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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

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Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) vão de Americanas? O que esperar das varejistas após resultados de 2022 e más notícias sobre governança

No podcast Touros e Ursos desta semana, comentamos os balanços das duas varejistas e a divulgação de comunicados que abalaram o mercado

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
11 de março de 2023
8:00 - atualizado às 18:04
Montagem mostrando, ao lado esquerdo, o Baianinho das Casas Bahia, rede pertencente à Via (VIIA3); ao lado direito, aparece a Lu, mascote do Magazine Luiza (MGLU3)
Via (VIIA3) e Magazine LUiza (MGLU3) disputam até no front dos mascotes digitais - Imagem: Casas Bahia / Magazine Luiza / Shutterstock, com intervenção de Andrei Morais

Quando querem dizer que algo ou alguém morreu/ faliu/ desapareceu/ se deu mal — enfim, “foi pro saco” — os usuários das redes sociais frequentemente dizem que o tal sujeito “foi de comes e bebes”, “foi de arrasta pra cima”, “virou camiseta de saudades eternas” ou algum outro termo engraçadinho e de gosto duvidoso.

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E como todo mundo sabe que Deus perdoa, mas a internet não, não demorou para que a expressão “foi de Americanas” fosse incorporada a essa infame lista de eufemismos.

Mas no caso do varejo brasileiro, o medo de que as empresas realmente acabem “indo de Americanas” é bem real entre os investidores.

Logo após a divulgação do escândalo de uma possível fraude no balanço da companhia, não se descartou que as más práticas contábeis da empresa fossem comuns no mercado.

O temor foi logo afastado pelas próprias varejistas, que se apressaram em negar a existência do mesmo problema em seus balanços.

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Mas tem mais: a situação das Americanas, agora em recuperação judicial, se complica em um ambiente macroeconômico duro para setores que dependem muito de crédito, como o varejo, sobretudo para aqueles negócios que agora precisam de dinheiro para não desaparecer.

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Foi ruim, mas foi bom

Estamos falando de um cenário de juros elevados e sem perspectiva de queda no curto prazo, que também vêm pesando sobre os números das demais varejistas brasileiras, como mostraram os balanços divulgados por Magazine Luiza e Via na última semana.

As ações das duas empresas caíram forte após a publicação dos números, mas não tanto pelos resultados. De fato, apesar dos prejuízos registrados, ambas superaram as expectativas dos analistas.

O problema foram os comunicados divulgados junto com os balanços, que trouxeram más notícias relacionadas à governança das companhias. E, no caso do Magalu, estamos falando de uma denúncia de irregularidades envolvendo fornecedores, o suficiente para provocar um frio na espinha de investidores escaldados.

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Mas e se “ir de Americanas” pudesse significar algo positivo para as varejistas? Afinal, com a recuperação judicial da empresa, existe a possibilidade de que suas concorrentes a substituam no gosto dos consumidores brasileiros e acabem abocanhando uma fatia do seu mercado.

Os resultados de Magazine Luiza e Via, os comunicados que deixaram os investidores pessimistas e as possibilidades para o futuro das varejistas foram os temas que eu e Victor Aguiar discutimos no podcast Touros e Ursos desta semana. Para ouvir o comentário na íntegra, junto com as nossas escolhas de touros e ursos, basta acessar este link ou dar o play no tocador abaixo:

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