PRIO registra lucro recorde no 1T23 com aumento de produção
Companhia chegou a produzir 90 mil barris por dia em março

Com lucro e receita recordes, a PRIO (PRIO3), antiga PetroRio, maior representante privada do setor de óleo e gás no Brasil, concluiu os primeiros três meses de 2023 com aumento da produção e também das vendas.
A empresa vendeu 7,3 milhões de barris e obteve receita líquida de US$ 565 milhões, um aumento de 82% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido atingiu US$ 231 milhões, alta modesta de 1% na comparação anual, e acompanhou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 379 milhões (+66%), também recorde.
De acordo com a direção da companhia, a média de produção do período foi de 61 mil barris por dia, mas chegou a 90 mil no final de março.
Isso aconteceu devido a três fatores principais: a revitalização do campo de Frade, o início da operação de Albacora Leste e à eficiência atingida no cluster de Polvo e Tubarão Martelo.
Os custos com a produção (lifting cost), por sua vez, voltaram a subir ao patamar de US$ 9,50 por barril devido à operação em Albacora Leste, que começou com os custos um pouco mais altos do que o restante da companhia. A PRIO prometeu ajustes ao longo dos próximos meses.
Campo de Frade
Localizado na Bacia de Campos, o campo de Frade sozinho chegou a produzir 50 mil barris por dia com o início da operação do poço MUP5, que produz a um ritmo de 8 mil barris por dia.
Leia Também
Além disso, o N5P2, também do campo de Frade, começou a operar nos últimos dias de março com 11 mil barris por dia. A média do campo inteiro, no entanto, foi de 33,8 mil barris por dia no trimestre.
Para os próximos meses, a PRIO planeja perfurar outro poço produtor, o ODP5, que fica no mesmo reservatório do poço ODP4.
Albacora Leste
Depois de assumir a operação de Albacora Leste em 26 de janeiro deste ano, a PRIO conseguiu obter uma produção diária média de cerca de 25 mil barris no primeiro trimestre. A eficiência operacional, entretanto, chegou a 64,8%, comprometida por falhas e paradas para manutenção.
Cluster Polvo e Tubarão Martelo
No primeiro trimestre, o cluster Polvo e Tubarão Martelo teve produção média inferior à do período anterior devido a interrupções em alguns poços e a uma parada para manutenção em março.
Vale destacar que em janeiro a PRIO incorporou a Dommo Energia, que detinha direito a 5% da receita desse cluster. Assim, a PRIO passou a ter direito a 100% dessa receita.
Wahoo e a PRIO
Depois de adquirir 64,3% do Campo de Wahoo, na Bacia de Campos, a PRIO planeja criar um segundo cluster de produção por meio de uma interligação com o Campo de Frade. A primeira produção está prevista para o início do ano que vem.
Descoberto em 2008, o Campo de Wahoo tem potencial para produzir aproximadamente 126 milhões de barris, de acordo com relatório de certificação da DeGolyer & MacNaughton.
TESOURA AFIADA
Safra rebaixa BB (BBSA3) para venda; Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) também sofrem e só uma ação escapa da degola
6 de novembro de 2026 - 17:23LUXO NAS ALTURAS
8 pontos por dólar, passagem aérea extra e até 20 acompanhantes nas salas VIP: o que oferece o cartão de R$ 12 mil do Itaú
6 de novembro de 2026 - 16:27ALÍVIO ADIANTE?
Cosan (CSAN3) dispara quase 20% em dois dias com aposta em desalavancagem e possível venda de fatia da Compass
6 de novembro de 2026 - 13:08NOVA FRONTEIRA
Revolut prepara ofensiva de US$ 1 bilhão na América Latina: o plano da fintech para crescer no Brasil e conquistar novos mercados
6 de novembro de 2026 - 6:33VAI PINGAR
Dividendos e JCPs: Sabesp (SBSP3) vai depositar R$ 2,6 bilhões — e ainda dá para aproveitar
5 de novembro de 2026 - 19:58BALANÇO 3T26
Fleury (FLRY3): Lucro cresce 42,9% no 3T26 e bate expectativa; CEO detalha planos para sustentar o crescimento
5 de novembro de 2026 - 18:11SD ENTREVISTA
“A arte está em saber quem merece crédito”: o recado do ABC Brasil (ABCB4) para empresas em meio à pressão dos juros
5 de novembro de 2026 - 16:31É DINHEIRO OU NÃO É?
Após OPA da Helbor (HBOR3), HBR Realty (HBRE3) vende ativos a FII por quase R$ 1 bilhão; ações sobem 6%
5 de novembro de 2026 - 14:18ENTROU EM PROMOÇÃO?
Ações com desconto? Queda de 9% é oportunidade para Méliuz (CASH3) após balanço, segundo dois bancões; entenda
5 de novembro de 2026 - 14:18EMPRESAS
Cosan (CSAN3) está barata demais? UBS-BB vê oportunidade após tombo de 40% e aponta o que pode destravar valor
5 de novembro de 2026 - 13:58O QUE AGRADOU?
Ação da C&A (CEAB3) dispara até 10% após trimestre melhor do que o temido pelo mercado; veja os destaques
5 de novembro de 2026 - 13:25ONDE INVESTIR NO VAREJO?
Juros mais altos por mais tempo: Citi rebaixa Magazine Luiza (MGLU3), eleva Alpargatas (ALPA4) e muda apostas no varejo
4 de novembro de 2026 - 14:45AMBIÇÃO RENOVADA
Revolut chega a US$ 115 bilhões e já vale mais que o dobro do Nubank; o que está por trás da aposta dos investidores
4 de novembro de 2026 - 12:35CENÁRIO MAIS APERTADO
“É preciso ser realista”: CEO do Itaú (ITUB4) revela como o banco pretende equilibrar crédito e rentabilidade em 2027
4 de novembro de 2026 - 11:56MAIS UMA PARA A LISTA
Aeris (AERI3) recorre à recuperação extrajudicial para lidar com dívida de R$ 1,52 bilhão
4 de novembro de 2026 - 10:06PECHINCHA ENTRE OS BANCÕES
Nem na crise de 2016 o Bradesco (BBDC4) ficou tão barato: o que o Morgan Stanley está vendo após o tombo de quase 40% desde as eleições
4 de novembro de 2026 - 8:56RESULTADO
Itaú (ITUB4) lucra R$ 12,6 bilhões no 3T26, em linha com o esperado; veja o que pesou no balanço
3 de novembro de 2026 - 18:37CAIU DEMAIS?
Nubank (NU): XP vê duas cartas na manga para roxinho; saiba o potencial da ação
3 de novembro de 2026 - 17:47PRÉVIA DO BALANÇO
Após decepção dos rivais no 3T26, é a vez de o Itaú (ITUB4) mostrar por que joga em outra liga; veja o que esperar do balanço
3 de novembro de 2026 - 6:02ALÔ, É UM SER HUMANO?