O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Solicitação acontece depois que o grupo francês Casino vendeu no mês passado o Éxito para o Calleja, de El Salvador; a transação incluiu a fatia de 13,3% que o Pão de Açúcar detinha no grupo colombiano
O Pão de Açúcar (PCAR3) entregou aos acionistas a participação no Éxito há pouco mais de dois meses, quando 1,08 bilhão de ações do grupo varejista foram transformadas em Brazilian Depositary Receipts (BDRs) e American Depositary Receipts (ADRs). Agora, o colombiano dá mais um passo na direção de tirar seus papéis da bolsa — lá fora.
A Superintendência Financeira da Colômbia recebeu na sexta-feira (3) um pedido de autorização para uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações ordinárias do Éxito.
O preço de compra de cada ação do Éxito é de US$ 0,9053, sendo que a oferta é formulada para adquirir uma quantidade mínima de ações equivalente a 51% e uma quantidade máxima equivalente a 100%.
Segundo o Pão de Açúcar, a negociação dos ADRs do Éxito — cada um representando oito ações ordinárias do Éxito — e dos BDRs — cada um representando quatro ações ordinárias do Éxito — não foi suspensa.
Atualmente, os ADRs do Éxito são negociados em Nova York sob o ticker "EXTO", e os BDRs, na Bolsa de Valores de São Paulo sob o símbolo "EXCO".
No mês passado, o grupo varejista francês Casino anunciou a venda do Éxito para o Calleja, de El Salvador. A transação incluiu a venda da fatia de 13,3% que o Pão de Açúcar — controlado pelo grupo francês — detinha na rede colombiana.
Leia Também
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios