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As ações da Tesla subiram 33% na semana, interrompendo um período de seis meses em que caíram mais de 40%
As ações da Tesla subiram 33% na semana que passou. Trata-se do seu melhor desempenho semanal do papel TSLA desde maio de 2013. Também é a segunda maior alta semanal já registrada pela fabricante de carros elétricos de Elon Musk.
As ações subiram 11% na sexta-feira, fechando em US$ 177,88 por TSLA. A recuperação ocorre depois de um período de seis meses em que as ações da Tesla caíram mais de 40%.
A queda acumulada de 65% da ação em 2022 foi a pior nos mais de 12 anos da Tesla como companhia de capital aberto.
O rali da Tesla na semana que passou teve contribuição decisiva de um relatório otimista de resultados do quarto trimestre de 2022.
Durante teleconferência com acionistas e analistas, o CEO Elon Musk disse que a empresa tem como meta produzir potencialmente 2 milhões de veículos em 2023.
Ele também sugeriu que a demanda daria suporte às vendas desses carros. A projeção oficial era de produção de 1,8 milhão de veículos este ano.
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Além disso, a Tesla superou as previsões, registrando receita total de US$ 24,32 bilhões.
A empresa cortou drasticamente os preços de seus automóveis em dezembro e janeiro, gerando preocupação quanto à demanda e ao aumento do estoque.
As ações da Tesla atravessaram um período ruim no segundo semestre de 2022.
Parte do desempenho negativo foi atribuída à mudança de foco de Musk para o Twitter, que ele adquiriu por US$ 44 bilhões em outubro.
Sob a liderança de Musk, o Twitter vive momentos de demissões em massa e fuga de anunciantes.
No decorrer da semana, a Tesla acompanhou ainda uma melhora do mercado de ações como um todo. O índice S&P-500 ganhou 2,2% na semana. Já o Nasdaq avançou 4,3%.
Enquanto isso, outros fabricantes de veículos elétricos com sede nos EUA também viram suas ações subirem.
O papel da Rivian subiu 22% na semana, enquanto as ações da Ford e da General Motors avançaram mais de 7% no período.
De qualquer modo, a Tesla continua sendo a segunda ação com mais apostas de venda a descoberto no mercado norte-americano, atrás apenas da Apple.
*Com informações da CNBC.
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