Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
COMPRAR OU VENDER

Papel na carteira: qual é a melhor opção entre Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3)? O BTG responde

O banco de investimentos diz qual é a preferida neste momento no setor de papel e celulose, que promete avançar — uma dessas papeleiras teve a recomendação e o preço-alvo cortados hoje

Rolo de papel numa indústria. Representa as grandes empresas do setor de papel e celulose, como Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3)
Imagem: iStock

A Klabin foi castigada pelo mercado nos últimos pregões, aparecendo entre as maiores quedas do Ibovespa por duas sessões seguidas. Nesta segunda-feira (4), as ações da empresa de papel e celulose não lideram a ponta negativa do principal índice da bolsa brasileira — será um sinal para apostar em KLBN11?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o BTG, não. O banco de investimentos rebaixou a recomendação da Klabin de compra para neutro e cortou o preço-alvo de R$ 31 para R$ 26 — o que representa um potencial de valorização de 23%. 

A mudança se baseia em uma pausa tática devido ao valuation da ação na comparação com o principal par — a Suzano — e por enxergar um menor potencial em relação ao fluxo de caixa livre (FCF) e à desalavancagem da Klabin em relação ao concorrente.

Por volta de 13h45, as ações da Klabin recuavam 1,13%, a R$ 20,92. No ano, os papéis acumulam ganho de 10,75%. Já a Suzano avançava 0,31%, a R$ 51,95. Acompanhe a nossa cobertura ao vivo dos mercados

Suzano é melhor do que a Klabin?

Neste momento, o BTG considera que a Suzano é uma beneficiária mais substancial do aperto de médio prazo nos mercados de celulose, e têm a empresa como top pick no setor. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco de investimentos calcula que a Klabin está sendo negociada a 8,2 vezes o valor da firma sobre o Ebitda (EV/Ebitda) para 2024, sem gerar FCF relevante — um nível de valuation que o BTG considera justo neste momento.

Leia Também

BALANÇO

Nubank (ROXO34) bate US$ 1,1 bilhão em lucro líquido pela primeira vez na história; ROE sobe a 33% no 2T26

AINDA PRECISA COMBINAR COM OS GREGOS

Birman abre o jogo após tombo de Azzas (AZZA3): sacrifício no 2T26 é salvação no longo prazo, diz o CEO — falta convencer o mercado

"Durante anos, reconhecemos a qualidade dos ativos da Klabin e reconhecemos um valor significativo em suas ações, o que nos levou a manter uma classificação de compra. No entanto, à luz de seu desempenho superior no acumulado do ano em comparação com a Suzano e das últimas atualizações corporativas — sobre capex e evolução de custos —, estamos fazendo uma pausa tática”, diz o BTG em relatório. 

O banco de investimentos diz ainda que o prêmio de valuation percebido na Klabin em relação à Suzano — atualmente em 20% — é um diferencial difícil de justificar, considerando todos os aspectos. 

"Além disso, ao considerarmos os próximos anos, observamos um FCF comparativamente menor e um potencial de desalavancagem para a Klabin", diz o BTG.

ONDE INVESTIR EM DEZEMBRO: VEJA RECOMENDAÇÕES GRATUITAS EM AÇÕES, FIIS, BDRs E CRIPTOMOEDAS

Papel e celulose: um setor promissor?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG está otimista em relação à celulose há anos e, mesmo quando uma parte significativa do mercado se tornou pessimista este ano, manteve a opinião. 

No início do ano, os preços da celulose foram rapidamente corrigidos para mínimos inimagináveis de US$ 470 por tonelada em um ritmo sem precedentes, mas esse movimento durou apenas algumas semanas. 

Da mesma forma, a magnitude e a velocidade da alta dos preços surpreenderam a maioria dos analistas, com os preços da celulose chegando agora a US$ 630 por tonelada na China, de US$ 160 por tonelada. 

“Isso serve mais como um lembrete de que as leis da física e da economia funcionam, com as curvas de custo e a racionalidade do produtor sendo colocadas à prova”, diz o BTG. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco acredita ainda que a inflação de custos e o capex devem sustentar os preços da celulose em níveis mais altos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Geovanne Tobias, diretor financeiro (CFO) do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 14:52
Hapvida, operadora de saúde, sendo analisada por um médico 13 de agosto de 2026 - 13:22
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 11:58
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 13 de agosto de 2026 - 11:06
Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e RI do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 20:39
Logo do banco do Banco do Brasil (BBAS3) 12 de agosto de 2026 - 20:29
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 18:37
Neymar Jr. e Ronaldo 'Fenômeno' em campanha para o Mercado Livre. 12 de agosto de 2026 - 17:50
Banco do Brasil 12 de agosto de 2026 - 9:12
Renato Hermann Cohn, diretor financeiro do banco BTG Pactual. 11 de agosto de 2026 - 16:34
Imagem mostra funcionário com uniforme da Friboi colocando produtos em prateleira no supermercado 11 de agosto de 2026 - 12:35
Escritório do BTG Pactual 11 de agosto de 2026 - 10:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar