O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Somadas, essas companhias valem US$ 13,257 trilhões — ou aproximadamente 13% do PIB global
A semana foi marcada pela pressão nas bolsas internacionais envolvendo o teto da dívida dos Estados Unidos. Porém, na quinta-feira (25) a disparada da Nvidia, empresa de tecnologia e fabricante de chips, sustentou o bom humor dos índices de tecnologia pelo mundo.
Essa disparada fez o valor de mercado da Nvidia atingir os US$ 1 trilhão por um breve momento — após um ajuste nas ações nos dias seguintes, a empresa passou a valer cerca de US$ 963 bilhões.
Entretanto, por este curto período de tempo, a Nvidia esteve no seleto “grupo do trilhão” das empresas mais valiosas do planeta, ao lado de Apple, Microsoft, Saudi Aramco, Alphabet e Amazon.
Apesar de sair do grupo das cinco maiores do planeta, a Nvidia se manteve entre as dez maiores do mundo, superando a Berkshire Hathaway, do bilionário Warren Buffett, e a Meta Platforms (ex-Facebook), de Mark Zuckerberg.
Veja a lista completa:
| # | Nome | Ticker | País | Setor | Valor de mercado |
| 1 | Apple | AAPL | EUA | Tecnologia e informação | US$ 2,759 trilhões |
| 2 | Microsoft | MSFT | EUA | Tecnologia e informação | US$ 2,423 trilhões |
| 3 | Saudi Aramco | 2222.SR | Emirados Árabes | Energia | US$ 2,058 trilhões |
| 4 | Alphabet | GOOGL | EUA | Serviços e comunicação | US$ 1,572 trilhão |
| 5 | Amazon.com | AMZN | EUA | Consumo | US$ 1,121 trilhão |
| 6 | NVIDIA | NVDA | EUA | Tecnologia e informação | US$ 938,106 bilhões |
| 7 | Berkshire Hathaway | BRK.B | EUA | Finanças | US$ 696,35 bilhões |
| 8 | Meta Platforms | META | EUA | Serviços e comunicação | US$ 647,683 bilhões |
| 9 | Tesla | TSLA | EUA | Consumo | US$ 584,678 bilhões |
| 10 | Visa | V | EUA | Finanças | US$ 457,93 bilhões |
Somadas, essas companhias valem US$ 13,257 trilhões — ou aproximadamente 13% do PIB global.
Leia Também
Além dos substanciais números da empresa de chips e das previsões positivas para os negócios, a Nvidia entrou de cabeça em um universo em expansão: o da Inteligência Artificial (IA).
O treinamento de IAs generativas — ou seja, aquelas trabalhadas para dar respostas com informações pré-existentes — exige uma grande capacidade de processamento de dados. E os chips da Nvidia estão na frente nesse sentido.
Vale ressaltar que, recentemente, as placas de vídeo da Nvidia saíram do mundo dos jogos para realizar a mineração de bitcoin (BTC) devido à alta capacidade de processamento, o que impulsionou as cotações nos últimos dias.
Também é preciso destacar o décimo primeiro lugar das empresas mais valiosas do mundo. A Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) chegou a superar a Visa em valor de mercado nesta semana.
As ações da empresa pegaram carona no bom desempenho da Nvidia, mas o ajuste dos últimos pregões não sustentou esse patamar por muito tempo.
Enquanto a Visa é avaliada em US$ 457,93 bilhões, a TSMC perde por pouco, valendo US$ 453,402 bilhões — uma diferença de US$ 4,528 bilhões.
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir