O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A incorporadora reportou crescimento de dois dígitos nas duas linhas e a maior velocidade de vendas para um trimestre em pelo menos um ano
Crédito escasso, juros altos, inflação elevada de insumos — a priori, tudo joga contra as construtoras e incorporadoras no cenário macroeconômico. Mas nada disso fez a Cyrela (CYRE3) desacelerar no primeiro trimestre de 2023: um dos principais players do setor de alta renda, a companhia reportou crescimento nos lançamentos e vendas na base anual.
Só que, ao contrário do que se poderia imaginar, a Cyrela teve uma mãozinha dos segmentos de média e baixa renda: boa parte do crescimento se deve às incursões da empresa nessas áreas — inclusive com empreendimentos que se enquadram nas categorias 2 e 3 do Casa Verde e Amarela, o "Minha Casa, Minha Vida" do governo Bolsonaro.
Vamos aos números: a incorporadora colocou na rua oito novos empreendimentos entre janeiro e março, dois a mais que o registrado nos primeiros três meses de 2022; ao todo, o valor geral de vendas (VGV, uma métrica do faturamento potencial de cada lançamento) somou R$ 1,3 bilhão, alta de 29,6% entre os intervalos.
Dessa cifra, R$ 688 milhões dizem respeito aos lançamentos voltados ao consumidor de alta renda, enquanto R$ 216 milhões se enquadram como "médio padrão". Outros R$ 327 milhões se referem ao Vivaz Prime, o "braço econômico" da Cyrela; os R$ 113 milhões restantes estão no CVA 2 e 3.
O pulo do gato está na atuação da Vivaz Prime: no primeiro trimestre de 2022, ainda não havia sido lançado nenhum empreendimento dessa linha. Nas demais áreas, os números são semelhantes — R$ 615 milhões no alto padrão, R$ 305 milhões no médio e R$ 117 milhões no CVA, totalizando R$ 1,04 bilhão.
No lado das vendas líquidas contratadas, a Cyrela (CYRE3) registrou R$ 1,545 bilhão neste primeiro trimestre, alta de 18% na comparação anual. Os empreendimentos econômicos e voltados ao segmento de baixa renda, mais uma vez, foram importantes para a companhia — mas, aqui, o setor de alto padrão também falou alto.
Leia Também
Praticamente a metade da cifra reportada de vendas — R$ 734 milhões — se refere aos imóveis de alta renda; há um ano, foram vendidos R$ 659 milhões nessa divisão. No médio padrão, houve relativa estabilidade: R$ 282 milhões comercializados entre janeiro e março deste ano, contra R$ 224 milhões no primeiro trimestre de 2022.
No segmento Vivaz Prime, a história se repetiu: as vendas totais, de R$ 229 milhões, foram bastante superiores às vistas há um ano, de R$ 121 milhões; no Casa Verde e Amarela, houve leve baixa: de R$ 308 milhões para R$ 300 milhões.
Em termos de velocidade na comercialização dos empreendimentos, o indicador de vendas sobre oferta (VSO) em 12 meses ficou em 49% no primeiro trimestre de 2023, superando as marcas dos períodos anteriores. Nos três últimos meses de 2022, estava em 47,7%; entre janeiro e março do ano passado, em 46,1%.

Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%
Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense
Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado
Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela