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Terá direito ao pagamento quem estava na base acionária das companhias no pregão desta sexta-feira (28)
Engrossando a lista de empresas que anunciaram o pagamento de proventos nos últimos dias, a Equatorial Energia (EQTL3) e a Sabesp (SBSP3) comunicaram nesta sexta-feira (28) que farão a distribuição de mais de R$ 1,25 bilhão em dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP).
No caso da Equatorial, a soma é de R$ 385,1 milhões em dividendos, o equivalente a cerca de R$ 0,35 por ação. Já a Sabesp pagará R$ 872,1 milhões em JCP, ou R$ 1,2760 por papel — mas vale relembrar que esse é o valor bruto, pois o JCP está sujeito à retenção de Imposto de Renda na fonte.
Terá direito aos pagamentos quem estava na base acionária de cada uma das companhias no último pregão. Os papéis EQTL3 e SBSP3 serão negociados "ex-direitos" aos dividendos a partir da próxima segunda-feira (2).
Os proventos declarados pela Equatorial hoje serão pagos até 31 de dezembro neste ano — a data exata ainda será fixada pela empresa —, enquanto os acionistas da Sabesp receberão o depósito na conta em 26 de junho.
Além dos dividendos, a Equatorial já havia trago outra novidade para os investidores nesta semana. O conselho de administração aprovou, na última terça-feira (25), um aumento de capital de valor mínimo de R$ 77 milhões, mas que pode chegar a R$ 385.155.874 — mesmo valor dos dividendos anunciados hoje.
Caso a operação atinja a sua capacidade máxima, o capital social da empresa poderá chegar a R$ 9,299 bilhões. Acionistas terão prioridade na subscrição dos novos papéis.
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As novas ações serão negociadas com um desconto de 9% com relação ao preço atual dos papéis, a R$ 25. O valor foi definido com base na média negociada entre 10 de março e 24 de abril, com um desconto adicional de 7,18%, com o objetivo de incentivar a participação de atuais detentores do papel.
Segundo a Equatorial, a operação servirá para fortalecer a estrutura de capital e assegurar maior robustez financeira "frente às suas necessidades de caixa para as operações empresariais [...] melhorando a liquidez da empresa".
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
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