O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A holding Berkshire Hathaway aumentou a participação nas cinco empresas japonesas que compõem seu portfólio, passando a deter uma média de 8,5% nas companhias
Os japoneses utilizam uma simples palavra para depositar fé em outra pessoa: “omakase”. Traduzida para algo como “eu confio em você”, não é do feitio de Warren Buffett usar a expressão à demasia, especialmente no que diz respeito a investimentos.
Então, quando o Oráculo de Omaha mostra um apetite maior pelas especiarias asiáticas do mundo das ações, os investidores acompanham com atenção as repercussões.
A holding Berkshire Hathaway, anunciou nesta segunda-feira (19) que sua subsidiária National Indemnity Company aumentou a participação nas cinco empresas japonesas que compõem seu portfólio.
Com isso, o conglomerado passou a deter uma média de 8,5% nas tradings asiáticas.
De acordo com a companhia, as empresas envolvidas são as cinco maiores tradings do país: Itochu, Marubeni, Mitsubishi, Mitsui e Sumitomo.
Além disso, o valor agregado dessas participações supera o das fatias da Berkshire em qualquer país fora dos EUA.
Leia Também
A Berkshire Hathaway afirmou que pretende manter os investimentos em ativos japoneses a longo prazo. Entretanto, o CEO Warren Buffett prometeu que a holding só comprará até 9,9% das ações de qualquer uma das cinco empresas.
A última vez que Buffett havia elevado a participação nas tradings japonesas foi em abril, durante uma viagem ao Japão.
Na época, o conglomerado buffettiano aumentou o investimento nas asiáticas para 7,4%, depois de comparar as cinco empresas com a própria Berkshire.
Isso porque as cinco maiores empresas comerciais do Japão são conglomerados de importação geral, desde energia, metais até alimentos.
Conhecidas como sogo-shosha, essas companhias se concentram em investimentos diversificados de longo prazo que priorizam valor e fluxo de caixa.
*Com informações de CNBC
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese