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O cenário escolhido para o combate é Donbass, a região localizada no leste da Ucrânia e que já está sentindo os primeiros efeitos da ofensiva de Moscou

Quase 2 mil tanques, 300 mil soldados e um grande ataque a Donbass, região no leste da Ucrânia. É assim que o presidente Vladimir Putin vai marcar o primeiro ano de uma guerra que deveria ter acabado rápido e com o domínio de Moscou sobre Kiev.
O alerta sobre uma forte ofensiva russa em 24 de fevereiro não é novo. Nesta sexta-feira (10) foi reforçado por parte de oficiais da inteligência ucraniana.
Putin deve comandar um ataque que também contará com milhares de veículos blindados, sistemas de artilharia e centenas de caças e helicópteros.
Outra arma que o presidente russo vai usar a seu favor é o inverno, que está chegando ao final. Segundo especialistas, as temperaturas ainda baixas devem dificultar as condições no campo de batalha para os ucranianos.
Após vários reveses, desde janeiro o exército russo voltou à ofensiva, em particular em Donbass — cuja região oriental é reivindicada por Moscou.
"Atualmente, a luta está progredindo com sucesso nas áreas de Bakhmout e Vougledar", disse o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu.
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Ele citou ainda as recentes conquistas de sete localidades, incluindo Soledar — uma pequena cidade perto de Bakhmout que as forças ucranianas cederam em janeiro após combates mortais de ambos os lados.
O governador ucraniano da região de Donetsk confirmou o avanço russo. Pavlo Kyrylenko admitiu que a situação estava se tornando cada vez mais densa e que apesar de fazer o máximo para evitar a queda de Bakhmout, os soldados ucranianos "não serão usados como bucha de canhão para manter a posição a todo custo".
O próprio presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, reconheceu que a situação estava se complicando no front, especialmente em Bakhmout.
A cidade é importante porque sua captura abriria caminho para uma ofensiva russa em direção a Kramatorsk, a principal região sob controle ucraniano.
Vendo Putin se aproximar — e armado até os dentes — a Ucrânia pediu socorro aos aliados ocidentais. Alemanha, Holanda e Dinamarca anunciaram nesta semana o envio de pelo menos 100 tanques Leopard 1 A5 nas próximas semanas e meses.
O governo ucraniano informou ainda que receberá entre 120 e 140 tanques pesados ocidentais, incluindo o Challenger 2 britânico e o Abrams norte-americano.
A data de entrega, no entanto, não está clara e Kiev teme que não receba os equipamentos em tempo de conter uma ofensiva russa em grande escala.
*Com informações da Reuters e da AFP
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