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Entre as áreas afetadas da gigante de tecnologia estão o setor comercial para grandes empresas, produtos financeiros, dados, projetos e marketing
O aviso foi dado no final de janeiro e, pouco mais de duas semanas depois, as demissões na divisão brasileira do Google começaram nesta sexta-feira (10).
Os funcionários afetados pelo corte no quadro de pessoal foram notificados por e-mail.
Segundo o portal Layoffs Brasil, que reúne empresas e profissionais demitidos desde março de 2020, cerca de 90 funcionários da gigante de tecnologia foram desligados.
Entre as áreas afetadas estão o setor comercial para grandes empresas, produtos financeiros, dados, projetos e marketing. Profissionais das equipes da plataforma de vídeos YouTube e do aplicativo de mobilidade Waze também entraram na lista.
Embora as demissões tenham começado nesta semana, o plano de demissões no Google já era conhecido desde 20 de janeiro.
Na ocasião, a gigante de tecnologia anunciou o desligamento de 12 mil funcionários, o que representa pouco mais de 6% do quadro global de pessoal. Segundo a companhia, os cortes afetarão todas as áreas e todos os escritórios espalhados pelo planeta — o que inclui o Brasil.
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Em e-mail aos funcionários, o presidente-executivo (CEO) da Alphabet, Sundar Pichai, afirmou que o corte é um ajuste de força de trabalho, que cresceu rapidamente nos últimos dois anos.
“Realizamos uma revisão rigorosa em todas as áreas e em produtos para garantir que nosso pessoal e funções estejam alinhados com nossas maiores prioridades como empresa. As funções que estamos eliminando refletem o resultado dessa revisão. Eles atravessam a Alphabet, áreas de produtos, funções, níveis e regiões”, escreveu Pichai.
Segundo o executivo, os investimentos da empresa devem se concentrar em projetos de inteligência artificial (IA, na sigla em inglês).
Por fim, o Google é uma das ‘big techs’ que mais demitiram nos últimos meses e fica atrás apenas da Amazon, que desligou cerca de 18 mil pessoas.
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Recentemente, o Yahoo também anunciou o corte de 20% da força global de trabalho, o que corresponde ao desligamento de 1.600 pessoas.
Segundo a companhia, as demissões fazem parte de um esforço mais amplo da empresa para simplificar as operações na unidade de publicidade do Yahoo.
No Brasil, a companhia encerrou as divisões de publicidade e negócios nesta quinta-feira (9) e, em consequência, demitiu cerca de 80 funcionários.
Segundo informações da imprensa, novas demissões devem ocorrer até o final de março, com o encerramento das operações no país.
*Com informações de Bloomberg, Axios e CNBC
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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