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O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões

À medida que 2025 caminha para o fim, a diplomacia internacional tenta mais uma vez abrir uma fresta para o fim da guerra na Ucrânia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o líder norte-americano, Donald Trump, devem participar de uma ligação telefônica com líderes europeus durante uma reunião marcada para este domingo (28), na Flórida, segundo informou um porta-voz do governo ucraniano.
O encontro, previsto para as 15h (horário de Brasília), é visto como uma tentativa de destravar negociações que se arrastam há meses e de avançar na construção de um possível acordo de paz.
Ao anunciar a iniciativa, Zelensky afirmou que “muita coisa pode ser decidida antes do Ano Novo”, em um momento em que Washington intensifica os esforços para encerrar o conflito mais letal em solo europeu desde a Segunda Guerra Mundial.
As disputas territoriais continuam sendo o principal entrave para o avanço das negociações.
Segundo a Reuters, Zelensky tenta convencer Trump a abandonar uma proposta dos Estados Unidos que prevê a retirada completa das forças ucranianas da região de Donbas, no leste do país.
Caso não consiga levar Washington a adotar uma posição mais rígida contra concessões territoriais, o presidente ucraniano afirmou, em declarações à Axios, que estaria disposto a submeter o plano de paz de 20 pontos, liderado pelos EUA, a um referendo.
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Essa alternativa, no entanto, vem acompanhada de uma condição central: a Rússia precisaria concordar com um cessar-fogo de 60 dias, tempo considerado necessário para que a Ucrânia se prepare para votação.
Do lado russo, a posição segue inflexível. Moscou exige que a Ucrânia se retire de áreas da região de Donetsk que as tropas russas não conseguiram ocupar ao longo de quase quatro anos de guerra.
O objetivo declarado do Kremlin é o controle total de Donbas, que engloba as regiões de Donetsk e Luhansk.
Kiev, por sua vez, defende a interrupção dos combates nas atuais linhas de frente, sem novas perdas territoriais.
Em uma tentativa de tornar a proposta mais palatável, os EUA chegaram a sugerir a criação de uma zona econômica livre caso a Ucrânia deixe determinadas áreas.
Contudo, essa ideia não fornece detalhes práticos sobre funcionamento, governança e garantias de segurança.
Para Zelensky, qualquer compromisso nesse sentido precisa ser decidido pelo povo ucraniano em um possível referendo.
O clima no campo de batalha também pouco ajuda um acordo diplomático.
No sábado, após um amplo ataque russo com drones e mísseis durante a madrugada, Zelensky afirmou que a Rússia demonstrava, mais uma vez, desejo para prolongar a guerra, enquanto Kiev buscava a paz.
A resposta do Kremlin veio no mesmo tom. O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a Rússia entende que a Ucrânia não tem pressa em encerrar o conflito por meios pacíficos, segundo a agência de notícias Interfax.
*Com informações do Money Times e da Reuters.
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