O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A fortuna de Elon Musk e dos demais bilionários da lista da Forbes encolheu US$ 500 bilhões; conheça as dez pessoas mais ricas do mundo
A famosa lista das pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes veio com menos "glamour" na edição 2023. Isso porque tanto o número de bilionários como a fortuna combinada dos mais endinheirados do planeta diminuiu. Ou seja, os bilionários ficaram um pouco "mais pobres", de acordo com a publicação.
O que fez o patrimônio dos homens e mulheres mais ricos do planeta encolher foi basicamente o processo de aperto monetário global. A alta dos juros derrubou as bolsas pelo planeta e, junto com ela, o valor de mercado das empresas das quais a maioria dos bilionários é acionista.
Assim, o número de pessoas bilionárias em dólar — o que significa ter R$ 5,08 bilhões, no câmbio atual — recuou de 2.668 para 2.640 em 2023. Ao mesmo tempo, a fortuna dos bilionários recuou em US$ 500 bilhões e agora é de "apenas" US$ 12,2 trilhões. Confira a lista dos brasileiros mais ricos do mundo, segundo a Forbes.
Veja a seguir cinco curiosidades sobre a lista de bilionários 2023 da Forbes.
O chacoalhão nos mercados fez estrago principalmente nos magnatas cujos negócios são ligados ao setor de tecnologia e inovação. Uma das "vítimas" foi Elon Musk, que perdeu a condição de homem mais rico do planeta.
Agora na segunda colocação da lista, o dono da fabricante de carros Tesla, da SpaceX e do Twitter possui um patrimônio de US$ 180 bilhões (R$ 915 bilhões).
Leia Também
Outros empresários ligados ao setor de tecnologia, como Bill Gates (Microsoft) e Jeff Bezos (Amazon), também perderam fôlego na "corrida" dos bilionários.
Quem se aproveitou desse vácuo foi Bernard Arnault. O dono da LVMH, maior grupo de artigos de luxo do mundo, assumiu a liderança entre os homens mais ricos do mundo, com uma fortuna estimada pela Forbes em US$ 211 bilhões (quase R$ 1,1 trilhão).
No total, 254 pessoas perderam o "status" de bilionário ao longo do ano passado. E o ano foi particularmente difícil para quem tinha a maior parte do patrimônio ligado a criptomoedas. A forte queda do bitcoin e outras moedas digitais no ano passado fez evaporar a fortuna de várias personalidades ligadas ao setor.
É o caso, por exemplo, de Sam Bankman Fried e de Gary Wang, os cofundadores da corretora (exchange) de criptomoedas falida FTX. O fim da moda dos NFTs também derrubou o patrimônio de Alex Atallah and Devin Finzer, da plataforma OpenSea.
Por fim, mas ainda no mundo cripto, quem deixou o seleto clube dos bilionários da Forbes foi Tim Draper, um dos mais conhecidos entusiastas e investidores de moedas digitais.
Em geral, um bilionário deixa a lista da Forbes quando morre ou deixa de contar com um patrimônio de dez dígitos ou mais.
Mas no ranking deste ano houve o curioso caso do empresário que abriu mão de ser um bilionário. Estamos falando de Yvon Chouinard, o empresário que fundou a marca esportiva Patagonia.
Crítico dos rankings das pessoas mais ricas, ele decidiu doar todo o seu negócio para o fundo Patagonia Purpose Trust e a organização não-governamental (ONG) Holdfast Collective. A esposa e os dois filhos adultos também abriram mão de suas participações na empresa.
O ano não foi só de perdas para os bilionários. Alguns empresários não apenas conseguiram surfar a maré econômica mais difícil como conseguiram ficar ainda mais ricos ao longo do ano passado.
Foi o que aconteceu com Bernard Arnault, o homem mais rico do planeta, que aumentou o patrimônio em US$ 53 bilhões (R$ 269 bilhões).
Os nomes que completam o pódio dos bilionários que mais ganharam dinheiro no ranking da Forbes são relativamente desconhecidos.
O segundo colocado é Low Tuck Kwong, empresário indonésio do ramo de carvão que ganhou US$ 21,8 bilhões. Aliás, o aumento na fortuna veio na esteira da guerra entre Rússia e Ucrânia, que fez disparar a demanda por outras fontes de energia além do petróleo.
Em terceiro lugar no ranking dos que mais aumentaram o patrimônio na lista da Forbes está o chinês Colin Zheng Huang. A fortuna do dono da plataforma de comércio eletrônico Pinduoduo cresceu US$ 18,9 bilhões. Ou seja, ele foi um dos raros empresários ligados ao ramo de tecnologia que melhoraram de posição no ranking.
O clube dos bilionários da Forbes ganhou 150 caras novas na edição 2023. Inclusive com nomes bem populares como o ídolo do basquete LeBron James, a lenda do golfe Tiger Woods e o ícone da moda Tom Ford.
Confira o ranking completo e mais informações sobre os bilionários no site da Forbes.
*Com informações da revista Forbes
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos