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Em relatório, analistas do banco rebaixaram as recomendações para os papéis de Magazine Luiza e também da Via, enxergando ambiente ainda desafiador
Ainda ontem o mercado discutia se o momento da volta por cima das varejistas havia finalmente chegado, já que algumas casas voltaram a recomendar a compra de ativos do setor diante da possibilidade da queda de juros e também de um ambiente competitivo favorável para alguns nomes. Porém, para o JP Morgan, ainda não é hora de se posicionar em papéis como Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3).
A equipe do banco rebaixou a primeira de compra para neutro, enquanto a dona das Casas Bahia foi de neutro para venda.
Para eles, a perspectiva de juros mais baixos ajudam essas empresas, mas ainda não é o suficiente para impusioná-las.
"Em poucas palavras, vemos uma perspectiva desafiadora para os principais itens duráveis de alto valor, considerando também a renda pressionada dos consumidores, especialmente aqueles de renda baixa a média, que historicamente têm sido a base de clientes da Via e do Magazine Luiza", diz o relatório.
Os analistas apontam que esperam margens melhores para as duas varejistas graças ao ambiente competitivo mais racional, além dos esforços que elas têm feito para práticas de preços melhores.
Para este ano, o JP Morgan prevê um crescimento morno para o Volume Bruto de Mercadorias (GMV ou Gross Merchandise Volume em inglês) das duas empresas, com uma projeção de +15% para MGLU3 e de +5% para VIIA3.
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Os analistas ainda acrescentam que, até agora, não foram vistos benefícios significativos para as duas empresas após todos os problemas enfrentados pela Americanas (AMER3) virem à tona. Eles avaliam que o Mercado Livre e a Amazon conseguiram capturar melhor a fatia de mercado deixada pela empresa de Lemann.
Além disso, apesar das melhorias esperadas para a lucratividade das varejistas na comparação anual, é esperado que a alavancagem delas permaneça elevada. Nos cálculos do JP Morgan, as vendas de Magalu para o fim de 2024 devem ter queda de 10%, enquanto as da Via devem cair 15%.
O relatório ainda acrescenta que, apesar da previsão de taxas de juros mais baixas, o Fluxo de Caixa de Financiamento (FCF) deve seguir pressionado para as duas companhias.
No pregão desta sexta-feira (2), os papéis das duas varejistas operavam em queda por volta das 12h34. Neste horário, MGLU3 caía 3,94%, cotada a R$ 3,90 — e encerraram o dia com baixa ainda maior, de 4,68%, R$ 3,87. Já VIIA3 cedia 5,98%, a R$ 2,36 — e também acabou terminando a sessão com perda ainda maior, de 10,36%, a R$ 2,25.


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