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A companhia, que não quitou suas obrigações financeiras com o FII KNRI11, diz estar passando por “aprimoramento do modelo de negócios”
Será que as varejistas brasileiras estão competindo para ver quem dá o calote no maior número de fundos imobiliários? Se estivessem, a Marisa (AMAR3) viria logo depois da endividada Americanas (AMER3) no pódio.
A companhia já havia deixado de pagar o aluguel de janeiro ao Brasil Varejo (BVAR11) e, segundo comunicado enviado ao mercado na última sexta-feira (17), também não quitou as obrigações financeiras do período com o FII Kinea Renda Imobiliária (KNRI11).
A gestora do fundo explicou que a empresa loca o CD Itaqua, um dos ativos do FII, por meio de um contrato atípico — que costuma ter garantias maiores e multas mais salgadas. "O CD Itaqua é um galpão logístico com especificações técnicas em linha com os melhores ativos do mercado logístico e pode atender aos mais diferentes tipos de inquilinos", destaca o informe.
O contrato com a Marisa representa 4% da receita total da carteira de imóveis do KNRI11. A gestora afirma, porém, que a inadimplência não altera a alta nos dividendos para R$ 0,95 já anunciada a seus mais de 244 mil cotistas.
Em nota enviada ao Seu Dinheiro, a Marisa afirmou, que está em processo de "aprimoramento do seu modelo de negócios e decidiu priorizar pagamentos ou renegociar contratos".
Segundo a empresa, foram afetados principalmente os aluguéis de imóveis pertencentes ao grupo de controle, mas promete que "em breve os pagamentos serão normalizados".
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As mudanças no conselho e o calote nos dois fundos imobiliários acenderam o sinal de alerta para as Lojas Marisa. Mas este não é o único motivo de preocupação para os investidores.
Na semana passada, a companhia informou que está em processo de “otimização financeira e aprimoramento de sua estrutura de capital”.
A Marisa contratou a BR Partners para assessorar a renegociação de seu endividamento financeiro e chamou a Galeazzi Associados para apoiá-la no aperfeiçoamento de sua estrutura de custos.
Em um momento de intensa queima de caixa, a Lojas Marisa busca a renegociação de cerca de R$ 600 milhões em dívidas bancárias.
O valor corresponde a R$ 0,33 por ação, reforçando a estratégia da companhia de manter uma política robusta de remuneração aos acionistas
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