O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nas contas da Mahle Metal Leve, o follow-on poderia levantar cerca de R$ 949,89 milhões, se considerada a venda do lote adicional
A oferta de ações (follow-on) da Mahle Metal Leve (LEVE3) acaba de passar por uma reestruturação.
Ainda que os acionistas controladores sigam com a decisão de vender parte de suas ações em uma operação na B3, os termos mudaram.
Inicialmente, a ideia era que os controladores vendessem 12.830.850 papéis detidos pela Mahle GmbH. Porém, os acionistas decidiram reduzir a quantidade de ações vendidas para 7.142.858 papéis.
A diminuição resultou em um aumento das ações a serem vendidas por parte da Mahle Ltda no lote adicional de ações, que era de 9.202.079 papéis e que passou para 14.890.071 ações. O montante equivale a 103,59% da oferta inicial.
Os papéis LEVE3 reagiram em forte queda após o anúncio das mudanças na oferta de ações. Por volta das 12h10, as ações caíam 9,90%, negociadas a R$ 36,77.
Apesar do recuo de hoje, os papéis acumulam valorização de 36% na bolsa brasileira em 2023. Vale ressaltar que as ações lutam para se manter no campo positivo da B3 desde o comunicado da intenção de realizar o follow-on.
Leia Também
Vale lembrar que a oferta de ações da fabricante de autopeças de origem alemã a oferta será constituída de distribuição primária (quando os recursos levantados vão diretamente para o caixa da empresa) e secundária (quando os atuais acionistas vendem parte de suas fatias).
O preço por ação da oferta ainda não foi definido. Porém, considerando as cotações atuais da companhia na B3 ajustadas pelos dividendos, de R$ 32,46, a oferta base poderia movimentar R$ 466,56 milhões.
Nas contas da Mahle Metal Leve, o follow-on poderia levantar cerca de R$ 949,89 milhões, se considerada a venda do lote adicional caso houvesse demanda de investidores.
Isso significa que, apesar da reestruturação da oferta na B3, o montante final permanece inalterado em relação ao anúncio inicial do negócio.
Afinal, ainda que o lote inicial de ações tenha sido reduzido, o aumento do lote adicional compensaria a diminuição das ofertas vendidas pela Mahle GmbH.
É importante ressaltar que a oferta de ações é destinada exclusivamente a investidores profissionais, isto é, pessoas físicas ou jurídicas que possuem investimentos financeiros superiores a R$ 10 milhões e tenham validado por escrito essa condição.
No caso da emissão primária — ou seja, de novos papéis —, a oferta da Mahle Metal Leve (LEVE3) permanece sem alterações.
Desse modo, a empresa manteve a decisão de emitir 7.230.500 de novas ações, o que pode reforçar o caixa em R$ 235 milhões.
De acordo com a Mahle (LEVE3), a intenção da oferta primária de ações é depositar dinheiro na conta dos acionistas.
O conselho de administração da companhia aprovou a distribuição de R$ 710,8 milhões em dividendos, equivalente ao valor de R$ 5,54 por ação LEVE3.
Os proventos devem pingar no bolso dos investidores em 10 de novembro. Vale ressaltar, porém, que o pagamento da remuneração só acontecerá se a oferta de ações for bem sucedida.
Para ter direito aos proventos, é preciso possuir ações da Mahle no dia 1º de novembro. Entretanto, quem adquirir os papéis LEVE3 na oferta na B3 não poderá receber esses valores.
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço