O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Milei venceu o segundo turno das eleições argentinas com 55,7% dos votos. Para economista, Brasil e o Mercosul sairão beneficiados
A vitória de Javier Milei como o novo presidente da Argentina deve trazer perspectivas positivas ao país e poderá favorecer tanto o Brasil quanto o Mercosul, apontou o sócio e economista-chefe da JF Trust, Eduardo Velho, que ressaltou o fracasso da política peronista na Argentina adotada nas últimas décadas.
Com 99% das urnas apuradas, Milei venceu o segundo turno das eleições argentinas com 55,7% dos votos, contra 44,2% do candidato da situação, o ministro Sergio Massa.
"Milei veio com um discurso diferente, uma proposta econômica liberal e de abertura comercial, financeira, privatizações. A política dele será testada. A dolarização que ele propôs também aconteceu no Equador e deu certo", afirmou Velho.
O economista aponta que o Brasil e o Mercosul podem se beneficiar do programa de governo de Milei para a Argentina se o seu plano sair conforme o prometido pelo então candidato.
Para Eduardo Velho, é fundamental que o novo presidente receba o apoio do Congresso argentino a fim de facilitar o cumprimento das suas promessas.
"Se Milei for bem-sucedido com o objetivo da recuperação da confiança, com o choque monetário e a recuperação da credibilidade, quem será beneficiado disso será o próprio Brasil, então se a economia Argentina retomar de forma consistente com inflação baixa o nosso País será beneficiado", afirmou o economista.
Leia Também
Na América Latina, três países (Panamá, Equador e El Salvador), além da própria Argentina, na época da paridade peso-dólar, adotaram as medidas nas últimas décadas. O Panamá dolarizou a economia no começo do século 20.
Casos mais recentes - Equador e El Salvador - mostram que a substituição da moeda nacional pelo dólar tem impacto direto no controle inflacionário, como tem dito Milei. Entretanto, a medida também provoca outros efeitos na economia.
Economistas se dividem no tema da dolarização. Mas todos reconhecem que a medida não resolve os problemas econômicos de uma nação se não estiver atrelada a outras.
Uma análise do que ocorreu em El Salvador e no Equador mostra que a falta de autonomia monetária contribuiu para uma distorção no sistemas de preços domésticos, tornando produtos mais caros para os seus moradores, e dificultou a gestão de crises.
A dolarização na Argentina trocaria o peso pelo dólar como moeda nacional depois de um período de transição de 16 meses. O plano se inspira no modelo equatoriano, segundo a campanha de Milei. Com isso, a inflação cairia devido a um choque de preços e confiança. Após esse período, ele pretende extinguir o Banco Central argentino.
"Hoje começa a reconstrução da Argentina", disse Milei no discurso após a confirmação da vitória.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras
Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração
Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir
Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força
Pesquisa do Bank of America mostra que gestores na América Latina preferem o Brasil ao México nos próximos 6 meses. Porém, a decolagem rumo aos 210 mil pontos sofreu uma pane técnica nas expectativas.
Presente inesperado impressionou as autoridades locais e veio acompanhado de um pedido bastante específico