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A corrida à Casa Branca ainda está nos estágios iniciais, mas o Partido Republicano já tem três nomes — além de Trump, Nikki Haley e Vivek Ramaswamy já se apresentaram para a disputa que terá um vencedor apenas em 2024
A chance de que você tenha ouvido falar de Vivek Ramaswamy é baixa, mas isso deve mudar a partir de agora. O empresário anunciou na terça-feira (22) que concorrerá à candidatura à presidência pelo Partido Republicano — e deve ser um dos rivais do ex-presidente Donald Trump.
As eleições só acontecem em 2024 nos EUA, mas como o processo para se chegar a um nome que participará da corrida à Casa Branca é longo e complexo, os pré-candidatos começam a aparecer agora.
Além de Trump — que anunciou sua terceira campanha presidencial no ano passado —, Ramaswamy terá pela frente Nikki Haley, ex-governadora da Carolina do Sul e embaixadora dos EUA nas Nações Unidas.
Ramaswamy tem 37 anos e é um empresário de biotecnologia e saúde que fundou a Roivant Sciences, uma empresa de saúde apoiada pelo SoftBank, em 2014.
Ele também é cofundador da Strive Asset Management, que tem o apoio do bilionário fundador do PayPal, Peter Thiel; do mega investidor Bill Ackerman e do capitalista de risco JD Vance.
Ramaswamy escreveu dois livros — “Nation of Victims: Identity Politics, the Death of Merit, and the Path Back to Excellence” (“Nação de vítimas: política de identidade, a morte do mérito e o caminho de volta à excelência”, na tradução livre) e “Woke, Inc.: Inside Corporate America’s Social Justice Scam” (Woke, Inc.: por dentro do esquema de justiça social da América corporativa, na tradução livre).
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Queridinho da mídia de direita norte-americana, o empresário de origem indiana fez várias aparições públicas em estados cruciais de votação antecipada, incluindo Iowa e New Hampshire, nas últimas semanas, e tornou-se um comentarista regular da Fox News e de outros canais a cabo.
Ramaswamy é conhecido por seu posicionamento mais radical — que muitos consideram mais radical do que o do próprio Trump.
O milionário, por exemplo, adverte contra as práticas ESG dentro das estruturas corporativas — ele pressiona explicitamente as empresas a abandonarem as metas ambientais, sociais e de governança em favor da maximização do lucro.
Nos moldes do “America first” (EUA primeiro), o famoso slogan de Trump, Ramaswamy defende o nacionalismo e a supremacia norte-americana com tudo o que tem direito — incluindo mais segurança nas fronteiras.
Mas foi em uma declaração recente que Ramaswamy resumiu o que pensa: “Acabe com as ações afirmativas. Abandone a religião do clima. Cláusulas de caducidade de 8 anos para burocratas. Fazer da expressão política um direito civil. Banir redes sociais para menores de 16 anos. Declarar independência do PCCh [Partido Comunista Chinês]. Abrace os combustíveis fósseis e nuclear. Dizimar cartéis de drogas. Faça isso sem pedir desculpas”, disse Ramaswamy.
Ainda é cedo para saber como ficará a disputa dentro do Partido Republicano. Mas as últimas pesquisas de opinião sugerem que, embora a popularidade de Trump esteja diminuindo, ele ainda conta com o apoio de uma pluralidade de bases do Partido Republicano.
As pesquisas mostram consistentemente que Ron DeSantis, governador da Flórida, é o candidato não-Trump mais popular, enquanto o apoio ao ex-vice-presidente Mike Pence, a Haley e a outros está na casa de um dígito.
Ramaswamy, por sua vez, não se registrou nas pesquisas nacionais e não tem o nome reconhecido por seus prováveis oponentes, deixando muitos em Washington céticos de que sua candidatura possa ganhar força real.
Alguns observadores, no entanto, apontam que, com um patrimônio líquido estimado em mais de US$ 500 milhões, o empresário pode bancar pessoalmente uma operação política, pelo menos nos estágios iniciais das primárias.
*Com informações da CNN e do Financial Times
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