O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Compra da Hess pela Chevron é a segunda grande aquisição anunciada em poucos dias no setor de petróleo
A lenda do “El Dorado” mobilizou aventureiros e exploradores durante séculos. Procuraram no Deserto de Sonora, no coração da Amazônia, nas selvas da América Central e no Planalto das Guianas. A lendária cidade feita de ouro maciço puro onde estariam escondidos tesouros de valor incalculável nunca foi encontrada. Mas a petroleira norte-americana Chevron talvez acredite estar diante de um tesouro, uma espécie de ‘El Dorado’ do petróleo.
É o que sugere a aquisição anunciada pela Chevron nesta segunda-feira (23). A petroleira aceitou pagar US$ 53 bilhões pela concorrente Hess Corp. Na cotação de hoje, trata-se de uma transação da ordem de R$ 266 bilhões. Se incluídas as dívidas da Hess, o acordo alcança a cifra de US$ 60 bilhões.
A aquisição da Hess pela Chevron coloca as duas maiores petroleiras dos Estados Unidos frente a frente em duas das bacias petrolíferas de mais rápido crescimento no mundo.
Em 11 de outubro, a Exxon anunciou o desembolso de quase US$ 60 bilhões pela Pioneer para mais do que dobrar sua presença na Bacia do Permiano, um extenso depósito de óleo de xisto e betume existente no subsolo da América do Norte.
Agora a Chevron busca, por meio da Hess, um lugar ao sol na Guiana. A antiga colônia britânica situada no norte da América do Sul tornou-se um grande produtor de petróleo quase da noite para o dia.
Até 2019, a Guiana não produzia uma gota de petróleo. Agora a expectativa é de que o país feche 2023 com uma média de 400 mil barris produzidos por dia e alcance 600 mil em 2024, segundo estimativas da S&P Global.
Leia Também
Em termos proporcionais, nenhuma nação latino-americana vem aumentando tanto a produção de petróleo quanto a Guiana.
Para os próximos anos, a expectativa é de que o país se estabeleça como o quarto maior produtor de petróleo da América Latina, atrás apenas de Brasil, México e Venezuela.
Além da Hess, agora comprada pela Chevron, somente a Exxon e a chinesa CNOOC operam na Guiana.
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas