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Agora, os dois trabalham para garantir votos republicanos e democratas suficientes para a aprovação da proposta

O presidente dos Estados Unidos Joe Biden e o chefe da Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy, chegaram a um acordo final neste domingo (28) sobre o aumento do teto da dívida do país.
Agora, os dois trabalham para garantir votos republicanos e democratas suficientes para a aprovação.
"Boas notícias", declarou Biden na noite deste domingo na Casa Branca. "O acordo evita a pior crise possível, um calote, pela primeira vez na história de nossa nação", disse ele.
E acrescentou: "Retira a ameaça de um calote catastrófico da mesa".
O presidente democrata e o porta-voz republicano conversaram um com o outro na noite de domingo, enquanto os negociadores corriam para redigir o texto do projeto de lei para que os legisladores pudessem revisar os compromissos que nem a extrema direita nem a esquerda apoiariam.
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No sábado, McCarthy afirmou que esperava votar o projeto para elevar o teto da dívida na próxima quarta-feira,(31).
Os líderes estão trabalhando para obter apoio do meio político enquanto o Congresso se apressa em votar o projeto de aumento do teto da dívida norte-americana antes do prazo de 5 de junho, para evitar um calote federal.
O presidente dos Estados Unidos instou os dois partidos no Congresso a se unirem para uma aprovação rápida. "McCarthy e eu deixamos claro desde o início que o único caminho a seguir era um acordo bipartidário", disse Biden.
As declarações foram concedidas após duas conversas com Biden. Depois de uma ligação com os membros de seu partido, o líder republicano disse que estava mais otimista que pessimista.
A aceleração das tratativas entre o Congresso e o governo Biden ocorre após o Departamento do Tesouro informar na última sexta-feira (26) que estima 5 de junho como a data em que o governo não conseguirá mais honrar suas obrigações caso o teto da dívida não seja suspenso ou elevado.
Para evitar o calote da dívida, o governo busca elevar o teto no Congresso. Neste ano, o limite da dívida, de US$ 31 trilhões (cerca de R$ 153 trilhões), foi atingido em 19 de janeiro.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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