O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O investidor que olhou para os EUA nesta quarta-feira (7) levou um susto: o presidente Donald Trump proibiu as empresas do setor de defesa de recomprarem ações ou distribuírem dividendos a menos que cumpram algumas condições.
Entre as exigências do republicano está a aceleração da produção de equipamentos militares. Em uma publicação na rede social The Truth Social, ele disse:
“A partir deste momento, esses executivos devem construir fábricas de produção novas e modernas, tanto para a entrega e manutenção deste importante equipamento, quanto para a construção dos modelos mais recentes de futuros equipamentos militares”.
Trump não especificou como pretende impor limites aos dividendos e à recompra de ações, mas os papéis do setor de defesa caíram após suas declarações, revertendo os ganhos recentes obtidos após o uso notório de equipamentos militares norte-americanos na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa.
As ações da General Dynamics e da Northrop Grumman, por exemplo, recuaram cerca de 3% após os comentários de Trump.
Se você investe em ações de olho na distribuição de proventos e ficou preocupado de a moda de Trump chegar ao Brasil, os analistas têm um recado para você: em alguns casos, o acionista brasileiro já paga esse "pedágio" antes de receber dividendos.
Leia Também
“De certa forma, isso já acontece com as estatais brasileiras, que às vezes são forçadas a investir em setores pouco rentáveis e que objetivam mais resultados sociais do que lucro para os acionistas”, afirma a fonte ouvida pelo Seu Dinheiro, que cita ainda empresas que não são estatais, como a Vale e os bancos.
"Por ora, não acho que essa seja uma preocupação entre os investidores brasileiros", acrescentou.
A recompra de ações é comum entre as empresas de defesa, e várias delas pagam dividendos.
A Lockheed, por exemplo, aumentou a distribuição de dividendos pelo 23º ano consecutivo em outubro, para US$ 3,45 por ação. Ao mesmo tempo, autorizou a compra de até US$ 2 bilhões em suas próprias ações, elevando o valor total do programa a US$ 9,1 bilhões.
E embora, estejam na mira de Trump, essas recompras de ações e distribuição de proventos não foram as únicas críticas do presidente norte-americano.
Ele classificou os pacotes de remuneração de executivos na indústria de defesa como "exorbitantes e injustificáveis" e afirmou que deveriam ter um limite.
Até que essas empresas construam novas fábricas, “nenhum executivo deve ter permissão para ganhar mais de US$ 5 milhões”, afirmou Trump.
Após o Irã reverter a abertura da passagem marítima, presidente norte-americano minimiza a medida como tática de pressão
Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.
Mais cedo ou mais tarde, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão se aposentador dos gramados, mas não vão abandonar o futebol. Ambos se preparam para virar dirigentes.
Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)
Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo