O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Bank of America lista motivos que apontam alta probabilidade de a Petrobras pagar dividendos extraordinários, com taxa de rendimento acima de pares do setor
O risco de que a era dos dividendos fartos da Petrobras (PETR4) esteja perto do fim pesou sobre as ações da estatal após a mudança na gestão.
Mas depois que a companhia anunciou a nova política de distribuição de proventos aos acionistas, os analistas começaram a refazer as estimativas mais pessimistas.
É o caso do Bank of America, que calculou o quanto a Petrobras deve distribuir aos acionistas nos próximos anos.
Pelas estimativas dos analistas, a estatal deve pagar US$ 19,5 bilhões em dividendos no ano que vem, o que supera os R$ 96 bilhões, no câmbio atual. O cálculo considera um preço de US$ 90 do barril de petróleo.
Para os analistas do BofA há alta probabilidade de pagamentos extraordinários e há dois principais motivos:
Vale lembrar que reserva estatutária é um percentual do lucro líquido que a empresa pode reter para uma finalidade específica.
Leia Também
Esse valor é separado antes da distribuição dos dividendos, mas a Petrobras não tem em suas regras a obrigação de separar um valor como reserva.
Os analistas do BofA ainda projetam a taxa de retorno dos dividendos (dividend yield) da Petrobras, que deve seguir mais elevada do que a de seus pares no setor.
Nos cálculos do banco, o retorno com dividendos da Petrobras deve atingir 17% no segundo semestre de 2023 e de 21% em 2024.
Já a expectativa para o dividend yield das petroleiras internacionais deve ficar em aproximadamente 9%, ainda de acordo com o BofA.
Os analistas ponderam que a estimativa para os dividendos depende dos preços internacionais do petróleo, já que os resultados da Petrobras são mais sensíveis às cotações que as demais petrolíferas internacionais.
Apesar do otimismo com os dividendos da companhia, os analistas destacam que é sempre importante acompanhar como está se dando a política de preços de combustíveis da Petrobras.
O banco afirma que a política de preços também é fundamental para prever o seu potencial de geração de caixa.
“Com o recente aumento dos preços do petróleo, a política de preços de combustíveis da Petrobras passou no seu primeiro teste de estresse.”
Havia receio de que a companhia não repassasse esse aumento, mas a Petrobras já anunciou aumentos tanto do diesel como da gasolina de 25,8% e 16,3%, respectivamente, depois de os preços do petróleo terem subido cerca de 20% desde o final de junho.
Pelos cálculos do banco americano, a preços do petróleo de US$ 90 o barril, cada desconto de 10% (tanto no diesel quanto na gasolina) frente a preços no exterior afeta a geração de caixa da Petrobras em cerca de US$ 6 bilhões (R$ 29,6 bilhões).
Atualmente, os analistas avaliam que os preços do diesel e da gasolina estão com desconto de 13% e 4% versus a paridade internacional, respectivamente.
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa