O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O fundo de pensão vendeu as 105.884 ações que possuía e zerou a sua posição no First Republic, de acordo com o formulário enviado à SEC, a CVM americana
Para aqueles que acreditam em astrologia, o inferno astral do First Republic Bank está longe de acabar. A temporada de mercúrio retrógrado começou só na última sexta-feira (21), mas parece que já dura uma eternidade para o banco norte-americano — afinal, as ações já perderam 76,67% do valor nos últimos dias.
Astrologias à parte, a crise bancária dos Estados Unidos e Europa, desencadeada pelo Silicon Valley Bank (SVB) gerou um efeito cascata que exigiu a injeção de US$ 30 bilhões no First Republic para evitar a falência. No entanto, o State of New Jersey Common Pension Fund D, um dos maiores dos EUA, parece não se importar com isso.
O fundo de pensão vendeu as 105.884 ações que possuía e zerou a sua posição no First Republic, de acordo com o formulário enviado à SEC, a CVM americana.
No mesmo período indicado no documento, o fundo de Nova Jersey aumentou sua exposição na rede de cinemas AMC Entertainment — que chegou a ser considerada uma meme stock no ano passado — e na construtora DR Horton, além de também encerrar os investimentos na varejista Wayfair.
Confira o episódio desta semana do quadro A Dinheirista, em que a repórter Julia Wiltgen resolve esse e mais casos cabeludos envolvendo dinheiro. Confira:
Tudo começou quando o SVB precisou se desfazer de US$ 21 bilhões de títulos em suas participações em empresas. A liquidação resultou em perda de US$ 1,8 bilhão.
Leia Também
Paralelamente, o banco anunciou a necessidade de levantar US$ 2,25 bilhões para tapar o buraco. Os temores sobre a saúde financeira do banco do Vale do Silício logo contagiaram as demais empresas do setor bancário dos EUA.
Ao mesmo tempo, outras instituições — expostas aos papéis do SVB (que caíram mais de 60% no dia após o anúncio da liquidação) e a outros negócios do banco — também começaram a ruir. Uma delas foi o First Republic Bank.
O First Republic Bank chegou a receber ajuda de um grupo composto por 11 instituições financeiras. Foram cerca de US$ 30 bilhões em liquidez — mas nem isso conseguiu acalmar os investidores.
As ações FRC — do First Republic — caíram mais de 50% em Nova York com a notícia de que o Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC — o órgão garantidor de crédito dos EUA) deve assumir o controle dos ativos do banco, assim como ocorreu com o SVB.
Ainda há esperança de que outra solução seja encontrada que não a tomada de controle por reguladores norte-americanos. Uma delas seria a compra do que sobrou do banco por outras instituições financeiras, como aconteceu com o Credit Suisse e o UBS.
Desde o início do ano, os papéis do First Republic Bank já perderam mais de 97% do valor, sendo que uma queda de 70% do preço foi registrada só na última semana. As ações, listadas em Nasdaq, valem US$ 3,51 — queda de 97,61% desde as máximas do ano, de US$ 147.
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas
Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”
O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York
Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina
Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo
A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios
Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda
O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões
Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa
Mesmo após transformar a empresa em um conglomerado trilionário, o investidor diz que a compra inicial foi um erro estratégico
Fundador do Telegram, Pavel Durov afirma ser pai de mais de 100 crianças em ao menos 12 países e diz que qualquer filho que comprove vínculo genético terá direito à herança
Um dos destaques foi a Nike, que avançou quase 5% depois que o CEO da Apple, Tim Cook, comprou 50 mil ações da fabricante de calçados
A medida reforça uma política de resistência progressiva da Casa Branca à imigração, e coloca no centro do controle do governo os trabalhadores especializados