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O próximo encontro de acionistas deliberará sobre supostos prejuízos causados à companhia na aquisição da Bait e alienação do Hotel Fasano
Mesmo após sofrer sucessivas derrotas nas últimas assembleias da Gafisa (GFSA3), a Esh Capital não desistiu de convencer outros acionistas da construtora a ficarem do seu lado na disputa contra o empresário Nelson Tanure.
Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última sexta-feira (18), a próxima assembleia geral ordinária da empresa deliberará sobre ações de responsabilidade a Tanure e outros controladores da companhia por supostos prejuízos causados à Gafisa na aquisição da Bait e alienação do Hotel Fasano.
O encontro — que está marcado para 28 de abril — também discutirá limitar a competência do conselho de administração para escolha ou destituição de auditoria independente aos quatro maiores nomes do ramo: Ernst & Young, KPMG, Deloitte e PriceWaterhouseCoopers (PwC).
As matérias foram incluídas na pauta da AGO a pedido da Esh. A gestora, por meio do fundo Esh Theta, é titular de ações que representam mais de 16% do capital votante da construtora.
Vale relembrar que os controladores da Gafisa travam há meses uma disputa pública com a Esh Capital. A Esh convocou uma assembleia geral na tentativa de barrar um aumento de capital da incorporadora em janeiro, mas acabou perdendo a votação.
Em outra frente da batalha, a gestora pediu um novo encontro de acionistas para discutir a suspensão dos direitos políticos do empresário Nelson Tanure e outros investidores supostamente ligados a ele na incorporadora.
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Segundo a Esh, Tanure deveria lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações da Gafisa na B3 após alcançar uma participação direta e indireta acima de 30% na companhia.
No entendimento da gestora, o empresário possui hoje uma participação de mais de 40% na incorporadora, que estaria oculta em veículos sob gestão da Planner Corretora, Trustee DTVM e do Banco Master. As instituições negam ligações com Tanure.
A chamada cláusula de "poison pill" (pílula de veneno) faz parte do estatuto da Gafisa e prevê a realização de uma oferta quando um acionista ultrapassa os 30% do capital. O mesmo estatuto prevê que o acionista pode ter a suspensão dos direitos na companhia caso não faça a OPA.
A proposta da Esh, porém, também foi rejeitada pelos acionistas. Mas, por outro lado, a gestora obteve uma vitória na forma de uma liminar que impede a conversão de uma emissão de debêntures em ações da companhia.
Além de inclusão de matérias na próxima AGO, a Gafisa informou ontem que cancelará voluntariamente seu registro de companhia aberta nos Estados Unidos.
A construtora não explicou o motivo de sua decisão, mas destacou que manterá a listagem de suas ações ordinárias na B3. Ou seja, a medida não afetará os papéis GFSA3.
Além disso, a companhia reservou-se ao direito de, por qualquer motivo, atrasar o arquivamento do formulário de deslistagem, desistir do processo ou "de outra forma alterar seus planos em relação ao cancelamento de registro".
Ainda nesta semana, a empresa já havia comunicado também que irá realizar um novo aumento de capital pouco mais de três meses após a homologação de sua última operação do tipo.
De acordo com a Gafisa, o aumento efetivado em janeiro não atingiu o valor máximo buscado pela construtora. Por isso, o conselho de administração aprovou uma nova operação de até R$ 200 milhões — e, no mínimo, R$ 50 milhões — por meio da emissão de cerca de 28,5 milhões de novas ações ordinárias.
Os papéis terão custo unitário de R$ 7,02. A cifra representa um desconto de 7,87% em relação à cotação das ações GFSA3 no pregão anterior ao anúncio.
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