O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No podcast Touros e Ursos desta semana, comentamos os balanços das duas varejistas e a divulgação de comunicados que abalaram o mercado
Quando querem dizer que algo ou alguém morreu/ faliu/ desapareceu/ se deu mal — enfim, “foi pro saco” — os usuários das redes sociais frequentemente dizem que o tal sujeito “foi de comes e bebes”, “foi de arrasta pra cima”, “virou camiseta de saudades eternas” ou algum outro termo engraçadinho e de gosto duvidoso.
E como todo mundo sabe que Deus perdoa, mas a internet não, não demorou para que a expressão “foi de Americanas” fosse incorporada a essa infame lista de eufemismos.
Mas no caso do varejo brasileiro, o medo de que as empresas realmente acabem “indo de Americanas” é bem real entre os investidores.
Logo após a divulgação do escândalo de uma possível fraude no balanço da companhia, não se descartou que as más práticas contábeis da empresa fossem comuns no mercado.
O temor foi logo afastado pelas próprias varejistas, que se apressaram em negar a existência do mesmo problema em seus balanços.
Mas tem mais: a situação das Americanas, agora em recuperação judicial, se complica em um ambiente macroeconômico duro para setores que dependem muito de crédito, como o varejo, sobretudo para aqueles negócios que agora precisam de dinheiro para não desaparecer.
Leia Também
Estamos falando de um cenário de juros elevados e sem perspectiva de queda no curto prazo, que também vêm pesando sobre os números das demais varejistas brasileiras, como mostraram os balanços divulgados por Magazine Luiza e Via na última semana.
As ações das duas empresas caíram forte após a publicação dos números, mas não tanto pelos resultados. De fato, apesar dos prejuízos registrados, ambas superaram as expectativas dos analistas.
O problema foram os comunicados divulgados junto com os balanços, que trouxeram más notícias relacionadas à governança das companhias. E, no caso do Magalu, estamos falando de uma denúncia de irregularidades envolvendo fornecedores, o suficiente para provocar um frio na espinha de investidores escaldados.
Mas e se “ir de Americanas” pudesse significar algo positivo para as varejistas? Afinal, com a recuperação judicial da empresa, existe a possibilidade de que suas concorrentes a substituam no gosto dos consumidores brasileiros e acabem abocanhando uma fatia do seu mercado.
Os resultados de Magazine Luiza e Via, os comunicados que deixaram os investidores pessimistas e as possibilidades para o futuro das varejistas foram os temas que eu e Victor Aguiar discutimos no podcast Touros e Ursos desta semana. Para ouvir o comentário na íntegra, junto com as nossas escolhas de touros e ursos, basta acessar este link ou dar o play no tocador abaixo:
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa