O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Vale foi eleita a escolha favorita do Itaú BBA no segmento de siderúrgicas e mineradoras na América Latina e agora possui recomendação de “outperform” pela casa de análise
Os dias nublados da Vale (VALE3) parecem ter chegado ao fim. Depois de ter sido rebaixada em 2022, após o setor siderúrgico e de mineração mostrar sinais de melhora na China, a Vale foi eleita a escolha favorita do Itaú BBA no segmento de S&M na América Latina.
O banco elevou a recomendação de neutro para "outperform" — isto é, acima da média do mercado, com recomendação de compra — para as ações da empresa negociadas na B3 e para as ADRs listadas no exterior.
Apesar da visão mais otimista, os analistas mantiveram intactos os preços-alvo para os ativos, com o valor para VALE3 em R$ 94 para 2023, equivalente a um potencial de alta de 14,9%, com base na cotação do último fechamento.
Já para a ADR da mineradora, a casa de análise fixou o preço de US$ 18 por ativo VALE negociado na bolsa de valores de Nova York (NYSE), implicando numa valorização potencial de até 15,6% para o fim deste ano.
Segundo o banco, a decisão de manter os preços-alvo inalterados foi devido à compensação da melhoria operacional da Vale pelo aumento nas premissas de custo de capital próprio.
A tese mais otimista do Itaú BBA para as ações VALE3 baseia-se em três pilares. Na visão dos analistas, depois da desvalorização recente das ações na B3, a Vale passou a ter uma proposta atraente de risco-recompensa.
Leia Também
O banco revisou a estimativa de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em português) da Vale para US$ 22,8 bilhões em 2023, equivalente a um crescimento de 14% frente à projeção anterior, devido à expectativa de alta nos preços de minério de ferro.
Para o próximo ano, a projeção de Ebitda consolidado é de US$ 19,4 bilhões, cerca de 11% maior em relação à estimativa anterior.
O banco projeta um retorno total aos acionistas de 25% para 2023, já considerando cerca de 10% de dividend yield, com a ação negociada a 3,5 vezes o valor da companhia em relação ao Ebitda ajustado deste ano.
Segundo os analistas, o múltiplo “parece barato em relação aos níveis históricos e agora implica um desconto de cerca de 25% a 30% para as mineradoras australianas, acima da média histórica”.
Além das projeções para Vale (VALE3), o Itaú projeta que os próximos meses devem manter a dinâmica mais apertada do mercado de minério de ferro, uma vez que a China vem dando sinais de melhora da indústria.
“Um mercado apertado levou a uma revisão para cima de nossa curva de preço do minério de ferro”, escreveram os analistas, em relatório.
O banco elevou a estimativa de preço médio do minério de ferro em US$ 10 por tonelada, para US$ 115/ton para 2023, e elevou em cinco dólares a tonelada para o ano seguinte, para US$ 95/ton em 2024.
A dinâmica de oferta e demanda mais apertada para a indústria de minério de ferro permaneceria até, pelo menos, o terceiro trimestre deste ano, segundo o Itaú.
Isso porque o banco espera adições de capacidade limitadas pelas principais empresas australianas do setor, um leve declínio na produção entre os mineradores juniores na Austrália e acréscimos de capacidade menores do que o previsto no Canadá e no Brasil.
“Do lado da demanda, projetamos um aumento de 1% na produção global de aço em relação ao ano anterior, impulsionado por uma melhora fora da China.”
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio