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Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

NOTA 10 NO PAPEL

De olho no novo Fies, JP Morgan indica compra de ação do setor de educação; papel dispara 12% na B3

O banco norte-americano estabeleceu o preço-alvo dessa ação em R$ 9 para 2024, o que representa uma potencial de valorização de 46%

Carolina Gama
1 de setembro de 2023
13:41 - atualizado às 20:28
Ilustração utilizada em matéria sobre alta dos fundos multimercado, mostra homem de negócios surfando num vetor para cima
Imagem: snegok13/ iStock

O novo Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) ainda não tem data para ser lançado, mas já tem gente grande de olho nele. Projetando o potencial do fundo estudantil reformulado, o JP Morgan passou a recomendar a compra de uma ação do setor de educação — e o papel dispara mais de 10% nesta sexta-feira (01). 

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A ação nota 10 é a Ser Educacional (SEER3), que além de sair de uma indicação neutra para compra, teve o preço-alvo estabelecido em R$ 9 para 2024 — o que representa um potencial de valorização de 46% em relação ao último fechamento. 

Por volta de 13h30, os papéis SEER3 subiam 10,19%, cotados a R$ 6,81. Mais cedo, as ações chegaram a subir mais de 12%. No ano, os ativos acumulam ganho de 52%. Confira nossa cobertura ao vivo de mercados.

“Nos tornamos mais positivos à medida que a empresa cumpre com sucesso o programa de redução de custos e também oferece opções atrativas para o Fies apoiada nas operações dos grandes campi”, diz o JP Morgan em relatório. 

A recomendação de ter os papéis da Ser em carteira também é baseada no múltiplo da empresa: as ações estão sendo negociadas no piso dos nomes do setor de educação de massa, a 4,7 vezes o valor da firma sobre o Ebitda (EV/Ebitda) para 2024, contra 5,0-5,5x. 

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O JP Morgan, no entanto, não deixou de favorecer Anima (ANIM3) e Afya (A2FY34).

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A Ser e o Fies

Segundo o JP Morgan, a Ser poderá ser uma das grandes beneficiárias do novo Fies, especialmente pela alta exposição ao campus de massa. 

Além disso, a empresa tem maior participação dos alunos em regiões menos favorecidas ​​do Norte e Nordeste, e poderia tirar proveito de qualquer incentivo oferecido. 

A análise do banco sugere um aumento potencial de R$ 7 por ação no caso de um Fies com 150 mil assentos incrementais e um aumento de 5 pontos percentuais nas margens do campus.

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PODCAST TOUROS E URSOS - A estatal ou a ex? O que esperar das ações da Petrobras e da Eletrobras no governo Lula

O que será do futuro?

Por um lado, o JP Morgan reduziu as previsões de receitas em 3% tanto para 2023 como para 2024, devido a expectativas mais baixas para o negócio digital da Ser. 

O banco, no entanto, aumentou as estimativas de Ebitda ajustado em 5% e 2% para 2023 e 2024, respectivamente, pela maior lucratividade no negócio de campus, excluindo medicina, à medida que a Ser cumpre os planos de eficiência. 

Além disso, o JP Morgan cortou os encargos de depreciação e amortização em 5% e 7%, o que ajuda a gerar aumentos consideráveis no lucro ajustado — embora a partir de uma base muito pequena.

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