O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo O Globo, a CVM acusou Rial e o executivo João Guerra Duarte Neto em um dos processos que investigam o rombo contábil na varejista
Quase cinco meses após a revelação de um rombo contábil bilionário na Americanas (AMER3), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) avançou para a etapa de acusação em processos que investigam a situação da companhia. E Sérgio Rial, ex-CEO da varejista e responsável pela descoberta do problema, é o primeiro escolhido para se sentar no banco dos réus.
A xerife do mercado de capitais acusou o executivo e João Guerra Duarte Neto, que assumiu o cargo após a saída de Rial, em um dos processos, segundo apuração do Seu Dinheiro.
Por trás da acusação está a falta de transparência na comunicação sobre os problemas contábeis que levaram à recuperação judicial da Americanas. A CVM considerou 'confuso' o primeiro fato relevante sobre o tema, divulgado em 11 de janeiro, e também condenou a teleconferência realizada para um público restrito no dia seguinte.
Com a formalização da acusação, Rial e Duarte Neto devem ir a julgamento em breve — ainda não há um cronograma exato para a tramitação do caso.
Vale destacar que Sérgio Rial, que é ex-presidente do Santander, esteve no comando da Americanas durante apenas nove dias. A passagem relâmpago pelo comando teve fim quando a informação sobre os problemas financeiros da varejista foram divulgados ao mercado no começo de janeiro; o executivo seria o 'responsável' por encontrar o problema.
Segundo o próprio Rial, ele não teve acesso à situação fiscal da Americanas durante seu período de transição. Ele afirmou, durante uma audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que participou de 21 reuniões com os executivos da empresa entre dezembro e janeiro, quando ainda era impossível saber o que acontecia.
Leia Também
Rial alega ainda que os primeiros questionamentos sobre o balanço da Americanas foram feitos em uma reunião com o alto escalão da companhia em 27 de dezembro do ano passado.
"No dia 4 de janeiro durante a manhã revelaram que aquilo que era dívida bancária, conforme apresentado no dia 27, não estava contabilizado na rubrica bancos. A partir daquele momento eu tive certeza de que a empresa tinha uma estrutura patrimonial de insolvência", disse Rial durante a transmissão promovida pelo Senado.
A partir daí, disse o executivo, seu esforço foi para entender as razões para essa alteração e onde estava o dinheiro que faltava, além de estimar valores mais exatos para que ele pudesse tornar o fato público de maneira responsável.
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro