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CSN quer destinar recursos para a Ferrovia Transnordestina e vai se valer do benefício fiscal das debêntures para projetos de infraestrutura
Com a relativa melhora da bolsa nas últimas semanas, as empresas começam a se animar para voltar a captar recursos no mercado de capitais. É o caso da CSN (CSNA3), que pretende reforçar o caixa com R$ 700 milhões via emissão de debêntures, títulos de dívida corporativa.
Mas a oferta da CSN conta com uma particularidade: será uma emissão de debêntures incentivadas, cujo rendimento possui isenção de imposto de renda para o investidor.
O benefício fiscal ocorre para emissões cujos recursos são destinados a obras de infraestrutura. A CSN, por exemplo, quer usar o dinheiro no projeto de investimento apresentado pela Ferrovia Transnordestina.
Investir em uma debênture equivale a emprestar dinheiro para uma empresa, recebendo em troca uma taxa de juros. Então o principal risco para o investidor é o de calote da companhia.
A CSN vai emitir as debêntures em três séries. Lembrando que a taxa final de juros que a companhia vai pagar poderá ser menor dependendo da demanda dos investidores. Confira a seguir as condições:
A oferta de debêntures conta com garantia firme, ou seja, os bancos coordenadores se comprometeram a comprar os papéis caso não haja demanda no mercado. Seja como for, a CSN definiu que o volume máximo na terceira série será de R$ 200 milhões.
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