O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alberto acusa os familiares de diluir propositalmente a sua participação, de aproximadamente 28% para 13,5%, em uma holding do Safra National Bank em Nova York
A briga judicial da Família Safra segue acirrada nos tribunais dos Estados Unidos. Nesta semana, Alberto Safra — um dos filhos de Joseph Safra — entrou com uma nova ação contra a mãe, Vicky Safra, e os irmãos Jacob, David e Esther.
Esse é o novo desdobramento do “Caso de Família” — no caso, família bilionária —, que começou a quase três anos com o falecimento do dono do Grupo Safra.
Alberto — deserdado um ano antes da morte do pai — acusa os familiares de diluir propositalmente a sua participação, de aproximadamente 28% para 13,5%, em uma holding do Safra National Bank em Nova York.
“Devido a atos ilegais e agressivos cometidos por seus irmãos, Alberto Safra não teve escolha a não ser entrar com uma ação na Suprema Corte de Nova York para proteger os seus direitos. É lamentável que David e Jacob Safra tenham tomado tais ações ilegais”, disse ele em comunicado.
Por outro lado, a família Safra afirmou que Alberto deixou o Banco Safra após receber doação do pai como antecipação de sua parte na herança e abriu um negócio concorrente — motivo pelo qual a família alega a destituição da herança.
“A família lamenta o caminho adotado por Alberto, que primeiro atentou contra o pai em vida e agora o faz contra sua memória, e refuta suas alegações”, afirmou o Grupo Safra em nota à imprensa.
Leia Também
| Não perca dinheiro em 2023: o Seu Dinheiro conversou com os principais especialistas do mercado financeiro e reuniu neste material as melhores oportunidades de investimentos em ações, BDRs, fundos imobiliários e muito mais. ACESSE AQUI GRATUITAMENTE |
Quando faleceu, em 2020, Joseph Safra deixou uma fortuna avaliada em US$ 16 bilhões (R$ 82,7 bilhões, no câmbio atual). Sua esposa, Vicky Safra, ficou com a maior parte da herança. Com um patrimônio estimado em US$ 7,4 bilhões, ela se tornou uma das mulheres mais ricas do país aos 68 anos. Os filhos ficaram com um pouco menos.
Jacob, o filho mais velho, se tornou responsável pelo banco suíço J.Safra Sarasin, pelo Safra National Bank de Nova York e pelos imóveis da família nos Estados Unidos.
O irmão mais novo, David, que gerenciava os negócios no Brasil, disputou o comando com o irmão Alberto — que renunciou ao conselho de administração em meio a desentendimentos e fundou a gestora ASA Investments.
Com isso, David administra até hoje o Banco Safra no país e as participações imobiliárias brasileiras do Grupo J. Safra.
Alberto foi deserdado. Ele só soube da informação após a morte do pai, no testamento.
Inconformado, ele abriu um processo judicial em Nova York questionando as mudanças feitas no testamento em 2019, um ano antes do falecimento do bilionário. Em 2021, a família tentou um acordo sobre o testamento de Joseph para evitar litígios sobre a fortuna — mas nada foi resolvido.
Única filha, Esther Safra Dayan é casada com Carlos Dayan, filho de banqueiro brasileiro e herdeiro do Banco Daycoval. Ela dirige a escola Beit Yaacov, em São Paulo, criada pela fundação de sua família.
*Com informações de Reuters e Bloomberg
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País