiro corte de juros, não podemos nos comprometer com um rota específica. Continuaremos dependentes de dados a cada reunião", afirmou Lagarde.
Com exceção de Taiwan, as principais bolsas asiáticas fecharam o dia em alta. O pregão foi marcado tanto pela repercussão de decisão de juros locais quanto internacionais, com os mercados em compasso de espera pelo resultado da reunião do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, que será anunciado às 15h de hoje.
Na China, o BC do país anunciou mais cedo a manutenção do patamar atual das principais taxas de juros, entre 3,45% nas taxas de referência para empréstimos de um ano e 3,95% para o prazo mais longo, de cinco anos.
Confira abaixo o desempenho das principais praças do continente. Vale destacar que a bolsa de Tóquio ficou fechada para o feriado e Dia do Equinócio de Primavera.
O índice de preços ao produtor (PPI, pela sigla em inglês) da Alemanha segue em deflação.
Os preços nas portas das fábricas alemães caíram 4,1% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2023.
Em janeiro, o PPI alemão havia registrado deflação de 4,4%.
Na comparação mensal, o preço ao produtor alemão caiu 0,4% em fevereiro.
O índice de preços ao consumidor do Reino Unido desacelerou mais do que se esperava em fevereiro.
A inflação acumulada em 12 meses passou de 4,0% em janeiro para 3,4% no mês passado.
Analistas esperavam uma alta acumula de 3,5% nos preços.
Na comparação mensal, a inflação ao consumidor britânico subiu 0,6% em fevereiro. A expectativa era de alta de 0,7%.
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