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Fernanda Lopes

Fernanda Lopes

Formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP). Tem experiência como pesquisadora e redatora.

Conteúdo Empiricus

Fuja do ‘rali do lixo’ da bolsa brasileira; veja 10 recomendações para buscar lucro com ‘pé no chão’

‘Tem que comprar coisa boa’, orientou Felipe Miranda; entenda como se proteger e investir nesse cenário

Fernanda Lopes
Fernanda Lopes
27 de novembro de 2023
13:57 - atualizado às 17:42
caminhão de lixo passando em frente à sede da bolsa brasileira
Imagem: Divulgação/Montagem: Fernanda Lopes

“Toda grande caminhada começa por um primeiro passo” e a bolsa brasileira parece ter começado a engrenar sua caminhada em novembro, depois de passar por alguns meses sombrios.

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É assim que enxerga Felipe Miranda, CIO da Empiricus Research. O economista vem se mostrando otimista diante do cenário para os ativos de risco, fazendo a seguinte ressalva: “não vamos pensar que isso aqui é um passeio no parque; vamos ter dias ruins.”

A melhor opção então, para Felipe Miranda, é estar bem posicionado – porque o rali de fim de ano pode até ter começado, mas o “rali do lixo” também começou.

O que é ‘rali do lixo’?

Essa é a expressão que Felipe Miranda usou em seu podcast “Ideias Antifrágeis” para descrever um movimento bem conhecido na bolsa brasileira: o momento em que as circunstâncias macro provocam uma euforia que têm efeito positivo em todo tipo de ação – até mesmo aquelas sem boas perspectivas de entregar resultados sólidos.

Ou seja, as “estrelas” da bolsa valorizam, mas o “lixo” vem logo atrás. E esse é um fenômeno tão generalizado que é como se as ações “ruins” tivessem um rali próprio.

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Isso acontece porque observamos algumas sinalizações positivas para a renda variável nos últimos meses. 

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Para começo de conversa, o rali por aqui foi em parte motivado pelo rali de Wall Street – uma série de resultados favoráveis nos índices americanos, depois que os dados da inflação do país aumentaram a expectativa do fim do aperto monetário.

No cenário doméstico, o otimismo tem a ver com o fim do ciclo de alta da Selic, depois de os juros terem castigado os ativos de risco no Brasil por longos meses. 

Agora, com a expectativa de mais cortes nos próximos meses, o prêmio de risco da bolsa brasileira vai ficando cada vez mais atrativo.

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Também ajuda o fato de que muitos dos ativos da bolsa brasileira estão extremamente descontados, depois do longo período de Selic nas alturas. Então, é possível comprar empresas de qualidade por preços vantajosos e esperar as valorizações – que, segundo Felipe Miranda, estão a caminho.

Esse movimento parece, inclusive, já ter começado. Apesar de ter tido dias bons e ruins, o desempenho geral do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tem surpreendido os especialistas.

O índice atingiu a marca dos 125 mil pontos em novembro, e teve uma alta de 10% desde o começo do mês. No ano, a alta já é de 18.98%.

Mas tem um detalhe: as altas englobam tanto as empresas boas quanto as ruins.

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Em momentos de otimismo como este, é comum que as altas sejam quase generalizadas, e que a euforia faça alguns investidores investirem até mesmo no “lixo” – empresas pouco sólidas, de fundamentos fracos.

Isso faz com que essas ações também se valorizem, mas as altas não se sustentam no médio e longo prazo – e quem investiu sem critério acaba perdendo dinheiro. 

Por isso, é preciso tomar cuidado e não se deixar levar pelas altas. Felipe Miranda orienta:

“Não vai achar também que agora vai subir todo dia. Tem que ter o pé no chão, comprar coisa boa. Não alavanca, não vai comprar lixo… até está tendo um ‘rali do lixo’. O lixo sobe nessa primeira etapa mesmo com cobertura de short, e tudo mais, mas não precisa se meter nessas coisas. [Tem empresas] tendo 12% de retorno real. Por que você vai comprar coisa tóxica?”

CONFIRA 10 RECOMENDAÇÕES PARA INVESTIR E PODER SURFAR O RALI DA BOLSA BRASILEIRA

Não compre ‘coisa tóxica’: veja a ação recomendada por Felipe Miranda

Então, qual é o melhor jeito de se posicionar para ter a chance de surfar as altas que já estão em curso, mas têm o potencial de colocar ainda mais dinheiro no bolso dos investidores?

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Uma boa maneira de garantir que suas apostas sejam o mais “certeiras” possível é seguir as recomendações de especialistas.

Afinal de contas, pode ser difícil acompanhar as movimentações do mercado e diferenciar as ações promissoras do “lixo”, principalmente em momentos como esse, quando muitos ativos estão subindo ao mesmo tempo.

Depois de aconselhar os seus ouvintes a ficarem longe do “rali do lixo”, Felipe Miranda ainda fez uma recomendação de investimento: a petroleira 3R (RRRP3).

É vantajoso investir em petroleiras nesse momento por ser um setor que une perspectivas interessantes de upside, mas com hedge, por se tratar de um setor estratégico

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A 3R, uma petroleira pequena e fora do radar dos investidores comuns, têm um potencial de valorização de até 70%, de acordo com os analistas da Empiricus Research.

Felipe Miranda recomenda a compra da ação, agora que as petroleiras estão em baixa. Mas a 3R não é a única recomendação com upside “de encher os olhos” nesse cenário.

Os analistas da Empiricus Research listaram 10 ações para comprar esse ano e surfar as altas da bolsa, e o relatório completo contendo cada uma das teses pode ser acessado gratuitamente. 

Para conferir a lista de recomendações, você só precisa clicar no link no final desse texto e preencher seus dados para desbloquear o acesso.

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Isso é o que faltava para você ter a chance de aproveitar as altas da bolsa com responsabilidade, sem correr o risco de se expôr a “ativos tóxicos”.

É só clicar no link abaixo e acessar as recomendações gratuitamente. Tenho certeza que você não vai se arrepender.

GRATUITO: ACESSE AS 10 RECOMENDAÇÕES E FUJA DO ‘LIXO’ DA BOLSA BRASILEIRA

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