O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O JP Morgan agora é dono de mais de 5,57 milhões de papéis da companhia e deve entrar oficialmente para a lista de maiores acionistas

No último pregão do Ibovespa antes da pausa para o feriado da Sexta-feira Santa, o destaque da quinta-feira (28) fica com a Casas Bahia (BHIA3). Por volta das 12h20, os papéis da varejista operavam em forte alta de 10,83%, aos R$ R$ 6,96, e lideravam a ponta positiva do índice.
No notíciario da companhia, a novidade mais recente foi uma movimentação na base acionária. De acordo com comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ontem, o JP Morgan informou ter aumentado a participação na empresa para cerca de 5,86%.
O banco de investimentos incrementou sua fatia via instrumentos derivativos e agora é dono de pouco mais de 5,57 milhões de ações da Casas Bahia.
Com isso, o JP Morgan deve entrar oficialmente para a lista de maiores acionistas da empresa. Mas, de acordo com a instituição financeira, o aumento não visa alterar a composição do controle ou estrutura administrativa da varejista.
Ainda segundo o banco, a operação teve "motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes".
Vale destacar que, apesar do salto registrado hoje, o desempenho não é suficiente para apagar as fortes perdas de mais de 23% registradas pela companhia neste mês. No ano, o tombo acumulado é de 38,8%.
Leia Também
As ações repercutem a crise enfrentada pela Casas Bahia, que reportou um rombo bilionário no último balanço.
O grupo teve um prejuízo líquido de R$ 1 bilhão no quarto trimestre de 2023. Trata-se de um número mais de quatro vezes pior do que o prejuízo de R$ 163 milhões no último trimestre de 2022.
O Ebitda (sigla para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado do trimestre também foi negativo. Ele ficou R$ 163 milhões no vermelho, uma piora de 74% ante um ano antes.
As linhas de receita também mostraram piora. A receita bruta foi de R$ 8,8 bilhões no trimestre, uma queda de 15,5%. Já a receita líquida baixou de R$ 8,8 bilhões para R$ 7,4 bilhões no mesmo recorte.
OFERTA DO HGRU11
OPORTUNIDADE À VISTA
NOVO TARIFAÇO
BOTÃO DE CAUTELA
AVANÇANDO NO SETOR DE SAÚDE
NEGOCIAÇÕES EM FOCO
BALANÇO DO MÊS
MERCADOS HOJE
UMA NOVA ERA
MERCADO IMOBILIÁRIO
NO CENTRO DA TEMPESTADE
TRÉGUA NO RADAR
POTENCIAL
INQUILINO NA ÁREA
NO BOLSO DO COTISTA
HORA DE COMPRAR?
O QUE FALTA?
AGORA VAI?
A SEMANA NA BOLSA
RENDA RECORRENTE