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Saiba o que o Safra prevê para o futuro da dona da bolsa brasileira e quem é a queridinha do banco no setor financeiro
Quando se fala em uma bolsa valiosa, a primeira coisa que muita gente pensa é em uma Louis Vuitton ou em uma Chanel, mas nesta quinta-feira (21) quem viu seu valor disparar foi a B3, a dona da bolsa de valores brasileira.
As ações B3SA3 avançavam 1,60%, a R$ 14,40, durante a tarde de hoje, aumentando em cerca de R$ 1,5 bilhão o valor de mercado da empresa. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Essa valorização acontece depois que o Safra elevou a recomendação da B3 de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 19 — o que representa um potencial de valorização de 34% em relação ao último fechamento.
Segundo o banco, a dona da bolsa brasileira é agora o papel preferido no setor financeiro nacional.
“Com valorização de 34%, elevamos B3 para outperform [equivalente a compra] e colocamos a ação como nossa escolha preferida do setor financeiro, pois acreditamos que as avaliações são atrativas considerando que se trata de um jogo de valor com recuperação de poder de lucros para os próximos dois anos”, diz o Safra em relatório.
A atualização do Safra vem na esteira da revisão das estimativas para a B3 nos próximos anos, em meio a um cenário macroeconômico mais favorável.
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O banco projeta para a dona da bolsa um lucro líquido de R$ 5,1 bilhões em 2024 e de R$ 5,9 bilhões em 2025, com volumes médios diários de negociações (ADTVs) de R$ 30 bilhões e R$ 35 bilhões, respectivamente.
"Na nossa opinião, o Brasil está à frente da curva no corte das taxas de juros, e o impacto sobre as entradas estrangeiras está começando a aparecer, gerando melhores perspectivas para os mercados de capitais no próximo ano", diz o Safra em relatório.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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